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PT de Diadema faz ato de apoio a Maninho

Wellington Nobre/ Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Lideranças da legenda reclamam que prisão do ex-vereador e de seu filho foi ‘arbitrária’


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

24/05/2018 | 07:00


Militantes e dirigentes do PT de Diadema promoveram ontem à noite ato em que pediram a liberdade do ex-vereador Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, e do seu filho Leandro Eduardo Marinho (ambos do PT). A dupla está presa desde o dia 16 acusada de tentativa de homicídio com dolo eventual, em episódio em que agrediu o empresário Carlos Alberto Bettoni, que protestou contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O ato, realizado no diretório do PT diademense, ocorreu exatamente uma semana depois que Maninho e Leandro se entregarem à Polícia Civil. Ambos resistiram à prisão e demoraram cinco dias para se apresentar às autoridades. A estratégia era de conquistar habeas corpus no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), que foi negado, e, assim, evitar a detenção.

O evento serviu também para que advogados de Maninho dessem relatos sobre a situação jurídica dos petistas. “O que está acontecendo com eles é uma arbitrariedade”, disse Patricia Cavalcanti. “Estive com eles. O Maninho está abalado sim, mas está firme”, afirmou, ao emendar que os dois foram “recebidos (na prisão) com cordialidade e sem retaliações” e que a defesa ainda aguarda resultado do habeas corpus na Justiça paulista.

Líder da bancada de vereadores do PT local, Josa Queiroz defendeu que a militância precisa “radicalizar mais esse processo”. “Diante do que está acontecendo, a gente tem duas alternativas: ou se conformar ou se indignar mais do que a gente está se indignando. Está muito pouco. Temos que extrapolar. Ontem prenderam o Lula e o Maninho e amanhã pode ser qualquer um de nós”. Uma das filhas de Maninho, Patricia Leandro Marinho, nitidamente emocionada, agradeceu o apoio ao pai e ao irmão e reclamou do que chamou de perseguição da direita. “A prisão foi uma manobra política. Eles estão lá simplesmente por serem petistas.”

Lideranças do partido na região e no Estado, como o deputado estadual Teonilio Barba e os ex-prefeitos José de Filippi Júnior, Mário Reali (Diadema), Carlos Grana (Santo André) e Sérgio Ribeiro (Carapicuíba), também participaram do ato.  



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PT de Diadema faz ato de apoio a Maninho

Lideranças da legenda reclamam que prisão do ex-vereador e de seu filho foi ‘arbitrária’

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

24/05/2018 | 07:00


Militantes e dirigentes do PT de Diadema promoveram ontem à noite ato em que pediram a liberdade do ex-vereador Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, e do seu filho Leandro Eduardo Marinho (ambos do PT). A dupla está presa desde o dia 16 acusada de tentativa de homicídio com dolo eventual, em episódio em que agrediu o empresário Carlos Alberto Bettoni, que protestou contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O ato, realizado no diretório do PT diademense, ocorreu exatamente uma semana depois que Maninho e Leandro se entregarem à Polícia Civil. Ambos resistiram à prisão e demoraram cinco dias para se apresentar às autoridades. A estratégia era de conquistar habeas corpus no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), que foi negado, e, assim, evitar a detenção.

O evento serviu também para que advogados de Maninho dessem relatos sobre a situação jurídica dos petistas. “O que está acontecendo com eles é uma arbitrariedade”, disse Patricia Cavalcanti. “Estive com eles. O Maninho está abalado sim, mas está firme”, afirmou, ao emendar que os dois foram “recebidos (na prisão) com cordialidade e sem retaliações” e que a defesa ainda aguarda resultado do habeas corpus na Justiça paulista.

Líder da bancada de vereadores do PT local, Josa Queiroz defendeu que a militância precisa “radicalizar mais esse processo”. “Diante do que está acontecendo, a gente tem duas alternativas: ou se conformar ou se indignar mais do que a gente está se indignando. Está muito pouco. Temos que extrapolar. Ontem prenderam o Lula e o Maninho e amanhã pode ser qualquer um de nós”. Uma das filhas de Maninho, Patricia Leandro Marinho, nitidamente emocionada, agradeceu o apoio ao pai e ao irmão e reclamou do que chamou de perseguição da direita. “A prisão foi uma manobra política. Eles estão lá simplesmente por serem petistas.”

Lideranças do partido na região e no Estado, como o deputado estadual Teonilio Barba e os ex-prefeitos José de Filippi Júnior, Mário Reali (Diadema), Carlos Grana (Santo André) e Sérgio Ribeiro (Carapicuíba), também participaram do ato.  

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