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‘Me ligam para falar o que tenho que fazer’, diz Alaíde Damo

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vice ocupa cargo de Atila Jacomussi (PSB), preso na carceragem da PF, em São Paulo, há nove dias


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

18/05/2018 | 07:00


No exercício do cargo de prefeita de Mauá, a vice-prefeita Alaíde Damo (MDB) revelou que, para saber o que fazer no dia a dia no Paço, depende de ordens de secretários de confiança do prefeito Atila Jacomussi (PSB), que está preso na carceragem da PF (Polícia Federal), em São Paulo, há nove dias, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro – encontraram em sua casa R$ 87 mil em dinheiro vivo.

Alaíde conversou com jornalistas na tarde de ontem, antes das 17h, no momento em que estava no portão de casa, ao lado da filha, a ex-deputada estadual Vanessa Damo (MDB), atual secretária de Relações Institucionais, e das netas. Vanessa, inclusive, acompanhou de perto a entrevista e interveio várias vezes – as falas da ex-deputada estão entre parênteses. A assessoria do governo Atila vinha tentando blindar a prefeita interina justamente porque sabe que, como vice-prefeita, a emedebista não acompanhou as ações da administração e já admitiu, ao Diário, que não trabalhava no Paço.

Alaíde Damo assumiu a Prefeitura de Mauá na terça-feira, a portas fechadas, depois de Atila pedir afastamento por até 15 dias, como forma de estratégia para evitar cassação e salvar o governo.

Questionada sobre qual seria sua agenda de hoje como prefeita interina, Alaíde confirmou que depende de orientações do trio pró-Atila. “Bom, amanhã (hoje) eu tenho... eles me ligam para falar (o que tem de ser feito). O núcleo (do governo). Eles estão me auxiliando, né. Porque eu entrei de repente e tenho que saber o que acontece”. O núcleo ao qual Alaíde se refere são as três figuras mais próximas de Atila: o presidente da Câmara, Admir Jacomussi (PRP), pai do prefeito; o chefe de Gabinete e secretário de Comunicação, Márcio de Souza (PSB); e o superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá), Israel Aleixo (PSB).

Como foi o processo de substituição? Até o fim da tarde de terça-feira, quando o prefeito pediu o afastamento, o Leonel Damo nos disse que vocês não sabiam de nada...
É verdade. Quando, eu acho que foi... estavam esperando o resultado do habeas corpus. Aí viram que teria de ter coisas para dar andamento, né?

Mas comunicaram a sra. que horas?
Nem sei que horas que eram. Não lembro, eu não marco horas. Eu estava no aguardo do acontecimento, né. Espero que o Atila resolva esse assunto, que dê tudo certo. Que ele acabe voltando, né.

Desde que a sra. assumiu, já foi para a Prefeitura?
Já, tinha muitas coisas para acertar, né.

Como está sendo a rotina?
Olha, está corrido, viu? Vou falar uma coisa para vocês, viu... Pelo amor de Deus, Nossa Senhora!

A sra. pode detalhar o que fez desde terça-feira?
Eu não vou detalhar, porque é muito começo e eu ainda estou recebendo instruções, né, dos advogados, de todo mundo. Então não dá para detalhar muito bem. Tive que fazer uma exoneração, do João Gaspar. E outras coisas, né. Requerimento de vereadores, tudo...

Quanto tempo a sra. costuma ficar lá por dia?
Ah, aí eu faço assim. Eu faço as minhas coisas, assim, necessárias, porque tenho muitas coisas para fazer e me pegou de surpresa, certo? Aí eu vou lá e despacho junto com eles.

Com eles a sra. se refere ao Israel e ao Márcio de Souza?
É, com os secretários mesmo. (Vanessa intervém) Por exemplo, esse assunto de hoje (ontem) foi referente a precatórios, então foi relacionado à Secretaria de Justiça, então o próprio secretário de Assuntos Jurídicos, o doutor Rogério (Babichak), está acompanhando a prefeita e eu também a acompanhei como secretária de Assuntos Institucionais, e na verdade... ela vai falar um pouco... (Alaíde retoma) A gente está fazendo de uma forma que não prejudique muito o município, certo? A gente vai acertando o que ficou. Estamos dando uma ajudada, né.

Passa pela sua cabeça que há possibilidade de assumir definitivamente a Prefeitura?
Não, eu nunca nem sonhei com isso, entende? Você quer saber? Eu nunca nem sonhei com isso. Eu entrei de vice sem querer, né. Agora eu até já sou presidente do MDB também. E as coisas foram acontecendo, entendeu? Sem esforço nenhum. Porque eu também não vou jogar pedra em ninguém. Minha família não é assim.

