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Santo André amplia em 33% vagas na frente de trabalho

Helber Aggio/PMSA  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Programa vai contar com qualificação profissional para munícipes em situação de vulnerabilidade social; edital será publicado em setembro


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

28/07/2018 | 07:00


A Prefeitura de Santo André detalhou ontem o programa Frente de Trabalho Social, uma das três ações previstas pela Lei do Programa Família Andreense. A iniciativa vai ampliar em 33% o número de vagas, mantendo o investimento de R$ 12 milhões ao ano. Hoje, são 500 oportunidades por meio do Getis (Geração de Trabalho de Interesse Social). O acréscimo pode chegar a 2.400 vagas (20% do total de servidores ativos), dependendo da melhora da arrecadação. A carga horária dos trabalhadores vai cair de oito horas para seis horas diárias, para que seja possível participar de cursos de capacitação profissional. As formações serão realizadas pelo Fundo Social de Solidariedade e pela Secretaria de Cidadania e Assistência Social, com 120 horas de carga horária.

“Essa é a primeira parte do programa, que ainda tem como iniciativas a concessão de apoio financeiro temporário e outros programas de transferência de renda por meio de programas estaduais e federais”, explicou o prefeito Paulo Serra (PSDB). “O atual programa, na nossa avaliação, perdeu o caráter social. Com as mudanças temos condições de inserir mais de 2.000 pessoas para várias funções e a novidade é esse caráter mais social, com a capacitação e a reinserção no mercado de trabalho formal”.

O edital com as regras da seleção será publicado até início de setembro e as inscrições serão realizadas de 10 a 21 de setembro. “Serão preenchidos formulários que avaliam o grau de vulnerabilidade social do candidato e atribui uma pontuação. Os selecionados serão chamados a partir de outubro”, destacou o secretário de Cidadania e Assistência Social, Marcelo Deucir da Silva.

O candidato precisa residir na cidade há pelo menos dois anos. Os atuais beneficiários do Getis poderão concorrer às novas vagas, mas não terão preferência na seleção. “Vamos reservar 20% das vagas para pessoas encaminhadas pelos serviços de referência em assistência social, para chegarmos ao morador com mais vulnerabilidade”, disse Serra.

O beneficiário poderá fazer quantas qualificações desejar e o contrato com a Prefeitura terá duração mínima de um ano, podendo ser prorrogado para até três anos. No caso das vagas preenchidas na cota social, por até quatro anos. “Ao final do contrato, vamos encaminhar esses trabalhadores ao mercado formal de trabalho, com o auxílio do CPTR (Centro Público de Trabalho e Renda) e da Secretaria de Desenvolvimento e Geração de Emprego”, acrescentou o prefeito. “É uma frase chavão, mas queremos dar o peixe para quem precisa e também ensinar a pescar”, finalizou. A participação nos cursos será um dos condicionamentos para a permanência no programa, sendo admitido no máximo 10% de faltas. 



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Santo André amplia em 33% vagas na frente de trabalho

Programa vai contar com qualificação profissional para munícipes em situação de vulnerabilidade social; edital será publicado em setembro

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

28/07/2018 | 07:00


A Prefeitura de Santo André detalhou ontem o programa Frente de Trabalho Social, uma das três ações previstas pela Lei do Programa Família Andreense. A iniciativa vai ampliar em 33% o número de vagas, mantendo o investimento de R$ 12 milhões ao ano. Hoje, são 500 oportunidades por meio do Getis (Geração de Trabalho de Interesse Social). O acréscimo pode chegar a 2.400 vagas (20% do total de servidores ativos), dependendo da melhora da arrecadação. A carga horária dos trabalhadores vai cair de oito horas para seis horas diárias, para que seja possível participar de cursos de capacitação profissional. As formações serão realizadas pelo Fundo Social de Solidariedade e pela Secretaria de Cidadania e Assistência Social, com 120 horas de carga horária.

“Essa é a primeira parte do programa, que ainda tem como iniciativas a concessão de apoio financeiro temporário e outros programas de transferência de renda por meio de programas estaduais e federais”, explicou o prefeito Paulo Serra (PSDB). “O atual programa, na nossa avaliação, perdeu o caráter social. Com as mudanças temos condições de inserir mais de 2.000 pessoas para várias funções e a novidade é esse caráter mais social, com a capacitação e a reinserção no mercado de trabalho formal”.

O edital com as regras da seleção será publicado até início de setembro e as inscrições serão realizadas de 10 a 21 de setembro. “Serão preenchidos formulários que avaliam o grau de vulnerabilidade social do candidato e atribui uma pontuação. Os selecionados serão chamados a partir de outubro”, destacou o secretário de Cidadania e Assistência Social, Marcelo Deucir da Silva.

O candidato precisa residir na cidade há pelo menos dois anos. Os atuais beneficiários do Getis poderão concorrer às novas vagas, mas não terão preferência na seleção. “Vamos reservar 20% das vagas para pessoas encaminhadas pelos serviços de referência em assistência social, para chegarmos ao morador com mais vulnerabilidade”, disse Serra.

O beneficiário poderá fazer quantas qualificações desejar e o contrato com a Prefeitura terá duração mínima de um ano, podendo ser prorrogado para até três anos. No caso das vagas preenchidas na cota social, por até quatro anos. “Ao final do contrato, vamos encaminhar esses trabalhadores ao mercado formal de trabalho, com o auxílio do CPTR (Centro Público de Trabalho e Renda) e da Secretaria de Desenvolvimento e Geração de Emprego”, acrescentou o prefeito. “É uma frase chavão, mas queremos dar o peixe para quem precisa e também ensinar a pescar”, finalizou. A participação nos cursos será um dos condicionamentos para a permanência no programa, sendo admitido no máximo 10% de faltas. 

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