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Música repleta de delicadeza

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Janela lança hoje no Sesi Mauá disco de estreia com sete faixas; o trabalho do grupo da região já é premiado


Vinícius Castelli

28/07/2018 | 07:00


Quando a música é levada a sério, feita com primor e cuidado, o resultado só pode ser positivo. É isso o que alcança o grupo da região Janela em seu disco de estreia – que tem o mesmo nome (R$ 15 e também disponível nas plataformas digitais) – e é independente. O trabalho ganha vida repleto de temas intimistas, arranjos bem cuidados e pode ser conferido hoje. A banda se apresenta no palco do Sesi Mauá, a partir das 20h. A entrada é gratuita.

A cantora e violonista Tata Alves se encarrega de colocar doçura em canções como Antes do Big Bang, que abre o álbum, Meu Eu Maior e Curta, para citar algumas. Completam o time Atila Adam (guitarra e voz), Cauan Dias (bateria e voz) e Carol Lorac (contrabaixo e voz). “Sabe quando o primeiro filho está para nascer e tudo é feito com o maior carinho possível para ele? Estamos assim: o quarto pintado, o berço montado, a casa limpa e perfumada”, brinca Tata Alvez, em relação ao espetáculo de lançamento que farão hoje.

No total, Janela conta com sete canções. “As composições são todas inéditas e minhas. A música que abre o disco, Antes do Big Bang, foi a primeira a ser composta. Nem todas foram pensadas para o grupo, algumas nasceram e decidiram sozinhas que moravam nele”, explica a cantora.

Mesmo sendo um trabalho que acaba de ganhar vida, Janela já chega ao mundo premiado. O grupo participou de três festivais e faturou. “No primeiro – Festival de Música de São Caetano – fomos contemplados como melhor banda. No segundo, Batalha de Bandas do Estúdio Sonzeria –, melhor música autoral com Antes do Big Bang”, diz. E no terceiro, o Fenac (maior festival de canção da América Latina), a banda ficou entre as 20 melhores com a faixa Curta.

Tudo foi feito com muita delicadeza e isso fica claro em temas como Só Vai – dona de belos arranjos de violão – e Paleta Mexicana – com andamento mais lento. Tata conta que as ideias dos arranjos pré existiam junto com elas. A partir daí cada músico deu uma ‘pitada’ de si e os arranjos estavam prontos.

Janela chega ao público carregado de amor em suas letras. Curta diz que precisamos aproveitar o que temos, valorizar um abraço, seguir com o coração e não permitir que regras e padrões impostos nos roubem o poder de vivenciar a felicidade. “O amor prevê o respeito a si e às pessoas. Essa é a única regra em que acreditamos”, afirma Tata. “É preciso lembrar sempre que a ausência dele (amor) gera violência e dor. Enfrentaremos dificuldades individuais e sociais, é um fato inevitável, porém, a maneira como enfrentamos isso é o que muda tudo”, encerra ela.

Janela – Música. No Sesi Mauá – Av. Presidente Castelo Branco, 237. Hoje, a partir das 20h. Entrada gratuita.



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Música repleta de delicadeza

Janela lança hoje no Sesi Mauá disco de estreia com sete faixas; o trabalho do grupo da região já é premiado

Vinícius Castelli

28/07/2018 | 07:00


Quando a música é levada a sério, feita com primor e cuidado, o resultado só pode ser positivo. É isso o que alcança o grupo da região Janela em seu disco de estreia – que tem o mesmo nome (R$ 15 e também disponível nas plataformas digitais) – e é independente. O trabalho ganha vida repleto de temas intimistas, arranjos bem cuidados e pode ser conferido hoje. A banda se apresenta no palco do Sesi Mauá, a partir das 20h. A entrada é gratuita.

A cantora e violonista Tata Alves se encarrega de colocar doçura em canções como Antes do Big Bang, que abre o álbum, Meu Eu Maior e Curta, para citar algumas. Completam o time Atila Adam (guitarra e voz), Cauan Dias (bateria e voz) e Carol Lorac (contrabaixo e voz). “Sabe quando o primeiro filho está para nascer e tudo é feito com o maior carinho possível para ele? Estamos assim: o quarto pintado, o berço montado, a casa limpa e perfumada”, brinca Tata Alvez, em relação ao espetáculo de lançamento que farão hoje.

No total, Janela conta com sete canções. “As composições são todas inéditas e minhas. A música que abre o disco, Antes do Big Bang, foi a primeira a ser composta. Nem todas foram pensadas para o grupo, algumas nasceram e decidiram sozinhas que moravam nele”, explica a cantora.

Mesmo sendo um trabalho que acaba de ganhar vida, Janela já chega ao mundo premiado. O grupo participou de três festivais e faturou. “No primeiro – Festival de Música de São Caetano – fomos contemplados como melhor banda. No segundo, Batalha de Bandas do Estúdio Sonzeria –, melhor música autoral com Antes do Big Bang”, diz. E no terceiro, o Fenac (maior festival de canção da América Latina), a banda ficou entre as 20 melhores com a faixa Curta.

Tudo foi feito com muita delicadeza e isso fica claro em temas como Só Vai – dona de belos arranjos de violão – e Paleta Mexicana – com andamento mais lento. Tata conta que as ideias dos arranjos pré existiam junto com elas. A partir daí cada músico deu uma ‘pitada’ de si e os arranjos estavam prontos.

Janela chega ao público carregado de amor em suas letras. Curta diz que precisamos aproveitar o que temos, valorizar um abraço, seguir com o coração e não permitir que regras e padrões impostos nos roubem o poder de vivenciar a felicidade. “O amor prevê o respeito a si e às pessoas. Essa é a única regra em que acreditamos”, afirma Tata. “É preciso lembrar sempre que a ausência dele (amor) gera violência e dor. Enfrentaremos dificuldades individuais e sociais, é um fato inevitável, porém, a maneira como enfrentamos isso é o que muda tudo”, encerra ela.

Janela – Música. No Sesi Mauá – Av. Presidente Castelo Branco, 237. Hoje, a partir das 20h. Entrada gratuita.

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