Fechar
Publicidade

Segunda-Feira, 19 de Novembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Defesa do Consumidor

defesadoconsumidor@dgabc.com.br | 4435-8057

Seguradora alega problema estético para não consertar celular

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Procon de Santo André pede que cliente insista mais uma vez na tentativa de encontrar solução


Daniela Pegoraro

05/07/2018 | 07:00


Um ano após efetuar a compra de um celular de colega, a auxiliar de escritório Kelly Oliveira, de Santo André, começou a reparar alguns defeitos que surgiram com o tempo: o aparelho travava, desligava sozinho e não carregava normalmente. O produto, originalmente comprado na Lojas Americanas, possui garantia estendida pela seguradora Mapfre. A cliente entrou em contato com a empresa, que avaliou e negou seu pedido, alegando que o problema é estético.

De acordo com a consumidora, as cláusulas da seguradora deveriam cobrir sua requisição, como consta no trecho que assegura “reparo ou troca em casos de defeitos funcionais elétricos ou mecânicos do produto”. Ao comunicar os problemas para a empresa, Kelly enviou o celular via correio, com o pedido. Cinco dias depois, a peça retornou sem conserto. “Alegaram que minha reclamação era sobre defeito estético, e o seguro não cobria isso. A tela está quebrada, mas o celular sempre funcionou normalmente desta forma”, lamentou a auxiliar de escritório.

Procurado, o Procon de Santo André orientou que a consumidora encaminhe mais uma vez o aparelho para a seguradora, a fim de reforçar os problemas apresentados, mesmo já havendo documento que relata a razão para a não execução do conserto. Caso o celular não seja consertado, conforme o contrato, em 30 dias ela deve procurar o Procon com documentos pessoais, comprovante de endereço, nota fiscal do produto, contrato do seguro da garantia estendida e, no caso, uma procuração simples do titular do contrato de seguro.

À reportagem do Diário, a seguradora explicou que é justamente por conta da tela quebrada que não houve nenhum reparo, pois o contrato não cobre este tipo de dano. “Após análise do equipamento, foi constatado que a rachadura apresentada na tela do smartphone pode influenciar na funcionalidade do aparelho. Na apólice, a ocorrência não possuía cobertura para danos causados por eventos de causa externa ao produto, tais como roubo, furto, perda, extravio, incêndio, queda, sob tensão da rede elétrica, oxidação, maresia, areia e insetos”, informou a Mapfre em nota. 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.


Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;