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Belga festeja vaga na semifinal e vê seleção com chance de título

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Nascido na Antuérpia, mas residente em S.Bernardo desde 1974, torcedor acompanhou a partida em casa ao lado de sua cachorra


João Victor Romoli
Especial para o Diário

07/07/2018 | 07:00


Nem todas as pessoas do Grande ABC estavam torcendo pela Seleção Brasileira, nesta sexta-feira, nas quartas de final da Copa do Mundo da Rússia. Isso porque o petroquímico Serge Vandevelde, 79, que mora em São Bernardo, mas nasceu na Antuérpia, na Bélgica, comemorou, ao lado se sua cachorra, o resultado positivo da seleção de seu país.

“Sempre acompanho a Copa do Mundo e, agora, mesmo enfrentando o Brasil, tenho que representar o meu país. É a primeira vez que vejo a Bélgica com chances de ganhar o Mundial. Gosto muito desses jogadores, conheci pessoalmente o Courtois e o De Bruyne. Torço mais ainda”, destacou Serge, que teve a oportunidade de trocar palavras com os jogadores por intermédio do treinador Franky Vercauteren, que é casado com sua sobrinha.
O petroquímico, formado em Engenharia, chegou ao Brasil em 1974 e ficou um pouco dividido durante a partida, já que criou raízes ainda maiores com o País por conta de ser transplantado do fígado, em 2008.

“Vim para trabalhar, a príncipio para ficar seis meses, acompanhado da minha mulher e do meu filho. A empresa na qual eu trabalhava pediu para ficar e desde então moro e gosto muito da região. Fiquei doente há dez anos e esperei um ano por transplante. Desde então sou 97% belga e 3% brasileiro”, falou o torcedor da Bélgica, que também teve sua própria empresa, que importava produtos para mineração, mas foi fechada no ano passado.

Atualmente, Serge mora sozinho em São Bernardo, uma vez que seu filho voltou para seu país natal, enquanto sua mulher morreu em 2013.
“Meu filho foi para Bélgica ano passado e vai ver se fica lá de vez ou volta. Agora vivo com minha cachorra aqui, e me comunico todos os dias com minha mulher atual, que mora em São Paulo. Meu português se desenvolveu ainda mais porque ela é brasileira”, completou.



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