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Rashid promove debate com música

Tiago Rocha/Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Rapper apresenta resultado de novo disco, ‘Crise’, sexta-feira, no Sesc Santo André


Vinícius Castelli

30/05/2018 | 07:00


A ideia de Rashid é promover o debate e colocar as cabeças para pensarem. Rapper e compositor paulistano, o artista está com disco novo em folha, Crise, e se apresenta em Santo André na sexta-feira, a partir das 21h, no Sesc (Rua Tamarutaca, 302. Tel.: 4469-1200).

As entradas para o espetáculo custam de R$ 6 a R$ 20 e podem ser compradas pelo site www.sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades.

O repertório do show, segundo o artista, é comandado pelas faixas do novo álbum, porém, há outras músicas que ele não pode deixar para trás. “Detalhe que o show é com DJ e banda, então traz toda uma nova experiência para quem for assistir, porque não é sempre que conseguimos fazer este formato”, explica ao Diário.

Ele conta que Crise é um trabalho pessoal, bem voltado para dentro, introspectivo. “Acho que essa conversa comigo me forçou a amadurecer as ideias. Estava dando conselhos para mim mesmo em várias das músicas. Foi uma terapia escrever o disco”, afirma.

O artista acredita que seu trabalho tenha mudado ao longo do tempo. Percebeu que as pessoas sentiram isso também. “Recebi ligações de colegas da música elogiando isso”, conta ele, que acredita estar mais maduro. Fora o fato, segundo Rashid, de as músicas se contrariarem propositadamente, como os nossos estados de humor em um mesmo dia. Uma hora esperançoso, outra hora pessimista. É o disco mais humano que fiz, não tem tanto o Rashid ‘bonzinho’ dos outros trabalhos e também não há muito aquela coisa do super-herói que os MCs sempre trazem à tona”, diz.

Rashid conta que quando fala de sua realidade em uma música, mesmo que de forma particular, acaba falando de milhares de outras realidades de jovens que cresceram pelas periferias do País. “Acredito que esse é o ponto em que as pessoas se identificam com meu som e é aí mesmo que mora toda a importância da arte.” 



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Rashid promove debate com música

Rapper apresenta resultado de novo disco, ‘Crise’, sexta-feira, no Sesc Santo André

Vinícius Castelli

30/05/2018 | 07:00


A ideia de Rashid é promover o debate e colocar as cabeças para pensarem. Rapper e compositor paulistano, o artista está com disco novo em folha, Crise, e se apresenta em Santo André na sexta-feira, a partir das 21h, no Sesc (Rua Tamarutaca, 302. Tel.: 4469-1200).

As entradas para o espetáculo custam de R$ 6 a R$ 20 e podem ser compradas pelo site www.sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades.

O repertório do show, segundo o artista, é comandado pelas faixas do novo álbum, porém, há outras músicas que ele não pode deixar para trás. “Detalhe que o show é com DJ e banda, então traz toda uma nova experiência para quem for assistir, porque não é sempre que conseguimos fazer este formato”, explica ao Diário.

Ele conta que Crise é um trabalho pessoal, bem voltado para dentro, introspectivo. “Acho que essa conversa comigo me forçou a amadurecer as ideias. Estava dando conselhos para mim mesmo em várias das músicas. Foi uma terapia escrever o disco”, afirma.

O artista acredita que seu trabalho tenha mudado ao longo do tempo. Percebeu que as pessoas sentiram isso também. “Recebi ligações de colegas da música elogiando isso”, conta ele, que acredita estar mais maduro. Fora o fato, segundo Rashid, de as músicas se contrariarem propositadamente, como os nossos estados de humor em um mesmo dia. Uma hora esperançoso, outra hora pessimista. É o disco mais humano que fiz, não tem tanto o Rashid ‘bonzinho’ dos outros trabalhos e também não há muito aquela coisa do super-herói que os MCs sempre trazem à tona”, diz.

Rashid conta que quando fala de sua realidade em uma música, mesmo que de forma particular, acaba falando de milhares de outras realidades de jovens que cresceram pelas periferias do País. “Acredito que esse é o ponto em que as pessoas se identificam com meu som e é aí mesmo que mora toda a importância da arte.” 

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