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Destino da Itália não está nas mãos do mercado financeiro, diz Juncker, da UE

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


29/05/2018 | 12:58


O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, afirmou em comunicado que o destino da Itália "não está nas mãos dos mercados financeiros". Segundo ele, independentemente do partido político que esteja no poder, o país é um membro fundador da União Europeia, que "tem contribuído imensamente para a integração europeia".

Na nota, Juncker disse estar convencido de que o país continuará em sua rota no continente. "A Comissão está pronta para trabalhar com a Itália com total responsabilidade e respeito mútuo. A Itália merece respeito", reforçou.

A nota é divulgada em meio a difíceis negociações políticas na Itália para a formação do próximo governo. O presidente italiano, Sergio Mattarella, barrou uma administração liderada pelo Movimento 5 Estrelas e pela Liga, considerados populistas pelos investidores. Depois disso, Mattarella pediu que um ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Carlo Cottarelli, tente formar governo. A avaliação de muitos, porém, é que não deve ser solucionado o impasse, o que abriria caminho para eleições antecipadas.

Nesse contexto, a Liga afirmou que havia uma pressão dos mercados financeiros para impedir esse governo. Além disso, o comissário europeu para Energia, Günther Oettinger, afirmou mais cedo que nas próximas semanas os mercados e a economia italiana seriam atingidos, o que poderia enviar um sinal para que os eleitores do país não escolham "populistas da direita ou da esquerda". A declaração levou a pedidos na Itália pela saída de Oettinger do posto na UE.



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Destino da Itália não está nas mãos do mercado financeiro, diz Juncker, da UE


29/05/2018 | 12:58


O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, afirmou em comunicado que o destino da Itália "não está nas mãos dos mercados financeiros". Segundo ele, independentemente do partido político que esteja no poder, o país é um membro fundador da União Europeia, que "tem contribuído imensamente para a integração europeia".

Na nota, Juncker disse estar convencido de que o país continuará em sua rota no continente. "A Comissão está pronta para trabalhar com a Itália com total responsabilidade e respeito mútuo. A Itália merece respeito", reforçou.

A nota é divulgada em meio a difíceis negociações políticas na Itália para a formação do próximo governo. O presidente italiano, Sergio Mattarella, barrou uma administração liderada pelo Movimento 5 Estrelas e pela Liga, considerados populistas pelos investidores. Depois disso, Mattarella pediu que um ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Carlo Cottarelli, tente formar governo. A avaliação de muitos, porém, é que não deve ser solucionado o impasse, o que abriria caminho para eleições antecipadas.

Nesse contexto, a Liga afirmou que havia uma pressão dos mercados financeiros para impedir esse governo. Além disso, o comissário europeu para Energia, Günther Oettinger, afirmou mais cedo que nas próximas semanas os mercados e a economia italiana seriam atingidos, o que poderia enviar um sinal para que os eleitores do país não escolham "populistas da direita ou da esquerda". A declaração levou a pedidos na Itália pela saída de Oettinger do posto na UE.

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