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Bélgica adia sonho brasileiro do hexa

André Mourão / MoWA Press Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Seleção faz gol contra, pressiona, mas peca nas finalizações e deixa a Copa derrotada por 2 a 1


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

07/07/2018 | 07:00


Fim da linha para a Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Rússia. O sonho do hexacampeonato ficou para 2022, no Catar. Ontem, a equipe pressionou a Bélgica durante quase todo o tempo do duelo em Kazan, mas faltaram eficiência e precisão, enquanto aos belgas sobraram competência e sorte para construírem a vitória por 2 a 1. Agora, os europeus terão pela frente a França, terça-feira, às 15h. Já o Brasil vai encarar apenas longa viagem de volta ao País.

A tristeza pela eliminação é evidente. Os questionamentos sobre alguns dos escolhidos por Tite é natural. Mas o Mundial mostrou que a Seleção voltou a ter crédito com a torcida. A grande campanha nas Eliminatórias e o bom desempenho – inclusive ontem – não foram ilusórios. Pelo contrário. O treinador impôs seu estilo de jogo e sua filosofia. Entretanto, do outro lado da partida de ontem tinha uma Bélgica com muita força de vontade, com um goleiro inspirado, que estava engasgada com os brasileiros e pôde, enfim, tirar o grito da garganta.
A forma como o Brasil se apresentou dava a impressão de que era possível ir adiante na Copa. Entretanto, alguns sinais foram demonstrando que não era o dia para o selecionado verde e amarelo. Logo aos sete minutos, quando Thiago Silva meio sem querer desviou escanteio, a bola caprichosamente parou na trave. Na sequência, Paulinho – que costuma ser firme e preciso – foi quem teve uma chance clara, mas pegou de mau jeito.

Aí, de repente, em escanteio para a Bélgica, o pior aconteceu: Fernandinho subiu desajeitado, a bola bateu em seu braço e entrou no gol, sem chances para Alisson: 1 a 0.

A vantagem deu aos belgas o conforto de jogar apenas nos contra-ataques. O Brasil tentava rodar a bola e encontrar espaços. Mas também cedia campo ao adversário. E foi assim que, aos 30, Lukaku ganhou de Fernandinho, avançou desde o campo de defesa e rolou para De Bruyne ampliar: 2 a 0.

Foi um baque para a Seleção, que demorou a se restabelecer. E, quando chegou, parou em Courtois. Caso do apagado Phillipe Coutinho, aos 36.

No intervalo, Tite lançou Firmino, tentando dar mais poderio ao ataque. Mas estava difícil transpor a muralha montada pela defesa belga. Neymar tentou excessivamente centralizar as jogadas, em busca dos mínimos espaços. Muitas foram as finalizações que pararam nas pernas e pés dos rivais.

Douglas Costa e Renato Augusto também entraram como alternativas. E o segundo foi responsável pelo gol brasileiro, de cabeça, aos 30: infiltrou de surpresa no meio da zaga e escorou bola alçada precisamente por Coutinho. Mas o próprio Renato Augusto também desperdiçou chance incrível de empatar, aos 34. Frente a frente com o gol, chutou para fora.

A pressão brasileira era gigante. Afinal, só faltava um gol. Mas no último lance, aos 48, Courtois fez milagre para mandar para escanteio chute colocado de Neymar, e determinou o fim da linha ao Brasil. 



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Bélgica adia sonho brasileiro do hexa

Seleção faz gol contra, pressiona, mas peca nas finalizações e deixa a Copa derrotada por 2 a 1

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

07/07/2018 | 07:00


Fim da linha para a Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Rússia. O sonho do hexacampeonato ficou para 2022, no Catar. Ontem, a equipe pressionou a Bélgica durante quase todo o tempo do duelo em Kazan, mas faltaram eficiência e precisão, enquanto aos belgas sobraram competência e sorte para construírem a vitória por 2 a 1. Agora, os europeus terão pela frente a França, terça-feira, às 15h. Já o Brasil vai encarar apenas longa viagem de volta ao País.

A tristeza pela eliminação é evidente. Os questionamentos sobre alguns dos escolhidos por Tite é natural. Mas o Mundial mostrou que a Seleção voltou a ter crédito com a torcida. A grande campanha nas Eliminatórias e o bom desempenho – inclusive ontem – não foram ilusórios. Pelo contrário. O treinador impôs seu estilo de jogo e sua filosofia. Entretanto, do outro lado da partida de ontem tinha uma Bélgica com muita força de vontade, com um goleiro inspirado, que estava engasgada com os brasileiros e pôde, enfim, tirar o grito da garganta.
A forma como o Brasil se apresentou dava a impressão de que era possível ir adiante na Copa. Entretanto, alguns sinais foram demonstrando que não era o dia para o selecionado verde e amarelo. Logo aos sete minutos, quando Thiago Silva meio sem querer desviou escanteio, a bola caprichosamente parou na trave. Na sequência, Paulinho – que costuma ser firme e preciso – foi quem teve uma chance clara, mas pegou de mau jeito.

Aí, de repente, em escanteio para a Bélgica, o pior aconteceu: Fernandinho subiu desajeitado, a bola bateu em seu braço e entrou no gol, sem chances para Alisson: 1 a 0.

A vantagem deu aos belgas o conforto de jogar apenas nos contra-ataques. O Brasil tentava rodar a bola e encontrar espaços. Mas também cedia campo ao adversário. E foi assim que, aos 30, Lukaku ganhou de Fernandinho, avançou desde o campo de defesa e rolou para De Bruyne ampliar: 2 a 0.

Foi um baque para a Seleção, que demorou a se restabelecer. E, quando chegou, parou em Courtois. Caso do apagado Phillipe Coutinho, aos 36.

No intervalo, Tite lançou Firmino, tentando dar mais poderio ao ataque. Mas estava difícil transpor a muralha montada pela defesa belga. Neymar tentou excessivamente centralizar as jogadas, em busca dos mínimos espaços. Muitas foram as finalizações que pararam nas pernas e pés dos rivais.

Douglas Costa e Renato Augusto também entraram como alternativas. E o segundo foi responsável pelo gol brasileiro, de cabeça, aos 30: infiltrou de surpresa no meio da zaga e escorou bola alçada precisamente por Coutinho. Mas o próprio Renato Augusto também desperdiçou chance incrível de empatar, aos 34. Frente a frente com o gol, chutou para fora.

A pressão brasileira era gigante. Afinal, só faltava um gol. Mas no último lance, aos 48, Courtois fez milagre para mandar para escanteio chute colocado de Neymar, e determinou o fim da linha ao Brasil. 

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