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Admir diz que Alaíde descumpriu trato ao demitir aliados de Atila

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Presidente da Câmara e pai do prefeito afastado de Mauá manda recado à emedebista: 'É provisória'


Raphael Rocha

04/07/2018 | 07:07


Presidente da Câmara de Mauá e pai do prefeito afastado da cidade, Atila Jacomussi (PSB), Admir Jacomussi (PRP) afirmou que a prefeita em exercício, Alaíde Damo (MDB), descumpriu acordo firmado entre os grupos quando ela assumiu interinamente a Prefeitura. A principal reclamação é com relação à demissão de aliados diretos de Atila.
Na semana passada, Alaíde exonerou Márcio de Souza (PSB) da chefia de Gabinete e da Secretaria de Comunicação. O socialista é uma das figuras mais próximas de Atila e sua demissão foi interpretada nos corredores do Paço como o sinal mais claro de ruptura política desde a prisão do prefeito, em 9 de maio.

“Eles (clã Damo) tomaram essa atitude (de desligamento de quadros do grupo dos Jacomussi), algo que não foi tratado. O que foi acordado é que atitudes mais drásticas seriam debatidas internamente. Fico entristecido pela atitude precipitada que estão tomando. Cada um toma a atitude que acha que tem de tomar. Mas ela precisa saber que é prefeita provisória”, disparou Admir. “Eles pensam que estão eternamente no poder, mas precisam lembrar que ela (Alaíde) é prefeita interina. Estamos aguardando que a Justiça faça justiça com relação ao Atila. E, se isso acontecer, o tempo vai mostrar o lado certo das coisas.”

Admir fala sobre um trato que foi feito quando Alaíde tomou posse, em 15 de maio, seis dias depois da prisão de Atila. O socialista foi detido no âmbito da Operação Prato Feito, conduzida pela PF (Polícia Federal), porque policiais encontraram R$ 87 mil em espécie em sua casa. Ele foi solto há três semanas por ordem do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), mas está impedido de retomar o mandato por determinação do TRF (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região.

“Em 40 anos de vida pública e nove mandatos de vereador, sempre me pautei pela ética, sem prejudicar ninguém. Sempre tive conduta pacífica, conciliadora. Nunca parti para a perseguição e sempre me pautei pelo diálogo. Cada um sabe o que faz”, disse Admir. Questionado sobre a opinião de Atila a respeito da crise, o presidente da Casa tergiversou. “O Atila está centrado na defesa jurídica dele. Até porque há alguns impedimentos (impostos pelo TRF-3) contra ele. Ele está cuidando da parte jurídica.”

SAÍDAS
Ontem, Alaíde encaminhou a exoneração de Marcos Eduardo Camargo Maluf do posto de secretário adjunto da Pasta de Administração. Outra saída que é dada como certa é a de José Viana Leite do cargo de secretário de Planejamento Urbano.

Há expectativa sobre a exoneração de Israel Aleixo, presidente do PSB mauaense, da superintendência da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá). Ele, porém, continua na função. 



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Admir diz que Alaíde descumpriu trato ao demitir aliados de Atila

Presidente da Câmara e pai do prefeito afastado de Mauá manda recado à emedebista: 'É provisória'

Raphael Rocha

04/07/2018 | 07:07


Presidente da Câmara de Mauá e pai do prefeito afastado da cidade, Atila Jacomussi (PSB), Admir Jacomussi (PRP) afirmou que a prefeita em exercício, Alaíde Damo (MDB), descumpriu acordo firmado entre os grupos quando ela assumiu interinamente a Prefeitura. A principal reclamação é com relação à demissão de aliados diretos de Atila.
Na semana passada, Alaíde exonerou Márcio de Souza (PSB) da chefia de Gabinete e da Secretaria de Comunicação. O socialista é uma das figuras mais próximas de Atila e sua demissão foi interpretada nos corredores do Paço como o sinal mais claro de ruptura política desde a prisão do prefeito, em 9 de maio.

“Eles (clã Damo) tomaram essa atitude (de desligamento de quadros do grupo dos Jacomussi), algo que não foi tratado. O que foi acordado é que atitudes mais drásticas seriam debatidas internamente. Fico entristecido pela atitude precipitada que estão tomando. Cada um toma a atitude que acha que tem de tomar. Mas ela precisa saber que é prefeita provisória”, disparou Admir. “Eles pensam que estão eternamente no poder, mas precisam lembrar que ela (Alaíde) é prefeita interina. Estamos aguardando que a Justiça faça justiça com relação ao Atila. E, se isso acontecer, o tempo vai mostrar o lado certo das coisas.”

Admir fala sobre um trato que foi feito quando Alaíde tomou posse, em 15 de maio, seis dias depois da prisão de Atila. O socialista foi detido no âmbito da Operação Prato Feito, conduzida pela PF (Polícia Federal), porque policiais encontraram R$ 87 mil em espécie em sua casa. Ele foi solto há três semanas por ordem do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), mas está impedido de retomar o mandato por determinação do TRF (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região.

“Em 40 anos de vida pública e nove mandatos de vereador, sempre me pautei pela ética, sem prejudicar ninguém. Sempre tive conduta pacífica, conciliadora. Nunca parti para a perseguição e sempre me pautei pelo diálogo. Cada um sabe o que faz”, disse Admir. Questionado sobre a opinião de Atila a respeito da crise, o presidente da Casa tergiversou. “O Atila está centrado na defesa jurídica dele. Até porque há alguns impedimentos (impostos pelo TRF-3) contra ele. Ele está cuidando da parte jurídica.”

SAÍDAS
Ontem, Alaíde encaminhou a exoneração de Marcos Eduardo Camargo Maluf do posto de secretário adjunto da Pasta de Administração. Outra saída que é dada como certa é a de José Viana Leite do cargo de secretário de Planejamento Urbano.

Há expectativa sobre a exoneração de Israel Aleixo, presidente do PSB mauaense, da superintendência da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá). Ele, porém, continua na função. 

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