Quem lhe acompanha quando a sra. está na Prefeitura? O Márcio e o Israel?
Estão me auxiliando.

Até o próprio Admir?
Também, o Jacó. Estou recebendo auxílio deles. (Vanessa) Eu tenho acompanhado também. (Alaíde) A Vanessa entende um pouco mais, então eu faço questão de ela estar comigo, um pouquinho pelo menos, né, para quando tem que assinar alguma coisa.

A sra. deu alguma determinação para os secretários?
Não.

Por quê?
Porque faz dois dias que eu estou lá. Como vou determinar ao secretário? Não, eu tenho de me inteirar do que está acontecendo, o que é viável ou não para... não dei determinação porque eles estão me orientando como estão as coisas.

Até porque o prefeito ainda é o Atila...
É, exatamente. Isso me pegou de surpresa. Não estava esperando uma coisa dessas.

Mas se tiver que dar alguma determinação, a sra. hesita ou vai respeitar alguma eventual hierarquia, porque o prefeito ainda é o Atila?
Não, a prefeita agora sou eu. Porque estou interina, no lugar dele.

Mas ele está afastado...
Ele está afastado, mas não perdeu os direitos políticos dele, né?

Então, por enquanto, é a administração dele?
É, exatamente.

A sra. assinou a exoneração do João Gaspar. Foi pedido de alguém?
É, eu assinei porque não sei o que que houve lá que não podia... era o Atila quem tinha que assinar porque realmente ele (Gaspar) era secretário. E para dispensa de secretário somente o prefeito que assina.

Aí o Israel e o Márcio pediram para assinar?
É, então, porque colocaram isso para mim e eu falei: ‘Bom, vamos fazer, né?’

A sra não pensa em trocar algum secretário?
Não, não estou pensando nada, gente. Eu entrei e tudo aconteceu... (Vanessa) Neste momento, não, é muito prematuro. (Alaíde) Não era para eu ser vice, era para ser o Júnior (Orosco, PDT, ex-marido de Vanessa) e depois aconteceu aquilo com ele. Aí me colocaram de vice. Aí foram acontecendo as coisas na minha vida, está vendo? Não é legal? Tive que assumir, fazer o quê?

A sra. tem algum receio de tomar decisões enquanto o Atila estiver afastado?
Não, de jeito nenhum. Mas também, eu penso o seguinte: eu tenho de aguardar a decisão da Justiça, certo? (Vanessa) Dar continuidade aos projetos, para que a Prefeitura não pare. (Alaíde) Para dar continuidade, para não prejudicar o município. Porque hoje mesmo se não fôssemos assinar os precatórios, perde-se o Fundo Monetário Municipal (chama-se Fundo de Participação dos Municípios). (Vanessa) Aí pode ter vários confiscos (de receita). (Alaíde) É, entende? Coisa para não prejudicar o município.

Como está a situação dos precatórios?
É, está se pagando as mensalidades e está tudo certo.

Quais são os valores? A sra. foi lá hoje...
Hum, não me pergunta, nem nome. (Vanessa) A gente deixou os documentos com o secretário de Assuntos Jurídicos. (Alaíde) Mas, assim, estão pagando em parcelas, que dá para a Prefeitura pagar. (Vanessa) Para não haver confiscos. (Alaíde) É, para não haver confiscos para que a Prefeitura... Todas as prefeituras estão passando por um mau momento, né.

Qual sua agenda nesta sexta-feira?
Bom, amanhã (hoje) eu tenho... eles me ligam, para falar o que tem . O núcleo (Admir Jacomussi , Márcio de Souza e Israel Aleixo). Eles estão me auxiliando, né. Porque eu entrei de repente e tenho que saber o que acontece (Vanessa) Ela está na fase de inteiração. (Alaíde) É, fase de inteiração.

Então a sra. vai acordar e esperar eles ligarem?
Sim, eles ligam para mim e aí eu vou lá... Até que se decida lá o que vai acontecer, porque a gente não sabe, né? A gente nunca sabe. Nem eu sabia disso, fui pega de surpresa. Meu Deus do céu!

Qual sua posição sobre a prisão do Atila?
Não vou dar opinião porque é uma coisa jurídica e eu quero que se resolva juridicamente. Não vou dar minha opinião se é certo ou se é errado. Amanhã ele pode provar a inocência dele e estar de volta. Como pode também não provar. Então, a gente nunca sabe, né? Justiça é uma coisa que você tem de aguardar. Eu também nem procuro me inteirar muito do que houve, para não encher minha cabeça. Deus me livre.  



