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Parcela de lojas com estoque
excessivo sobe para 33,3%

Fernando Frazão/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


23/07/2018 | 17:08


Os estoques do varejo na cidade de São Paulo continuam subindo e a situação de excesso de produtos encalhados nas lojas atingiu o maior número de empresas desde abril de 2017.

Segundo pesquisa da FecomercioSP, entidade que representa os setores de comércio e serviços, a proporção de lojas com estoques acima do ideal na capital paulista chegou a 33,3% em julho, acima do porcentual de junho: 32,4%. No mesmo intervalo, a parcela de lojas com estoques abaixo do ideal subiu de 13,8% para 14%.

Com isso, a parcela dos varejistas com estoques em situação tida como adequada caiu de 53,3% para 52,2% desde o mês passado.

Na avaliação da assessoria econômica da entidade, a greve dos caminhoneiros, deflagrada no fim de maio, reverteu sinais de recuperação econômica e, combinada às incertezas políticas e eleitorais, tem inibido investimentos e desanimado tanto empresários quanto consumidores.

A FecomercioSP diz ver como improvável a volta do quadro de estoques de antes da crise, quando 60% das lojas tinham estoques adequados. "Seria necessária mais uma rodada de otimismo e crescimento das vendas, algo que não parece provável diante dos problemas e incertezas que o País enfrenta", comenta a entidade, acrescentando que as vendas são relativamente mais fracas no início do segundo semestre, o que torna mais difícil o esforço de normalização de estoques.

A pesquisa é feita mensalmente pela FecomercioSP com aproximadamente 600 empresários do comércio no município de São Paulo. Segundo o levantamento deste mês, o índice de adequação de estoques no comércio paulistano chegou a 105 pontos, abaixo dos 107,1 pontos de junho. A escala vai de zero (inadequação total) a 200 pontos (adequação total).



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Parcela de lojas com estoque
excessivo sobe para 33,3%


23/07/2018 | 17:08


Os estoques do varejo na cidade de São Paulo continuam subindo e a situação de excesso de produtos encalhados nas lojas atingiu o maior número de empresas desde abril de 2017.

Segundo pesquisa da FecomercioSP, entidade que representa os setores de comércio e serviços, a proporção de lojas com estoques acima do ideal na capital paulista chegou a 33,3% em julho, acima do porcentual de junho: 32,4%. No mesmo intervalo, a parcela de lojas com estoques abaixo do ideal subiu de 13,8% para 14%.

Com isso, a parcela dos varejistas com estoques em situação tida como adequada caiu de 53,3% para 52,2% desde o mês passado.

Na avaliação da assessoria econômica da entidade, a greve dos caminhoneiros, deflagrada no fim de maio, reverteu sinais de recuperação econômica e, combinada às incertezas políticas e eleitorais, tem inibido investimentos e desanimado tanto empresários quanto consumidores.

A FecomercioSP diz ver como improvável a volta do quadro de estoques de antes da crise, quando 60% das lojas tinham estoques adequados. "Seria necessária mais uma rodada de otimismo e crescimento das vendas, algo que não parece provável diante dos problemas e incertezas que o País enfrenta", comenta a entidade, acrescentando que as vendas são relativamente mais fracas no início do segundo semestre, o que torna mais difícil o esforço de normalização de estoques.

A pesquisa é feita mensalmente pela FecomercioSP com aproximadamente 600 empresários do comércio no município de São Paulo. Segundo o levantamento deste mês, o índice de adequação de estoques no comércio paulistano chegou a 105 pontos, abaixo dos 107,1 pontos de junho. A escala vai de zero (inadequação total) a 200 pontos (adequação total).

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