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Torcida fecha Avenida Goiás, faz barulho, mas muda foco após revés com muito pagode

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Depois de sofrer nos bares de S.Caetano, torcedor não deixa placar estragar início do fim de semana


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

07/07/2018 | 07:00


O torcedor tirou a camisa do armário, levou buzinas, apitos e fechou parte da Avenida Goiás, em São Caetano. Mas De Bruyne, Lukaku e Hazard colocaram água no choppe. O apito final e a consolidação da derrota por 2 a 1 provocaram silêncio, rapidamente interrompido por pagode que vinha de um dos bares que transmitiram o confronto. A sensação era de que o brasileiro ficou triste, mas nada que pudesse estragar o fim de semana com feriado prolongado.

No bar se via de tudo. Tinha o torcedor fanático, aquele que sofre, tinha o que xinga, o que opina e o que vai só para curtir e quase não olha para o telão. Entre gritos de incentivos, o que mais se ouvia era “temos de ganhar para eu não ter de trabalhar na terça-feira”, projetando o jogo da semifinal.

Os dois gols belgas, ainda no primeiro tempo, causaram certa incredulidade em quem não está muito habituado a perder, Mas ainda havia quem mantinha a esperança. “Confio no Neymar. Vamos virar”, dizia Tatiana Cruz, 27 anos, que viu todos os jogos da Seleção em bares. “Acho bem mais emocionante ver assim, com a galera.”

O gol de Renato Augusto, no segundo tempo, transformou a rua em arquibancada, mas foi pouco. No fim, alguns não escondiam a tristeza pelo revés.

Um dos contrariados era o ambulante Carlos Eduardo. Mas ele tinha outras razões. Tinha faturado R$ 200 até o apito final e a expectativa era chegar a R$ 1.000. “Se o Brasil tivesse ganhado minha cerveja iria toda embora. Triste em dobro.” 



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Torcida fecha Avenida Goiás, faz barulho, mas muda foco após revés com muito pagode

Depois de sofrer nos bares de S.Caetano, torcedor não deixa placar estragar início do fim de semana

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

07/07/2018 | 07:00


O torcedor tirou a camisa do armário, levou buzinas, apitos e fechou parte da Avenida Goiás, em São Caetano. Mas De Bruyne, Lukaku e Hazard colocaram água no choppe. O apito final e a consolidação da derrota por 2 a 1 provocaram silêncio, rapidamente interrompido por pagode que vinha de um dos bares que transmitiram o confronto. A sensação era de que o brasileiro ficou triste, mas nada que pudesse estragar o fim de semana com feriado prolongado.

No bar se via de tudo. Tinha o torcedor fanático, aquele que sofre, tinha o que xinga, o que opina e o que vai só para curtir e quase não olha para o telão. Entre gritos de incentivos, o que mais se ouvia era “temos de ganhar para eu não ter de trabalhar na terça-feira”, projetando o jogo da semifinal.

Os dois gols belgas, ainda no primeiro tempo, causaram certa incredulidade em quem não está muito habituado a perder, Mas ainda havia quem mantinha a esperança. “Confio no Neymar. Vamos virar”, dizia Tatiana Cruz, 27 anos, que viu todos os jogos da Seleção em bares. “Acho bem mais emocionante ver assim, com a galera.”

O gol de Renato Augusto, no segundo tempo, transformou a rua em arquibancada, mas foi pouco. No fim, alguns não escondiam a tristeza pelo revés.

Um dos contrariados era o ambulante Carlos Eduardo. Mas ele tinha outras razões. Tinha faturado R$ 200 até o apito final e a expectativa era chegar a R$ 1.000. “Se o Brasil tivesse ganhado minha cerveja iria toda embora. Triste em dobro.” 

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