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Mauaense tem até as 18h para liberar estádio ou perderá por WO

MKT Esportes/Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Diretoria para deixar Pedro Benedetti em condições que atendam solicitações da Federação Paulista


Dérek Bittencourt

30/05/2018 | 07:00


O Grêmio Mauaense tem até as 18h de hoje para confirmar junto à Federação Paulista de Futebol a liberação do Estádio Pedro Benedetti para não perder por WO a partida de sábado, contra o Jabaquara, pela Segundona estadual. A entidade interditou a praça esportiva, solicitando série de intervenções para liberação. Desde sábado, a Locomotiva promove mutirão com jogadores da base, comissão técnica, diretoria e torcida para cumprir as exigências e acredita que terá êxito.

Foram solicitadas melhorias e limpezas nos vestiários e banheiros, pintura e numeração das arquibancadas, remarcacões do campo, readequações nas traves, entre outras. A maior parte das modificações já foi efetuada e a expectativa é que hoje sejam realizadas as finalizações dos trabalhos e ocorra a liberação pela FPF.

DISCÓRDIA
Para ter mais tempo de deixar o Pedro Benedetti em ordem, o Grêmio Mauaense tentou transferir o jogo contra o Jabaquara para o Bruno Daniel. Entretanto, a possibilidade terminou em decepção para o presidente Marcos Capuano, o Quinho. “Fiquei magoado. A Secretaria de Esporte de Santo André se negou a me emprestar o estádio. Argumentei com eles que o Santo André teve sua dificuldade quando interditou o Bruno, jogou por um ano em Mauá, mas foi irredutível. Falou em decreto, veio me cobrar R$ 6.500 para usar. Fiquei chocado”, afirmou o mandatário.

O secretário andreense da Pasta de Esporte, Marcelo Chehade, deu sua versão sobre os fatos. “Existe um decreto que o valor mínimo a ser cobrado pelo aluguel do estádio é R$ 6.500. O Mauá FC me pediu o Bruno Daniel para jogar no domingo (contra o Barcelona, vitória por 4 a 0) e fizemos por R$ 5.000. Depositaram R$ 4.500 no fundo do Esporte e R$ 500 foram usados para pagar hora extra dos funcionários. No mesmo dia que o pessoal do Mauá ligou, entrou também em contato o do Grêmio Mauaense. Eu disse que faria a mesma coisa (valor), aí achou ruim. Até o Santo André tem contrapartida para jogar no estádio. Não importa história, tenho estádio que está aqui e tem valor, tem custo. Não posso aumentar custo de secretaria, que já tem baixo recurso”, posicionou-se. 



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Mauaense tem até as 18h para liberar estádio ou perderá por WO

Diretoria para deixar Pedro Benedetti em condições que atendam solicitações da Federação Paulista

Dérek Bittencourt

30/05/2018 | 07:00


O Grêmio Mauaense tem até as 18h de hoje para confirmar junto à Federação Paulista de Futebol a liberação do Estádio Pedro Benedetti para não perder por WO a partida de sábado, contra o Jabaquara, pela Segundona estadual. A entidade interditou a praça esportiva, solicitando série de intervenções para liberação. Desde sábado, a Locomotiva promove mutirão com jogadores da base, comissão técnica, diretoria e torcida para cumprir as exigências e acredita que terá êxito.

Foram solicitadas melhorias e limpezas nos vestiários e banheiros, pintura e numeração das arquibancadas, remarcacões do campo, readequações nas traves, entre outras. A maior parte das modificações já foi efetuada e a expectativa é que hoje sejam realizadas as finalizações dos trabalhos e ocorra a liberação pela FPF.

DISCÓRDIA
Para ter mais tempo de deixar o Pedro Benedetti em ordem, o Grêmio Mauaense tentou transferir o jogo contra o Jabaquara para o Bruno Daniel. Entretanto, a possibilidade terminou em decepção para o presidente Marcos Capuano, o Quinho. “Fiquei magoado. A Secretaria de Esporte de Santo André se negou a me emprestar o estádio. Argumentei com eles que o Santo André teve sua dificuldade quando interditou o Bruno, jogou por um ano em Mauá, mas foi irredutível. Falou em decreto, veio me cobrar R$ 6.500 para usar. Fiquei chocado”, afirmou o mandatário.

O secretário andreense da Pasta de Esporte, Marcelo Chehade, deu sua versão sobre os fatos. “Existe um decreto que o valor mínimo a ser cobrado pelo aluguel do estádio é R$ 6.500. O Mauá FC me pediu o Bruno Daniel para jogar no domingo (contra o Barcelona, vitória por 4 a 0) e fizemos por R$ 5.000. Depositaram R$ 4.500 no fundo do Esporte e R$ 500 foram usados para pagar hora extra dos funcionários. No mesmo dia que o pessoal do Mauá ligou, entrou também em contato o do Grêmio Mauaense. Eu disse que faria a mesma coisa (valor), aí achou ruim. Até o Santo André tem contrapartida para jogar no estádio. Não importa história, tenho estádio que está aqui e tem valor, tem custo. Não posso aumentar custo de secretaria, que já tem baixo recurso”, posicionou-se. 

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