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Além de cortar a fita

Arte/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Do Diário do Grande ABC

21/07/2018 | 11:14


A solenidade foi concorrida. O governador de São Paulo, rodeado por diversas outras autoridades, chegou, discursou, descerrou a placa, cortou a fita e, oficialmente, os equipamentos foram inaugurados. O fato de não estarem sequer com as obras concluídas era irrelevante à época. O importante para aquele momento, há quatro meses, era cumprir o protocolo antes de deixar o cargo para tentar voo em direção a Brasília.

Tudo isso aconteceu em Diadema. Naquela ocasião, Geraldo Alckmin (PSDB) cumpriu todo o ritual descrito no parágrafo anterior. Ao inaugurar, ou como definiu a sua equipe de comunicação, ‘entregar’, a Fábrica de Cultura. O espaço, que deveria ser o primeiro do tipo fora da Capital, e onde a população espera ter aulas de teatro e outras atividades culturais, ainda hoje é só promessa.

Depois, o tucano e seus seguidores se dirigiram a outro ponto da cidade. Ele repetiu o <CF51>script</CF>, desta vez para a unidade da Rede de Reabilitação Lucy Montoro, referência no tratamento a pacientes com deficiência física ou mobilidade reduzida, no segundo andar do prédio que abriga o Quarteirão da Saúde, e que também segue inativo</CW>.

Alckmin estabeleceu prazo máximo de 90 dias para que os dois equipamentos estivessem em atividade. Limite que já foi superado. Entretanto, pelo que a reportagem deste Diário constatou nos dois endereços, vai demorar bem mais que o programado. Questionado, o Executivo estadual estipulou os meses de dezembro deste ano ou janeiro do próximo para o início das atividades do espaço cultural. Quanto ao centro de Saúde, sequer fixou prazo.

No próximo mês deverá ser lançado edital para contratar empresa que fará a gestão da unidade. Só após esses trâmites é que serão adquidos móveis e equipamentos.

Mais uma vez ficou evidente que o que conta é o nome do ‘gestor’ eternizado na placa e as imagens durante a cerimônia oficial. Quanto à real destinação, isso não é importante e o povo que espere. Sentado, de preferência. 



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Além de cortar a fita

Do Diário do Grande ABC

21/07/2018 | 11:14


A solenidade foi concorrida. O governador de São Paulo, rodeado por diversas outras autoridades, chegou, discursou, descerrou a placa, cortou a fita e, oficialmente, os equipamentos foram inaugurados. O fato de não estarem sequer com as obras concluídas era irrelevante à época. O importante para aquele momento, há quatro meses, era cumprir o protocolo antes de deixar o cargo para tentar voo em direção a Brasília.

Tudo isso aconteceu em Diadema. Naquela ocasião, Geraldo Alckmin (PSDB) cumpriu todo o ritual descrito no parágrafo anterior. Ao inaugurar, ou como definiu a sua equipe de comunicação, ‘entregar’, a Fábrica de Cultura. O espaço, que deveria ser o primeiro do tipo fora da Capital, e onde a população espera ter aulas de teatro e outras atividades culturais, ainda hoje é só promessa.

Depois, o tucano e seus seguidores se dirigiram a outro ponto da cidade. Ele repetiu o <CF51>script</CF>, desta vez para a unidade da Rede de Reabilitação Lucy Montoro, referência no tratamento a pacientes com deficiência física ou mobilidade reduzida, no segundo andar do prédio que abriga o Quarteirão da Saúde, e que também segue inativo</CW>.

Alckmin estabeleceu prazo máximo de 90 dias para que os dois equipamentos estivessem em atividade. Limite que já foi superado. Entretanto, pelo que a reportagem deste Diário constatou nos dois endereços, vai demorar bem mais que o programado. Questionado, o Executivo estadual estipulou os meses de dezembro deste ano ou janeiro do próximo para o início das atividades do espaço cultural. Quanto ao centro de Saúde, sequer fixou prazo.

No próximo mês deverá ser lançado edital para contratar empresa que fará a gestão da unidade. Só após esses trâmites é que serão adquidos móveis e equipamentos.

Mais uma vez ficou evidente que o que conta é o nome do ‘gestor’ eternizado na placa e as imagens durante a cerimônia oficial. Quanto à real destinação, isso não é importante e o povo que espere. Sentado, de preferência. 

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