Fechar
Publicidade

Sexta-Feira, 23 de Agosto

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Cultura & Lazer

cultura@dgabc.com.br | 4435-8364

Samara Felippo dispara sobre fase atual: - Cresci racista e machista, e estou mudando isso

Reprodução / Instagram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


26/06/2018 | 11:12


Apocalipse chegou ao final na última segunda-feira, dia 25, e, por conta disso, Samara Felippo conversou com Fábio Porchat no programa do apresentador para falar sobre o final da trama. Mas o que mais chamou a atenção no bate-papo foram suas declarações sobre machismo e racismo, dois assuntos amplamente abordados por Samara nas redes sociais por conta de suas filhas, Alícia e Lara, fruto de seu casamento com o jogador de basquete Leandrinho.

Donas de lindos cachos e com ascendência negra, as meninas fizeram a mãe se envolver nesse universo e a debater todas as questões raciais decorrentes do tema

- As crianças negras crescem não se vendo nos lugares. Eu não vou parar de lutar por isso, declara Samara, que grava vídeos para seu canal no YouTube ao lado delas.

Samara também falou sobre representatividade e como começou a lidar com a questão de empoderamento negro em seu relacionamento com as duas:

- Minha filha mais velha chegou em casa pedindo pra alisar o cabelo, sendo que ela só tem sete anos. Ela me disse que as amigas dela não têm cabelo enrolado, e percebi ali que era o momento de falar sobre isso. As crianças negras crescem sem se ver nos lugares, brinquedos, filmes, princesas. Eu cresci me vendo em todas as princesas. Eu cresci racista, e machista também, achando que existe cor de menino e menina, brinquedo de menina e menino. Estou lutando contra isso e não vou parar, comentou ela.

A atriz também afirmou ter cuidado em sua militância:

- Eu sei que não tenho lugar de fala nisso. Sou uma mulher branca que cresceu sendo chamada de princesa, eu me sentia representada em todos os lugares. Mas como mãe espero estar criando mulheres empoderadas e que vão lutar contra isso no futuro.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Samara Felippo dispara sobre fase atual: - Cresci racista e machista, e estou mudando isso


26/06/2018 | 11:12


Apocalipse chegou ao final na última segunda-feira, dia 25, e, por conta disso, Samara Felippo conversou com Fábio Porchat no programa do apresentador para falar sobre o final da trama. Mas o que mais chamou a atenção no bate-papo foram suas declarações sobre machismo e racismo, dois assuntos amplamente abordados por Samara nas redes sociais por conta de suas filhas, Alícia e Lara, fruto de seu casamento com o jogador de basquete Leandrinho.

Donas de lindos cachos e com ascendência negra, as meninas fizeram a mãe se envolver nesse universo e a debater todas as questões raciais decorrentes do tema

- As crianças negras crescem não se vendo nos lugares. Eu não vou parar de lutar por isso, declara Samara, que grava vídeos para seu canal no YouTube ao lado delas.

Samara também falou sobre representatividade e como começou a lidar com a questão de empoderamento negro em seu relacionamento com as duas:

- Minha filha mais velha chegou em casa pedindo pra alisar o cabelo, sendo que ela só tem sete anos. Ela me disse que as amigas dela não têm cabelo enrolado, e percebi ali que era o momento de falar sobre isso. As crianças negras crescem sem se ver nos lugares, brinquedos, filmes, princesas. Eu cresci me vendo em todas as princesas. Eu cresci racista, e machista também, achando que existe cor de menino e menina, brinquedo de menina e menino. Estou lutando contra isso e não vou parar, comentou ela.

A atriz também afirmou ter cuidado em sua militância:

- Eu sei que não tenho lugar de fala nisso. Sou uma mulher branca que cresceu sendo chamada de princesa, eu me sentia representada em todos os lugares. Mas como mãe espero estar criando mulheres empoderadas e que vão lutar contra isso no futuro.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;