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‘Me ligam para falar o que tenho que fazer’, diz Alaíde Damo

Vice ocupa cargo de Atila Jacomussi (PSB), preso na carceragem da PF, em São Paulo, há nove dias

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

18/05/2018 | 07:00


No exercício do cargo de prefeita de Mauá, a vice-prefeita Alaíde Damo (MDB) revelou que, para saber o que fazer no dia a dia no Paço, depende de ordens de secretários de confiança do prefeito Atila Jacomussi (PSB), que está preso na carceragem da PF (Polícia Federal), em São Paulo, há nove dias, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro – encontraram em sua casa R$ 87 mil em dinheiro vivo.

Alaíde conversou com jornalistas na tarde de ontem, antes das 17h, no momento em que estava no portão de casa, ao lado da filha, a ex-deputada estadual Vanessa Damo (MDB), atual secretária de Relações Institucionais, e das netas. Vanessa, inclusive, acompanhou de perto a entrevista e interveio várias vezes – as falas da ex-deputada estão entre parênteses. A assessoria do governo Atila vinha tentando blindar a prefeita interina justamente porque sabe que, como vice-prefeita, a emedebista não acompanhou as ações da administração e já admitiu, ao Diário, que não trabalhava no Paço.

Alaíde Damo assumiu a Prefeitura de Mauá na terça-feira, a portas fechadas, depois de Atila pedir afastamento por até 15 dias, como forma de estratégia para evitar cassação e salvar o governo.

Questionada sobre qual seria sua agenda de hoje como prefeita interina, Alaíde confirmou que depende de orientações do trio pró-Atila. “Bom, amanhã (hoje) eu tenho... eles me ligam para falar (o que tem de ser feito). O núcleo (do governo). Eles estão me auxiliando, né. Porque eu entrei de repente e tenho que saber o que acontece”. O núcleo ao qual Alaíde se refere são as três figuras mais próximas de Atila: o presidente da Câmara, Admir Jacomussi (PRP), pai do prefeito; o chefe de Gabinete e secretário de Comunicação, Márcio de Souza (PSB); e o superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá), Israel Aleixo (PSB).

Como foi o processo de substituição? Até o fim da tarde de terça-feira, quando o prefeito pediu o afastamento, o Leonel Damo nos disse que vocês não sabiam de nada...
É verdade. Quando, eu acho que foi... estavam esperando o resultado do habeas corpus. Aí viram que teria de ter coisas para dar andamento, né?

Mas comunicaram a sra. que horas?
Nem sei que horas que eram. Não lembro, eu não marco horas. Eu estava no aguardo do acontecimento, né. Espero que o Atila resolva esse assunto, que dê tudo certo. Que ele acabe voltando, né.

Desde que a sra. assumiu, já foi para a Prefeitura?
Já, tinha muitas coisas para acertar, né.

Como está sendo a rotina?
Olha, está corrido, viu? Vou falar uma coisa para vocês, viu... Pelo amor de Deus, Nossa Senhora!

A sra. pode detalhar o que fez desde terça-feira?
Eu não vou detalhar, porque é muito começo e eu ainda estou recebendo instruções, né, dos advogados, de todo mundo. Então não dá para detalhar muito bem. Tive que fazer uma exoneração, do João Gaspar. E outras coisas, né. Requerimento de vereadores, tudo...

Quanto tempo a sra. costuma ficar lá por dia?
Ah, aí eu faço assim. Eu faço as minhas coisas, assim, necessárias, porque tenho muitas coisas para fazer e me pegou de surpresa, certo? Aí eu vou lá e despacho junto com eles.

Com eles a sra. se refere ao Israel e ao Márcio de Souza?
É, com os secretários mesmo. (Vanessa intervém) Por exemplo, esse assunto de hoje (ontem) foi referente a precatórios, então foi relacionado à Secretaria de Justiça, então o próprio secretário de Assuntos Jurídicos, o doutor Rogério (Babichak), está acompanhando a prefeita e eu também a acompanhei como secretária de Assuntos Institucionais, e na verdade... ela vai falar um pouco... (Alaíde retoma) A gente está fazendo de uma forma que não prejudique muito o município, certo? A gente vai acertando o que ficou. Estamos dando uma ajudada, né.

Passa pela sua cabeça que há possibilidade de assumir definitivamente a Prefeitura?
Não, eu nunca nem sonhei com isso, entende? Você quer saber? Eu nunca nem sonhei com isso. Eu entrei de vice sem querer, né. Agora eu até já sou presidente do MDB também. E as coisas foram acontecendo, entendeu? Sem esforço nenhum. Porque eu também não vou jogar pedra em ninguém. Minha família não é assim.

