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Papo sobre cinema

Juliana Torres/Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

À vontade nos palcos, na TV e também nas telonas, Andréia Horta agora atua como apresentadora


Marcela Munhoz

26/07/2018 | 07:00


Nada mais metalinguístico, e também justo, do que quem faz e entende de cinema falar sobre a arte. É o desafio que Andréia Horta resolveu encarar a partir de hoje, às 21h30, no Canal Brasil. A atriz foi escolhida a apresentadora da terceira temporada de O País do Cinema, que já teve no comando Fabiula Nascimento.

Trata-se da estreia da mineira de Juiz de Fora como apresentadora de televisão. “Fui a última entrevistada do programa e aceitei na hora o convite (do diretor Marcello Ludwig Maia). Enxerguei como grande possibilidade de aprendizado e de desenvolvimento. Apresentar também é um pouco atuar, mas agora estou colocando minha cara, meu nome”, conta ao Diário.

Andréia – que vinha passar férias na casa do pai, em São Caetano, quando criança, e que depois participou do processo de montagem da peça Crime e Castigo, na ELT (Escola Livre de Teatro), em Santo André, nos anos 2000 – fez questão de estudar muito para encarar a maratona de gravação de 26 entrevistas, três por dia. “Reassisti a filmes, pesquisei e me preparei para encarar as conversas. O bacana é que fluiu como um bate-papo mesmo, queria que todo mundo ficasse à vontade, que confiasse em mim. Acho que meu jeitinho mineiro ajudou.”

Nesta leva de entrevistas, discutiram sobre a sétima arte os atores Daniel de Oliveira, Karine Teles, Camila Pitanga e Camila Morgado. A lista conta ainda com nomes de peso como Julio Bressane, Bráulio Mantovani, Cláudio Assis, Sérgio Rezende, Carolina Jabor, Jorge Durán, Hilton Lacerda, entre outros. “Com alguns nunca tinha esbarrado. Tem uma atriz, a Magali Biff, de Pela Janela (2018), que admiro demais, foi um papo muito rico.”

A atriz destaca ainda que o diferencial de O País do Cinema não é falar só sobre as estreias. “Recordamos importantes trabalhos. O projeto é, na verdade, sobre o fazer cinema. Rimos, ficamos emocionados e tenho certeza de que muita gente vai querer ver os filmes após assistir ao programa.” O episódio de estreia aborda as questões femininas e conta com Laís Bodanzky e Maria Ribeiro, diretora e protagonista, respectivamente, de Como Nossos Pais (2017).

Andréia Horta, que ainda colhe os frutos e comentários positivos sobre suas duas últimas personagens – a Elis Regina, no filme Elis, e Lucinda, na novela da Globo Tempo de Amar – diz que não pode falar sobre os próximos papéis, mas tem coisa boa vindo em 2019 e reforça: “Se puder, também quero continuar apresentando”. 



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