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PT adota silêncio após pedido de prisão de Maninho

Marina Brandão 24/7/16 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Principais lideranças evitam comentar decisão da Justiça; petista e seu filho seguem foragidos


Humberto Domiciano
Do Diário do Grande ABC

16/05/2018 | 07:00


A cúpula do PT em Diadema adotou o silêncio no caso do pedido de prisão do ex-vereador Manoel Eduardo Marinho, o Maninho (PT), expedido na sexta-feira pela juíza Debora Faitarone, da 1ª Vara do Júri de São Paulo. O petista foi denunciado por tentativa de homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco, ao agredir o empresário Carlos Alberto Bettoni em frente ao Instituto Lula no dia 5 de abril.

Nenhum ato de desagravo foi marcado e não houve mensagens de apoio ao ex-vereador em perfis das principais lideranças do partido nas redes sociais. A equipe do Diário procurou o presidente do PT local, Adi dos Santos, que não retornou aos contatos. Os três vereadores do partido no município – Josa Queiroz, Ronaldo Lacerda e Orlando Vitoriano – também evitam qualquer manifestação ao ex-colega de bancada após o pedido de prisão.

Maninho foi o último candidato a prefeito do PT em Diadema. Em 2016, concorreu ao cargo máximo da cidade e ficou na terceira colocação, com 31.921 votos. À época, já se via certo distanciamento entre as lideranças petistas da campanha majoritária.

O advogado Roberto Vasco, que defende Maninho e seu filho, Leandro Eduardo Marinho (também denunciado e com pedido de prisão expedida), voltou a dizer que a dupla vai se entregar nesta semana, porém, sem precisar data. Os dois são considerados foragidos da Justiça – na sexta-feira, policiais civis foram à residência dele, no bairro Piraporinha, mas não encontraram o político.

Inicialmente, Maninho havia sido denunciado por lesão corporal grave, mas o Ministério Público entendeu que o caso se enquadrava em tentativa de homicídio. Ele estava em frente ao Instituto Lula no dia em que o juiz federal Sérgio Moro decretou a prisão do ex-presidente da República. Bettoni passava pelo local e, segundo relatos, hostilizou petistas.

O ex-vereador diademense começou a xingar e empurrar o empresário, juntamente com seu filho, até que o crítico a Lula se desequilibrou e bateu a cabeça no para-choque de um caminhão que passava pelo local. Ele foi internado na UTI com traumatismo craniano. 



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