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Em entrevista, Marina fala sobre simplificação e desburocratização de impostos

Ándre Carvalho/CNI/Fotos Públicas Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


05/07/2018 | 12:52


Em entrevista ao vivo ao site Metrópoles, transmitida pela internet nesta quinta-feira, a pré-candidata à Presidência da Rede Sustentabilidade, Marina Silva, afirmou que pretende simplificar e desburocratizar os tributos no País. "Podemos não onerar a cesta básica e favorecer os segmentos mais pobres da sociedade", disse.

A pré-candidata citou a ideia descentralizar e unificar os impostos, comentando brevemente sobre um estudo realizado pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCif), que prevê a substituição de cinco tributos atuais (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por um único.

Marina voltou a falar sobre questões trabalhistas e disse que a legislação precisa ser aperfeiçoada. "Não há dúvida de que precisamos de grandes reformas no Brasil, mas a trabalhista não pode ser para precarizar relações. Ninguém pode chamar de modernização uma mulher trabalhar em uma situação de risco estando grávida", afirmou.

A pré-candidata disse ainda que pretende priorizar questões de saúde no País, com atenção ao SUS e às regras aos planos privados. Ela chegou a comentar também questões econômicas. "O câmbio deve se manter flutuante, mas os mecanismos existentes devem ser acionados para proteger a moeda local", disse.

Sobre seu vice, Marina afirmou que Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo, é uma das possibilidades, mas que o partido também está estudando outros nomes. A pré-candidata também disse que não se oporia a compor um ministério com nomes de partidos como PT e PSDB. "Não tenho preconceito em recrutar bons quadros que por ventura estejam filiados a esses partidos", afirmou.

Antes, porém, a pré-candidata criticou duramente as eleições de 2014 que tiveram Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) no segundo turno. "As últimas eleições foram uma fraude. Pela mentira, violência, abuso do poder econômico e pelo uso de caixa dois", concluiu.



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Em entrevista, Marina fala sobre simplificação e desburocratização de impostos


05/07/2018 | 12:52


Em entrevista ao vivo ao site Metrópoles, transmitida pela internet nesta quinta-feira, a pré-candidata à Presidência da Rede Sustentabilidade, Marina Silva, afirmou que pretende simplificar e desburocratizar os tributos no País. "Podemos não onerar a cesta básica e favorecer os segmentos mais pobres da sociedade", disse.

A pré-candidata citou a ideia descentralizar e unificar os impostos, comentando brevemente sobre um estudo realizado pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCif), que prevê a substituição de cinco tributos atuais (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por um único.

Marina voltou a falar sobre questões trabalhistas e disse que a legislação precisa ser aperfeiçoada. "Não há dúvida de que precisamos de grandes reformas no Brasil, mas a trabalhista não pode ser para precarizar relações. Ninguém pode chamar de modernização uma mulher trabalhar em uma situação de risco estando grávida", afirmou.

A pré-candidata disse ainda que pretende priorizar questões de saúde no País, com atenção ao SUS e às regras aos planos privados. Ela chegou a comentar também questões econômicas. "O câmbio deve se manter flutuante, mas os mecanismos existentes devem ser acionados para proteger a moeda local", disse.

Sobre seu vice, Marina afirmou que Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo, é uma das possibilidades, mas que o partido também está estudando outros nomes. A pré-candidata também disse que não se oporia a compor um ministério com nomes de partidos como PT e PSDB. "Não tenho preconceito em recrutar bons quadros que por ventura estejam filiados a esses partidos", afirmou.

Antes, porém, a pré-candidata criticou duramente as eleições de 2014 que tiveram Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) no segundo turno. "As últimas eleições foram uma fraude. Pela mentira, violência, abuso do poder econômico e pelo uso de caixa dois", concluiu.

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