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Colecionador andreense soma 20 álbuns da Copa completos

André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Geraldo Galvão tem material estimado em R$ 700 mil e pretende passar tradição ao filho


João Victor Romoli

09/07/2018 | 07:42


O futebol anima os torcedores e reúne diversas histórias pelo Grande ABC. Uma das principais motivações dos amantes do esporte é colecionar álbuns, revistas e guardar recordações dos campeonatos disputados por seus ídolos. A Copa do Mundo, por exemplo, principal torneio de seleções, sempre foi uma das paixões de Geraldo Galvão, 62 anos, que mora em Santo André.

O ex-gerente de banco tem quase todos os álbuns dos Mundiais, com exceção ao de 1930. E o de 1934 é o único que não está completo, já que faltam sete figurinhas. No total, são 20 livros ilustrados, sem contar as coleções de outros campeonatos, como Copa América, Brasileirão, Libertadores, Copa do Brasil, Estaduais e até torneio Rio-São Paulo.

O amor por colecionar álbuns, aliás, veio do pai, que teve a iniciativa em 1950, mantida por Geraldo a partir de 1970. “Cresci com essa função em casa, meu pai comprava os álbuns e me dava as figurinhas para colar. Fui gostando daquilo, logo tomei a frente para ajudá-lo e vi que poderia ser uma coisa diferente do que o povo fazia. Vi que poderia ser um patrimônio”, lembrou ele, que já recebeu diversas propostas para vender sua coleção, que tem o valor estimado em R$ 700 mil.

“Após a Copa do Mundo de 2014, o museu do São Paulo quis comprar os álbuns. Me ligaram e fizeram proposta de R$ 350 mil. Nem pensei muito, neguei logo em seguida porque sei que valem mais que isso. Outra coisa também é que não tenho a intenção de vender. É algo que veio do meu pai, uma tradição de família. Então quero passar isso para o meu filho, que já coleciona alguns”, falou Geraldo, que guarda sua coleção no cofre de um banco, justamente para não correr o risco de perdê-la ou ser roubado.

Para o Mundial deste ano, porém, ele fez algo diferente. Completou um total de oito álbuns, ficando com um – que já está no cofre –, distribuindo um ao filho e dois para os netos, além de colocar à venda os outros quatro, sendo um deles de capa dura, que está no valor de R$ 300. Os livros ilustrados de capa mole saem por R$ 200. O ex-gerente ainda tem a intenção de adquirir o álbum da Copa da Rússia prateado, que está com as figurinhas dos atletas convocados atualizadas.

Apaixonado por futebol, principalmente por ter frequentado estádios de São Paulo quando era criança e ter conhecido craques como Rivelino e Tostão, Geraldo acredita que colecionar álbum ficou muito mais fácil para os jovens de hoje. “Antigamente, era difícil conseguir as figurinhas e achar alguém para trocar. Eu e meu pai tivemos sorte porque a empresa dele distribuía. Depois, quando continuei essa tradição, a gente comprava de monte e sobravam muitas. Sempre dei um jeito de vender as que sobravam. Hoje vemos todos colecionando, pontos para trocar as figurinhas, ficou tudo mais fácil. Fico feliz porque sei que meu filho tem todas as possibilidades para dar prosseguimento a essa coleção”, completou. 



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