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Inovação e o futuro do lixo no País


Do Diário do Grande ABC

22/07/2018 | 10:51


De acordo com a revista científica Science Advances, mais de 13 bilhões de toneladas de entulho serão descartados em aterros ou no meio ambiente até 2050, se o ritmo de produção de lixo se mantiver nos padrões atuais. Para superar esse gargalo, a reciclagem é alternativa e mundo afora já é possível ver bons exemplos. A Grécia recicla cerca de 10% dos seus resíduos; o Reino Unido, pouco mais de 17%; e, a Áustria, quase 60%. Mas e o cenário no Brasil? Segundo dados do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, do Ministério do Meio Ambiente, o País produz mais de 70 milhões de toneladas de lixo por ano, cada brasileiro é responsável por 1 quilo de lixo na média e 90% de tudo que é coletado pelas prefeituras brasileiras vão parar em lixões e aterros sanitários, o que representa perda de R$ 8 bilhões.

O engajamento dos governos municipais, estaduais e, principalmente, federal é fundamental para introduzir de vez a cultura do reaproveitamento de resíduo sólido no País. Mas enquanto engatinhamos com políticas ineficientes, a saída é contar com o auxílio da tecnologia. As etiquetas RFID (Radio-Frequency IDentification – identificação por radiofrequência) são dispositivos que utilizam a frequência de rádio para captura de dados e oferecem a melhor solução para gestores que buscam implementar gestão de lixo em seus municípios. Ao anexar uma ‘tag’ (etiqueta) nos caminhões ou em contêineres, os leitores permitem a identificação dos mesmos que, aliados a outros dispositivos como balança eletrônica e GPS (Global Positioning System – sistema de posicionamento global), fornecendo inventário de resíduos com informações sobre quantidade, peso, classificação do lixo. De posse desses dados, gestores podem traçar mapeamento bairro a bairro. Rastreamento do lixo permite otimizar a rota de caminhões para diminuir a incidência de concentração de veículos em bairros onde a produção é menor.

As informações fornecidas pelas etiquetas vão fomentar estudos detalhados por região, viabilizando a implementação de programas mais efetivos de coletas de lixo. Mas o gerenciamento não permite apenas acelerar as taxas de reciclagem, mas, e principalmente, eliminam métodos tradicionais de coleta manual de dados, que são caros, sujeitos a erros, além de evitar a proliferação de doenças que têm no colaborador que desenvolve a atividade a sua principal vítima. O avanço tecnológico tem permitido o desenvolvimento de ‘tags’ mais resistentes para atender as exigências de rastreamento mais eficiente, independentemente das condições adversas de tempo. E a escolha certa de solução RFID trará enorme impacto no sucesso da iniciativa de gerenciamento de resíduos e, como consequência, aumentar as taxas de reciclagem no Brasil.

Edson Yano é gerente de vendas latam da empresa HID Global.


Palavra do leitor

Partidos demais!
Será que a população ainda não percebeu que, com toda essa parafernália de tantos partidos políticos existentes no Brasil, todos eles continuam acendendo velas para Deus e o diabo a fim de elegerem ‘poste’ ou ‘laranja’ para que, como marionetes, manipulem seus representantes que forem eleitos? Dessa forma continuarão usufruindo de suas regalias e pouco se lixando com as obrigações e direitos com o povo brasileiro. Portanto, nas próximas eleições vamos procurar eleger pessoas que tenham pelo menos um pingo de patriotismo, a fim de deixarmos para as próximas gerações pessoas com dignidade, respeito e amor à Pátria. Porque, atualmente, com os políticos que aí estão nos ‘representando’, exceto raríssimas exceções, é como água de salsicha, sem utilidade alguma.</CS></CW>[/27.CARTAS_TX]
Sérgio Antônio Ambrósio
Mauá

