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São Bernardo é sede de centro nacional de pesquisas sobre ufologia

Celso Luiz  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Estudiosos sobre existência de outras formas de vida no universo celebram hoje dia internacional; apaixonados destacam experiências


Bianca Barbosa
Especial para o Diário

24/06/2018 | 07:00


A possibilidade de existência de outras formas de vida no universo atrai muita gente para o estudo da ufologia, cujo dia internacional é comemorado hoje. Mais do que ‘caçadores de ETs’, como pressupõe o senso comum, os profissionais dedicados ao tema têm o objetivo de encontrar indícios científicos sobre Ovinis (Objetos Voadores Não Identificados) e eventos relacionados às suas aparições.

O 71° Dia Internacional da Ufologia celebra o início oficial da chamada Era Moderna dos Discos Voadores (1947). Conforme explica o presidente da Rede Brasileira de Pesquisas Ufológicas – mais conhecida como Burn (Brazilian UFO Research Network) –, cuja sede fica em São Bernardo, Josef David Prado, os pesquisadores não trabalham com base na crença em extraterrestres. “Hoje em dia já é consenso entre grandes astrofísicos e astrobiólogos a possibilidade de existência da vida fora da Terra e essa certeza vem com base no estudo do universo e no entendimento de sua vastidão e das probabilidades”. Fundador do grupo de discussões em 1998, ele revela que passou a se interessar pelo assunto e a estudar o tema quando o pai apresentou o documentário Eram os Deuses Astronautas.

Apaixonada pelo assunto desde os 14 anos, a redatora Ana Luíza Comissário, 21, busca entender e tirar as próprias conclusões sobre os principais casos e teorias da ufologia. Ela acompanha, atualmente, o AlienCon, evento que reúne nomes importantes da área nos Estados Unidos. “É uma das melhores experiências que eu já tive a oportunidade de vivenciar. Afinal, além de palestras e debates interessantes sobre o assunto, tive a oportunidade de conversar com aqueles que inspiraram essa crença e a busca pela vida extraterrestre. Fiquei impressionada, também, com o incontável número de participantes.”

Ana Luíza revela estar perto de realizar sonho antigo: ter atividade remunerada baseada nas experiências e conhecimentos na ufologia. “A ideia é unir minha profissão e a ufologia, no futuro, de forma que eu possa escrever e transmitir novas informações sobre o tema.”

Outro estudante incansável da ufologia é o professor de Geografia Eduardo Pereira da Silva, 41, que começou a gostar do assunto com apenas 7 anos, por meio de filmes e documentários. “É meu hobby. O interesse veio em 1986, quando assisti ao filme E.T. Foi uma coisa que fixou na minha cabeça. Depois, o Fantástico, em 1988, mostrou desenhos de norte-americanos que foram capturados por ETs e, desde então, passei a estudar o tema.” Ele acredita que exista vida em outros planetas. “Há 50 anos, as pessoas tinham medo de falar sobre isso. Hoje elas têm coragem. Há a internet, os ufólogos. O ambiente está mais influente e legal”, considera.

Já Ana Luíza acredita que a data é simbólica para ressaltar a importância de se buscar novas respostas e informações sobre o que está a nossa volta, sem preconceitos. “A ufologia ainda sofre com os dogmas absorvidos em nossa sociedade. Cada um tem direito a acreditar no que bem entende, só é fundamental mantermos nossas mentes abertas.” 



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