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Parques viram opção a quem não conseguiu viajar no feriado

André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Com abastecimento de postos comprometido, morador da região curtiu o dia de descanso nas praças


Humberto Domiciano

01/06/2018 | 07:00


A greve dos caminhoneiros e o fato de muitas empresas terem expediente hoje fizeram com que os parques públicos do Grande ABC registrassem boa presença de público no feriado prolongado.

Em São Caetano, o Parque Chico Mendes, no bairro Cerâmica, foi uma opção escolhida por muitas pessoas que preferiram aproveitar o feriado de Corpus Christi em um local mais perto de casa.

A movimentação também acabou incentivada pelo clima ameno, com presença de sol em diversas partes do dia.

Foi o caso da dona de casa Cleusa Pessolato. “Moro aqui perto do parque e aproveitei o tempo bom para passear um pouco e descansar”, definiu.

Por sua vez, o administrador Humberto Tomandel, 41, destacou que a instabilidade observada durante a semana, com redução da frota de ônibus e falta de combustível, causou apreensão. “Muitas pessoas ficaram reféns dessa situação. Por sorte, eu estava com tanque cheio, mas foi algo que afastou as pessoas de terem outras opções no feriado. Foi uma semana com poucos carros na rua”, reconheceu. Tomandel complementou que tem o costume de levar os filhos até o parque. “Minha família já não iria viajar neste feriado, por isso resolvemos curtir um pouco no parque.”

O jornaleiro Renato Bueno, 54, afirmou que a crise incrementou o movimento no parque no dia de ontem. “Tive problemas até para estacionar o carro, pela quantidade de gente que veio aproveitar o dia de sol. Vejo que tem mais pessoas do que normalmente tem por aqui.”

Outro ponto que afetou o movimento, na visão de frequentadores, é que diversas empresas terão expediente normal no dia de hoje. “Vou trabalhar e isso impediu uma viagem mais longa. Também vejo que a crise assustou um pouco, é um momento de cautela”, ponderou o segurança Paulo Gomes, 46.

O mesmo acontece com Renato Bueno, que disse não fechar sua banca de jornal. “Tenho o costume de trabalhar direto e nos feriados não é diferente. Vejo que muitos profissionais autônomos fazem isso também nos dias como hoje (ontem)”, completou o jornaleiro.

PRODUTOS

Para os comerciantes que atuam no Parque Chico Mendes, a crise causou algum incômodo, mas não atrapalhou o fornecimento de produtos. “Tive alguns problemas para comprar gelo no começo da semana, mas acabei achando em outro lugar e consegui estar no parque com tudo disponível”, afirmou o vendedor de sorvetes Francisco da Silva.

Já o comerciante Rogério Martins destacou que o fato de ter mantido o estoque nos últimos dias garantiu as vendas no feriado. “Tinha feito compras antes da crise e não tive grandes problemas nesta semana. O movimento de hoje (ontem) está muito bom”, completou.

Outros comerciantes também comemoraram a presença maior de público. Nas lanchonetes internas do parque, algumas filas foram observadas pela reportagem do Diário. 



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Parques viram opção a quem não conseguiu viajar no feriado

Com abastecimento de postos comprometido, morador da região curtiu o dia de descanso nas praças

Humberto Domiciano

01/06/2018 | 07:00


A greve dos caminhoneiros e o fato de muitas empresas terem expediente hoje fizeram com que os parques públicos do Grande ABC registrassem boa presença de público no feriado prolongado.

Em São Caetano, o Parque Chico Mendes, no bairro Cerâmica, foi uma opção escolhida por muitas pessoas que preferiram aproveitar o feriado de Corpus Christi em um local mais perto de casa.

A movimentação também acabou incentivada pelo clima ameno, com presença de sol em diversas partes do dia.

Foi o caso da dona de casa Cleusa Pessolato. “Moro aqui perto do parque e aproveitei o tempo bom para passear um pouco e descansar”, definiu.

Por sua vez, o administrador Humberto Tomandel, 41, destacou que a instabilidade observada durante a semana, com redução da frota de ônibus e falta de combustível, causou apreensão. “Muitas pessoas ficaram reféns dessa situação. Por sorte, eu estava com tanque cheio, mas foi algo que afastou as pessoas de terem outras opções no feriado. Foi uma semana com poucos carros na rua”, reconheceu. Tomandel complementou que tem o costume de levar os filhos até o parque. “Minha família já não iria viajar neste feriado, por isso resolvemos curtir um pouco no parque.”

O jornaleiro Renato Bueno, 54, afirmou que a crise incrementou o movimento no parque no dia de ontem. “Tive problemas até para estacionar o carro, pela quantidade de gente que veio aproveitar o dia de sol. Vejo que tem mais pessoas do que normalmente tem por aqui.”

Outro ponto que afetou o movimento, na visão de frequentadores, é que diversas empresas terão expediente normal no dia de hoje. “Vou trabalhar e isso impediu uma viagem mais longa. Também vejo que a crise assustou um pouco, é um momento de cautela”, ponderou o segurança Paulo Gomes, 46.

O mesmo acontece com Renato Bueno, que disse não fechar sua banca de jornal. “Tenho o costume de trabalhar direto e nos feriados não é diferente. Vejo que muitos profissionais autônomos fazem isso também nos dias como hoje (ontem)”, completou o jornaleiro.

PRODUTOS

Para os comerciantes que atuam no Parque Chico Mendes, a crise causou algum incômodo, mas não atrapalhou o fornecimento de produtos. “Tive alguns problemas para comprar gelo no começo da semana, mas acabei achando em outro lugar e consegui estar no parque com tudo disponível”, afirmou o vendedor de sorvetes Francisco da Silva.

Já o comerciante Rogério Martins destacou que o fato de ter mantido o estoque nos últimos dias garantiu as vendas no feriado. “Tinha feito compras antes da crise e não tive grandes problemas nesta semana. O movimento de hoje (ontem) está muito bom”, completou.

Outros comerciantes também comemoraram a presença maior de público. Nas lanchonetes internas do parque, algumas filas foram observadas pela reportagem do Diário. 

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