Bancos
O que eu acho do desmonte do Estado feito pelos bancos? Que todos têm sua parcela de culpa, assim como o governo, que aceita e não regulariza a atividade econômica dos bancos, com suas altas taxas de juros. O governo é conivente com isso e a própria população é roubada pelos bancos, que pouco dão a ela em troca, tanto os estrangeiros como os nacionais. Deu-se muito poder a essas instituições! Elas enriquecem e não trabalham em favor do governo ou em benefício do povo! Pelo contrário. Agem conforme suas próprias regras e promovem o desestímulo dos pequenos empresários, a quebra da atividade industrial e na economia do País, o desemprego em massa, o enriquecimento da elite bilionária, a desvalorização da moeda, o monopólio de poder centralizador e a influência na escolha de governantes, entre outras coisas. Deveriam ser os financiadores da atividade econômica do País, porém, estão mais interessados em emprestar dinheiro ao governo – que dá aproximadamente 47% do PIB (Produto Interno Bruto). Deveriam também fomentar a atividade, principalmente industrial.
Rafael Alves
Santo André

A desejar
Nesse tempo todo de Lauro Michels à frente da Prefeitura de Diadema o que o munícipe vê nesta administração são calotes, como no Consórcio Intermunicipal, aluguéis de imóveis atrasados e outros. Se Diadema tivesse Câmara Municipal séria, com vereadores voltados aos interesses dos contribuintes, já teria convocado Lauro para dar explicações sobre a saúde financeira da Prefeitura. Ou, para ser mais radical, instaurado CPI para apurar quantos imóveis são alugados pelo Poder Executivo e, desses, quantos estão recebendo em dia. Afinal de contas, é importante saber que Lauro foi eleito para gerir com seriedade o erário. E, pelo que se vê pela mídia, isso não está acontecendo.
Arlindo Ligeirinho Ribeiro
Diadema

Paulo, o pai
Registro nesta Palavra do Leitor, com muito orgulho, minhas congratulações ao senhor Paulo Américo Pinto Serra pela passagem de seu aniversário, hoje. Com certeza será contemplado com as congratulações de amigos e familiares por esta notável ocasião. Que o amigo – a quem tive o prazer de conhecer em visita à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Bangu – possa ser premiado com a felicidade. Deve ter orgulho do filho que cuida de nossa Santo André, prefeito Paulo Serra. Parabéns pelo seu aniversário e por este filho maravilhoso, exemplo para muitos gestores que por aqui passaram. Deus os abençoe.
Edson Campelo
Santo André 



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Inovação e o futuro do lixo no País

Do Diário do Grande ABC

22/07/2018 | 10:51


De acordo com a revista científica Science Advances, mais de 13 bilhões de toneladas de entulho serão descartados em aterros ou no meio ambiente até 2050, se o ritmo de produção de lixo se mantiver nos padrões atuais. Para superar esse gargalo, a reciclagem é alternativa e mundo afora já é possível ver bons exemplos. A Grécia recicla cerca de 10% dos seus resíduos; o Reino Unido, pouco mais de 17%; e, a Áustria, quase 60%. Mas e o cenário no Brasil? Segundo dados do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, do Ministério do Meio Ambiente, o País produz mais de 70 milhões de toneladas de lixo por ano, cada brasileiro é responsável por 1 quilo de lixo na média e 90% de tudo que é coletado pelas prefeituras brasileiras vão parar em lixões e aterros sanitários, o que representa perda de R$ 8 bilhões.

O engajamento dos governos municipais, estaduais e, principalmente, federal é fundamental para introduzir de vez a cultura do reaproveitamento de resíduo sólido no País. Mas enquanto engatinhamos com políticas ineficientes, a saída é contar com o auxílio da tecnologia. As etiquetas RFID (Radio-Frequency IDentification – identificação por radiofrequência) são dispositivos que utilizam a frequência de rádio para captura de dados e oferecem a melhor solução para gestores que buscam implementar gestão de lixo em seus municípios. Ao anexar uma ‘tag’ (etiqueta) nos caminhões ou em contêineres, os leitores permitem a identificação dos mesmos que, aliados a outros dispositivos como balança eletrônica e GPS (Global Positioning System – sistema de posicionamento global), fornecendo inventário de resíduos com informações sobre quantidade, peso, classificação do lixo. De posse desses dados, gestores podem traçar mapeamento bairro a bairro. Rastreamento do lixo permite otimizar a rota de caminhões para diminuir a incidência de concentração de veículos em bairros onde a produção é menor.

