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Operador do PSDB volta a pedir liberdade a Gilmar

Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


30/05/2018 | 19:21


De volta à cadeia da Lava Jato, ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza pediu novamente liberdade ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Apontado com operador do PSDB, ele requereu que sua filha, Tatiana Arana, também seja solta.

Vieira de Souza, Tatiana e o ex-chefe do departamento de Assentamentos da Dersa Geraldo Casas Vilela foram presos nesta quarta-feira, 30, na Lava Jato em São Paulo. Eles são réus em ação penal sobre supostos desvios de R$ 7,7 milhões da Dersa em programas de reassentamento do Rodoanel Trecho Sul. Vilela também pediu habeas a Gilmar.

Para a força-tarefa, há novos indícios de supostas ameaças contra testemunhas na ação penal.

Souza e Vilela foram presos no dia 5 de abril. No dia 11, Gilmar Mendes acolheu habeas do suposto operador do PSDB e o colocou em liberdade. Três dias depois, estendeu a decisão para soltar o outro ex-diretor da Dersa.

Para o ministro, na decisão que soltou Souza, além da "comprovação do ocorrido não ser sólida", não havia indício da autoria das ameaças.



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Operador do PSDB volta a pedir liberdade a Gilmar


30/05/2018 | 19:21


De volta à cadeia da Lava Jato, ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza pediu novamente liberdade ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Apontado com operador do PSDB, ele requereu que sua filha, Tatiana Arana, também seja solta.

Vieira de Souza, Tatiana e o ex-chefe do departamento de Assentamentos da Dersa Geraldo Casas Vilela foram presos nesta quarta-feira, 30, na Lava Jato em São Paulo. Eles são réus em ação penal sobre supostos desvios de R$ 7,7 milhões da Dersa em programas de reassentamento do Rodoanel Trecho Sul. Vilela também pediu habeas a Gilmar.

Para a força-tarefa, há novos indícios de supostas ameaças contra testemunhas na ação penal.

Souza e Vilela foram presos no dia 5 de abril. No dia 11, Gilmar Mendes acolheu habeas do suposto operador do PSDB e o colocou em liberdade. Três dias depois, estendeu a decisão para soltar o outro ex-diretor da Dersa.

Para o ministro, na decisão que soltou Souza, além da "comprovação do ocorrido não ser sólida", não havia indício da autoria das ameaças.

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