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Sindicato diz que 70% da indústria do cimento está fora de operação no País

 Dênio Simões/ Agência Brasília/Fotos Públicas Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


30/05/2018 | 16:59


O Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) informou nesta quarta-feira, 30, que 70% das fábricas em todo o Brasil estão fora de operação, em decorrência da greve dos caminhoneiros. Segundo o sindicato, nesta quarta, menos de 3% da quantidade média diária de cimento distribuída no País está chegando ao destino, patamar pior do que os 5% registrados no domingo, dia 27.

"Antes da paralisação, o setor distribuía em média 200 mil toneladas por dia. No inicio da greve, esse número passou para 10 mil toneladas por dia e agora não chega a 6 mil", afirmou o presidente do SNIC, Paulo Camillo Penna.

"O cimento é um produto perecível e requer condições especiais de armazenagem e transporte. Os locais destinados ao armazenamento, por exemplo, são projetados para acumular no máximo três dias de produção", disse.

O presidente do sindicato reforçou também que, depois de encerrada a greve dos caminhoneiros, serão necessárias duas a três semanas para que o funcionamento das fábricas de cimento seja normalizado.

A indústria do cimento também está preocupada com a potencial elevação nos custos de produção nos próximos dias, como reflexo da forte demanda represada pelas diversas indústrias do País.

Segundo o sindicato, isso poderá aumentar os custos individuais de insumos. Além disso, está prevista a elevação dos custos dos fretes em função do tabelamento instituído pela Medida Provisória 832.



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Sindicato diz que 70% da indústria do cimento está fora de operação no País


30/05/2018 | 16:59


O Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) informou nesta quarta-feira, 30, que 70% das fábricas em todo o Brasil estão fora de operação, em decorrência da greve dos caminhoneiros. Segundo o sindicato, nesta quarta, menos de 3% da quantidade média diária de cimento distribuída no País está chegando ao destino, patamar pior do que os 5% registrados no domingo, dia 27.

"Antes da paralisação, o setor distribuía em média 200 mil toneladas por dia. No inicio da greve, esse número passou para 10 mil toneladas por dia e agora não chega a 6 mil", afirmou o presidente do SNIC, Paulo Camillo Penna.

"O cimento é um produto perecível e requer condições especiais de armazenagem e transporte. Os locais destinados ao armazenamento, por exemplo, são projetados para acumular no máximo três dias de produção", disse.

O presidente do sindicato reforçou também que, depois de encerrada a greve dos caminhoneiros, serão necessárias duas a três semanas para que o funcionamento das fábricas de cimento seja normalizado.

A indústria do cimento também está preocupada com a potencial elevação nos custos de produção nos próximos dias, como reflexo da forte demanda represada pelas diversas indústrias do País.

Segundo o sindicato, isso poderá aumentar os custos individuais de insumos. Além disso, está prevista a elevação dos custos dos fretes em função do tabelamento instituído pela Medida Provisória 832.

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