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Harvey Weinstein pode pegar até 25 anos de prisão por estupro

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


31/05/2018 | 12:00


O ex-produtor de cinema Harvey Weinstein foi indiciado por estupro e crimes sexuais por um grande júri de Nova York, nos Estados Unidos, nesta quinta-feira, 30.

Segundo um comunicado da Procuradoria do Distrito de Manhattan, as acusações dizem respeito a abusos contra duas mulheres e ocorreram em 2004 e 2013, quando Weinstein, no papel de dono da Miramax, era um dos homens mais poderosos da indústria cinematográfica norte-americana.

"As denúncias deixam o acusado um passo mais perto de ser responsabilizado pelos crimes de violência", disse o procurador Cyrus Vance, acrescentando que o inquérito segue "ativo e em curso".

A incriminação chega pouco depois de os advogados do ex-produtor terem comunicado sua decisão de não testemunhar perante o grande júri, corpo legal característico da Justiça dos EUA e que é convocado por procuradores para investigar crimes, ouvir depoimentos sob juramento e até proferir acusações.

Weinstein, 66, se entregou à polícia na última sexta-feira, 25, mas foi liberado após pagar fiança de US$ 1 milhão. Se condenado, ele pode pegar até 25 anos de cadeia. Uma das mulheres em questão não foi identificada e diz que o ex-produtor a trancou e violentou em um quarto de hotel em Nova York.

A outra é a ex-atriz Lucia Evans, que diz ter sido forçada a fazer sexo oral em Weinstein em 2004. A defesa do ex-produtor alega que ele nunca teve "comportamento sexual sem consentimento".

As denúncias eclodiram no fim de 2017 e desmoronaram o império construído por Weinstein, que foi banido da Academia do Oscar e se afastou da Miramax. Entre suas vítimas estão estrelas como Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Cara Delevingne, Léa Seydoux e Asia Argento.



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Harvey Weinstein pode pegar até 25 anos de prisão por estupro


31/05/2018 | 12:00


O ex-produtor de cinema Harvey Weinstein foi indiciado por estupro e crimes sexuais por um grande júri de Nova York, nos Estados Unidos, nesta quinta-feira, 30.

Segundo um comunicado da Procuradoria do Distrito de Manhattan, as acusações dizem respeito a abusos contra duas mulheres e ocorreram em 2004 e 2013, quando Weinstein, no papel de dono da Miramax, era um dos homens mais poderosos da indústria cinematográfica norte-americana.

"As denúncias deixam o acusado um passo mais perto de ser responsabilizado pelos crimes de violência", disse o procurador Cyrus Vance, acrescentando que o inquérito segue "ativo e em curso".

A incriminação chega pouco depois de os advogados do ex-produtor terem comunicado sua decisão de não testemunhar perante o grande júri, corpo legal característico da Justiça dos EUA e que é convocado por procuradores para investigar crimes, ouvir depoimentos sob juramento e até proferir acusações.

Weinstein, 66, se entregou à polícia na última sexta-feira, 25, mas foi liberado após pagar fiança de US$ 1 milhão. Se condenado, ele pode pegar até 25 anos de cadeia. Uma das mulheres em questão não foi identificada e diz que o ex-produtor a trancou e violentou em um quarto de hotel em Nova York.

A outra é a ex-atriz Lucia Evans, que diz ter sido forçada a fazer sexo oral em Weinstein em 2004. A defesa do ex-produtor alega que ele nunca teve "comportamento sexual sem consentimento".

As denúncias eclodiram no fim de 2017 e desmoronaram o império construído por Weinstein, que foi banido da Academia do Oscar e se afastou da Miramax. Entre suas vítimas estão estrelas como Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Cara Delevingne, Léa Seydoux e Asia Argento.

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