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PSDB trabalha para pleito em dois turnos em São Paulo

Suamy Beydoun/ Estadão Conteúdo  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Integrante da campanha de Doria, Morando admite dificuldade da eleição, mas cita força do tucanato


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

21/07/2018 | 07:44


Integrante do conselho político que conduz a pré-candidatura do ex-prefeito paulistano João Doria (PSDB) ao governo de São Paulo, o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), reconheceu que o núcleo duro do projeto admite que a eleição deste ano será decidida em dois turnos.

A última vez em que a corrida ao governo paulista caminhou para o segundo turno foi em 2002, quando o então governador Geraldo Alckmin (PSDB), que concorria à reeleição (o tucano havia herdado o Palácio dos Bandeirantes com a morte de Mario Covas, um ano antes), venceu José Genoino (PT) na etapa final do pleito, com 58,6% dos votos válidos.

“Trabalhamos para uma eleição de dois turnos. O (Paulo) Skaf (pré-candidato do MDB) tem perfil similar ao do Doria. No outro campo, à esquerda, há o Márcio França (atual governador, do PSB) e o (Luiz) Marinho (nome do PT na eleição). Doria e Skaf são mais centro-direita. A eleição não será fácil, mas vejo o Doria muito consolidado, com grande time, motivado”, discorreu o tucano.

Desde 2006, o pleito ao Estado termina no primeiro turno e com a vitória de um tucano – José Serra e Alckmin, duas vezes, lideraram essas campanhas e estenderam a hegemonia do PSDB à frente do maior Estado do País. Desta vez, o comando do Palácio dos Bandeirantes está com França, que era vice de Alckmin, que, por sua vez, renunciou ao cargo para concorrer à Presidência do País. Na visão de Morando, entretanto, o segundo turno deve ficar entre Doria e Skaf.

“É eleição de tiro curto. O cenário mostra hoje que Doria e Skaf estariam no segundo turno. É pouco tempo para projetar outro candidato”, apontou Morando, que analisou, contudo, que Skaf terá de carregar o ônus de estar no mesmo partido do presidente Michel Temer (MDB), que carrega os maiores índices de impopularidade da história. “Vai impactar na campanha do Skaf, não tem jeito, ele não terá como fugir. Essa é uma grande vantagem do Doria.”

Ontem, Doria anunciou oficialmente que o deputado federal Rodrigo Garcia (DEM) será seu vice. “É um dos melhores quadros do Estado”, argumentou Morando, que elogiou a postura do ministro Gilberto Kassab (PSD) em abrir mão da indicação. “Teremos bom tempo de TV, capilaridade política”, adicionou o prefeito de São Bernardo.

Morando também comentou sobre a chapa do PSDB ao Senado, formada pelos deputados federais Ricardo Tripoli e Mara Gabrilli. Na visão dele, a dupla tucana briga por apenas uma das duas cadeiras. “Temos de reconhecer a força do (Eduardo) Suplicy (PT, vereador paulistano e pré-candidato ao Senado). Foi um péssimo senador, mas tem um eleitorado cativo e força eleitoral. Infelizmente acredito que somente elegeremos um do PSDB ao Senado. Mas teremos uma cadeira.” 



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