As informações fornecidas pelas etiquetas vão fomentar estudos detalhados por região, viabilizando a implementação de programas mais efetivos de coletas de lixo. Mas o gerenciamento não permite apenas acelerar as taxas de reciclagem, mas, e principalmente, eliminam métodos tradicionais de coleta manual de dados, que são caros, sujeitos a erros, além de evitar a proliferação de doenças que têm no colaborador que desenvolve a atividade a sua principal vítima. O avanço tecnológico tem permitido o desenvolvimento de ‘tags’ mais resistentes para atender as exigências de rastreamento mais eficiente, independentemente das condições adversas de tempo. E a escolha certa de solução RFID trará enorme impacto no sucesso da iniciativa de gerenciamento de resíduos e, como consequência, aumentar as taxas de reciclagem no Brasil.

Edson Yano é gerente de vendas latam da empresa HID Global.


Palavra do leitor

Partidos demais!
Será que a população ainda não percebeu que, com toda essa parafernália de tantos partidos políticos existentes no Brasil, todos eles continuam acendendo velas para Deus e o diabo a fim de elegerem ‘poste’ ou ‘laranja’ para que, como marionetes, manipulem seus representantes que forem eleitos? Dessa forma continuarão usufruindo de suas regalias e pouco se lixando com as obrigações e direitos com o povo brasileiro. Portanto, nas próximas eleições vamos procurar eleger pessoas que tenham pelo menos um pingo de patriotismo, a fim de deixarmos para as próximas gerações pessoas com dignidade, respeito e amor à Pátria. Porque, atualmente, com os políticos que aí estão nos ‘representando’, exceto raríssimas exceções, é como água de salsicha, sem utilidade alguma.</CS></CW>[/27.CARTAS_TX]
Sérgio Antônio Ambrósio
Mauá

Bancos
O que eu acho do desmonte do Estado feito pelos bancos? Que todos têm sua parcela de culpa, assim como o governo, que aceita e não regulariza a atividade econômica dos bancos, com suas altas taxas de juros. O governo é conivente com isso e a própria população é roubada pelos bancos, que pouco dão a ela em troca, tanto os estrangeiros como os nacionais. Deu-se muito poder a essas instituições! Elas enriquecem e não trabalham em favor do governo ou em benefício do povo! Pelo contrário. Agem conforme suas próprias regras e promovem o desestímulo dos pequenos empresários, a quebra da atividade industrial e na economia do País, o desemprego em massa, o enriquecimento da elite bilionária, a desvalorização da moeda, o monopólio de poder centralizador e a influência na escolha de governantes, entre outras coisas. Deveriam ser os financiadores da atividade econômica do País, porém, estão mais interessados em emprestar dinheiro ao governo – que dá aproximadamente 47% do PIB (Produto Interno Bruto). Deveriam também fomentar a atividade, principalmente industrial.
Rafael Alves
Santo André

A desejar
Nesse tempo todo de Lauro Michels à frente da Prefeitura de Diadema o que o munícipe vê nesta administração são calotes, como no Consórcio Intermunicipal, aluguéis de imóveis atrasados e outros. Se Diadema tivesse Câmara Municipal séria, com vereadores voltados aos interesses dos contribuintes, já teria convocado Lauro para dar explicações sobre a saúde financeira da Prefeitura. Ou, para ser mais radical, instaurado CPI para apurar quantos imóveis são alugados pelo Poder Executivo e, desses, quantos estão recebendo em dia. Afinal de contas, é importante saber que Lauro foi eleito para gerir com seriedade o erário. E, pelo que se vê pela mídia, isso não está acontecendo.
Arlindo Ligeirinho Ribeiro
Diadema

Paulo, o pai
Registro nesta Palavra do Leitor, com muito orgulho, minhas congratulações ao senhor Paulo Américo Pinto Serra pela passagem de seu aniversário, hoje. Com certeza será contemplado com as congratulações de amigos e familiares por esta notável ocasião. Que o amigo – a quem tive o prazer de conhecer em visita à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Bangu – possa ser premiado com a felicidade. Deve ter orgulho do filho que cuida de nossa Santo André, prefeito Paulo Serra. Parabéns pelo seu aniversário e por este filho maravilhoso, exemplo para muitos gestores que por aqui passaram. Deus os abençoe.
Edson Campelo
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