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Estudantes de Etecs criam aplicativos de impacto social

Unidades de S.Bernardo e S.Caetano disputam vaga em ação no Google, no 2º semestre


Bianca Barbosa
Especial para o Diário

13/04/2018 | 07:00


Atualizada às 11h41

 Alunos das Etecs (Escolas Técnicas Estaduais) Jorge Street, de São Caetano, e Lauro Gomes, de São Bernardo, participam de competição voltada à criação de aplicativos que tenham impacto social na região. O objetivo é disputar vaga para participar de Day Camp, evento que ocorre no segundo semestre na sede do Google, na Capital.

A primeira etapa do projeto Startup in School ocorreu na semana passada. O programa é uma iniciativa da consultoria de inovação social Ideias de Futuro, em parceria com o Google e o Centro Paulo Souza. Alunos dos ensinos Médio e Técnico participam de workshops e hackathons (maratona de programação), com o objetivo de criar aplicativos que tenham impacto social na região, tendo contato com empreendedores e tecnológicos dentro das escolas.

São dez projetos que estão na competição pela Etec Jorge Street. O estudante de Informática Mateus Luchelli, 15, destacou o projeto Nito, sigla para Nobody Is Too Old (Ninguém é velho demais, na tradução), trata-se de aplicativo para inclusão digital de idosos. Já a estudante Giovana Teles, 14, trabalha no desenvolvimento de aplicativo que organiza a divulgação de eventos de menor porte. Para a aluna Isabella Garcia, 15, a maior dificuldade será fazer o aplicativo pensado – WeFarm, que conecta agricultores a restaurantes, e diminui o desperdício de alimentos – gerar lucro.

Essa não é a primeira vez que estudantes da Etec Jorge Street participam do projeto. Em 2016, alunos se destacaram na competição com os aplicativos Walp, que divulga ONGs e entidades para facilitar doações; e Amor em Leite, que conecta lactantes e bancos de leite. Um dos desenvolvedores do Walp é o estudante de Informática Pedro Rezende, 16 anos, que sonha em ser analista de desenvolvimento de sistemas. “Quando entrei no concurso tinha uma visão sobre tecnologia totalmente diferente da que tenho hoje. Recebemos mentoria de três meses para melhorar o projeto, que acabou durando muito mais, e hoje está disponível no Google Play (serviço de distribuição digital de aplicativos)”, relatou. O Walp chegou à final e foi o vencedor da edição de 2016.

O projeto é dividido em dois sábados, com programações que chegam a durar oito horas por dia. Todos os alunos podem se inscrever, mas neste ano foram disponibilizadas 60 vagas para cada Etec. No primeiro encontro, alunos foram divididos em dez grupos. Amanhã, as ideias serão concretizadas, com montagem do plano de negócios e apresentação à banca de jurados. O app mais bem pontuado passará para a próxima fase do Startup in School. 

 

 



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