Quem lhe acompanha quando a sra. está na Prefeitura? O Márcio e o Israel?
Estão me auxiliando.

Até o próprio Admir?
Também, o Jacó. Estou recebendo auxílio deles. (Vanessa) Eu tenho acompanhado também. (Alaíde) A Vanessa entende um pouco mais, então eu faço questão de ela estar comigo, um pouquinho pelo menos, né, para quando tem que assinar alguma coisa.

A sra. deu alguma determinação para os secretários?
Não.

Por quê?
Porque faz dois dias que eu estou lá. Como vou determinar ao secretário? Não, eu tenho de me inteirar do que está acontecendo, o que é viável ou não para... não dei determinação porque eles estão me orientando como estão as coisas.

Até porque o prefeito ainda é o Atila...
É, exatamente. Isso me pegou de surpresa. Não estava esperando uma coisa dessas.

Mas se tiver que dar alguma determinação, a sra. hesita ou vai respeitar alguma eventual hierarquia, porque o prefeito ainda é o Atila?
Não, a prefeita agora sou eu. Porque estou interina, no lugar dele.

Mas ele está afastado...
Ele está afastado, mas não perdeu os direitos políticos dele, né?

Então, por enquanto, é a administração dele?
É, exatamente.

A sra. assinou a exoneração do João Gaspar. Foi pedido de alguém?
É, eu assinei porque não sei o que que houve lá que não podia... era o Atila quem tinha que assinar porque realmente ele (Gaspar) era secretário. E para dispensa de secretário somente o prefeito que assina.

Aí o Israel e o Márcio pediram para assinar?
É, então, porque colocaram isso para mim e eu falei: ‘Bom, vamos fazer, né?’

A sra não pensa em trocar algum secretário?
Não, não estou pensando nada, gente. Eu entrei e tudo aconteceu... (Vanessa) Neste momento, não, é muito prematuro. (Alaíde) Não era para eu ser vice, era para ser o Júnior (Orosco, PDT, ex-marido de Vanessa) e depois aconteceu aquilo com ele. Aí me colocaram de vice. Aí foram acontecendo as coisas na minha vida, está vendo? Não é legal? Tive que assumir, fazer o quê?

A sra. tem algum receio de tomar decisões enquanto o Atila estiver afastado?
Não, de jeito nenhum. Mas também, eu penso o seguinte: eu tenho de aguardar a decisão da Justiça, certo? (Vanessa) Dar continuidade aos projetos, para que a Prefeitura não pare. (Alaíde) Para dar continuidade, para não prejudicar o município. Porque hoje mesmo se não fôssemos assinar os precatórios, perde-se o Fundo Monetário Municipal (chama-se Fundo de Participação dos Municípios). (Vanessa) Aí pode ter vários confiscos (de receita). (Alaíde) É, entende? Coisa para não prejudicar o município.

Como está a situação dos precatórios?
É, está se pagando as mensalidades e está tudo certo.

Quais são os valores? A sra. foi lá hoje...
Hum, não me pergunta, nem nome. (Vanessa) A gente deixou os documentos com o secretário de Assuntos Jurídicos. (Alaíde) Mas, assim, estão pagando em parcelas, que dá para a Prefeitura pagar. (Vanessa) Para não haver confiscos. (Alaíde) É, para não haver confiscos para que a Prefeitura... Todas as prefeituras estão passando por um mau momento, né.

Qual sua agenda nesta sexta-feira?
Bom, amanhã (hoje) eu tenho... eles me ligam, para falar o que tem . O núcleo (Admir Jacomussi , Márcio de Souza e Israel Aleixo). Eles estão me auxiliando, né. Porque eu entrei de repente e tenho que saber o que acontece (Vanessa) Ela está na fase de inteiração. (Alaíde) É, fase de inteiração.

Então a sra. vai acordar e esperar eles ligarem?
Sim, eles ligam para mim e aí eu vou lá... Até que se decida lá o que vai acontecer, porque a gente não sabe, né? A gente nunca sabe. Nem eu sabia disso, fui pega de surpresa. Meu Deus do céu!

Qual sua posição sobre a prisão do Atila?
Não vou dar opinião porque é uma coisa jurídica e eu quero que se resolva juridicamente. Não vou dar minha opinião se é certo ou se é errado. Amanhã ele pode provar a inocência dele e estar de volta. Como pode também não provar. Então, a gente nunca sabe, né? Justiça é uma coisa que você tem de aguardar. Eu também nem procuro me inteirar muito do que houve, para não encher minha cabeça. Deus me livre.  

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