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As empresas e a responsabilidade social


Cíntia Bortotto

02/07/2018 | 07:12


Hoje consumidores, clientes, cidadãos, autoridades públicas e investidores têm dado mais importância às questões sociais quando tomam as suas decisões ou fazem as suas escolhas. Isso pressiona as empresas a se preocuparem mais com questões sociais e ambientais. A busca por critérios que garantam a perpetuação da espécie por tempo indeterminado tem sido colocada à prova mais e mais. Buscam-se desde rótulos, embalagens, produtos que não agridam o ambiente até instituições sérias e preocupadas com a comunidade em um exercício conjunto com o poder público em busca de melhores condições culturais, educacionais e esportivas para todos.

Com todo esse movimento, a sociedade em geral acaba se beneficiando, seja quem é ajudado por movimentos que colaboram com a inclusão cultural, educacional e esportiva, sejam indivíduos que já usufruem dessa inclusão. Podemos, assim, viver em uma sociedade mais equilibrada, o que tende a garantir um mundo melhor para as futuras gerações.

A responsabilidade social é um conceito que deve perpassar toda a empresa, desde a criação de produtos que valorizem os quatro ‘Rs’ (reduzir, reutilizar, reciclar e respeitar a biodiversidade), passando pela fabricação dos produtos de uma forma alinhada com conceitos verdes, até o ponto de venda e a relação ética e transparente com clientes e consumidores. Todas as áreas e os níveis devem ser envolvidos.

Para qualquer tamanho de empresa, o primeiro passo é entender o que ela quer quando fala em responsabilidade social. Assim, é necessário fazer um diagnóstico ouvindo os principais integrantes que tomam decisões dentro da companhia. Depois, prepara-se um plano tático e se decide se a empresa quer formar um instituto/uma fundação ou fará os projetos dentro da própria organização.

Nesse momento, também se começa a investigar que tipo de benefício fiscal a companhia pode ter. Depois é necessário montar uma estrutura e começar o trabalho. Pode ser que a empresa faça a opção por elaborar um programa de voluntariado e, daí, envolver os funcionários, ou pode ser que ela decida patrocinar um projeto já existente. São muitos os caminhos. Quanto mais as pessoas envolvem-se na concepção ou no trabalho social, mais engajados ficam os funcionários e mais repercute o tema na empresa.

A área de responsabilidade social pode estar em diferentes segmentos dentro de uma organização, mas necessariamente tem interface com vários deles. Em muitas delas, esta área vem tomando corpo e se tornando independente, ou seja, é uma área que tende a crescer, reportando-se ao número um da empresa. Em outras empresas, a responsabilidade social está ligada ao RH (Recursos Humanos) ou ao marketing. Isso é o mais comum no mercado.

Os resultados de projetos sociais podem ser mais bem observados no médio e longo prazos. Os funcionários sentem-se fazendo parte de algo maior e as pessoas buscam sentido e significado para o que fazem e para os grupos aos quais pertencem.

No longo prazo, a empresa fica mais consistente entre o que fala e prega e o que faz.

Siga confiante e boa sorte! 



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