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Aloysio: temor é que EUA e China fechem acordo que acabe prejudicando o Brasil

EBC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


13/07/2018 | 14:16


O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, manifestou nesta sexta-feira preocupação com a possibilidade de que o desfecho das tensões comerciais entre Estados Unidos e China seja um acordo entre os dois países que possa colocar os demais parceiros comerciais, inclusive o Brasil, em desvantagem nas transações com os dois maiores mercados do mundo.

Após participar de reunião com empresários na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Aloysio destacou que a guerra tarifária entre Estados Unidos e China pode até abrir alguns mercados - na medida que o Brasil poderá se apresentar como fornecedor substituto em alguns produtos -, mas seus efeitos no médio prazo são negativos por provocar redução no ritmo de crescimento da economia global.

"As implicações são muito ruins para o mundo, especialmente a um país em desenvolvimento como o nosso, que precisa ter acesso a mercados, que precisa ter maior intercâmbio comercial e de investimentos. Precisamos de regras estáveis, que não dependam do humor deste ou daquele governante", comentou o chanceler.

"Podemos ganhar alguns mercados no curto prazo. Mas, de repente, há um acordo entre Estados Unidos e China, eles fazem a paz, e essa paz pode ser feita em detrimento dos ganhos que possamos ter", acrescentou o ministro.

Após os comentários feitos por Aloysio, o presidente em exercício da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, declarou que o ambiente de negócios piorou no cenário internacional, o que prejudica as negociações de acordos comerciais. "O ambiente de negócios não é propício para se estabelecer relações de longo prazo", disse.



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Aloysio: temor é que EUA e China fechem acordo que acabe prejudicando o Brasil


13/07/2018 | 14:16


O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, manifestou nesta sexta-feira preocupação com a possibilidade de que o desfecho das tensões comerciais entre Estados Unidos e China seja um acordo entre os dois países que possa colocar os demais parceiros comerciais, inclusive o Brasil, em desvantagem nas transações com os dois maiores mercados do mundo.

Após participar de reunião com empresários na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Aloysio destacou que a guerra tarifária entre Estados Unidos e China pode até abrir alguns mercados - na medida que o Brasil poderá se apresentar como fornecedor substituto em alguns produtos -, mas seus efeitos no médio prazo são negativos por provocar redução no ritmo de crescimento da economia global.

"As implicações são muito ruins para o mundo, especialmente a um país em desenvolvimento como o nosso, que precisa ter acesso a mercados, que precisa ter maior intercâmbio comercial e de investimentos. Precisamos de regras estáveis, que não dependam do humor deste ou daquele governante", comentou o chanceler.

"Podemos ganhar alguns mercados no curto prazo. Mas, de repente, há um acordo entre Estados Unidos e China, eles fazem a paz, e essa paz pode ser feita em detrimento dos ganhos que possamos ter", acrescentou o ministro.

Após os comentários feitos por Aloysio, o presidente em exercício da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, declarou que o ambiente de negócios piorou no cenário internacional, o que prejudica as negociações de acordos comerciais. "O ambiente de negócios não é propício para se estabelecer relações de longo prazo", disse.

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