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Lula tenta sair de carro, mas volta para o Sindicato dos Metalúrgicos

Anderson Silva/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Militantes cercaram o veículo do ex-presidente a fim de impedir sua rendição à PF


Do Diário OnLine

07/04/2018 | 16:12


Atualizada às 18h25

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentou sair de carro do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC por volta das 17h deste sábado (7), porém retornou ao interior do prédio por conta do cerco dos militantes, que pretendem impedir sua rendição.

Carros da PF (Polícia Federal) estão no local. Outras duas vans com homens armados fecharam uma das ruas que dá acesso ao sindicato. Seis helicópteros sobrevoam a área. A PM (Polícia Militar) foi acionada. 

Ao barrar a saída de Lula, militantes chegaram a arrancar o portão do local, segurando as grades na frente do carro. "Cercar, cercar e não deixar prender", gritavam os manifestantes.

A presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann, subiu no carro de som por volta das 18h para falar com a militância. Segundo ela, a PF deu o prazo de meia hora para que Lula se entregue, caso contrário o ex-presidente será responsabilizado. A defesa teme que a prisão se converta em preventiva, o que dificultaria a situação do petista. "Não vim aqui para induzir nenhuma decisão, vocês estão aqui de livre e espontânea vontade tentando proteger o presidente Lula. Tenho que dividir um problema. Vocês estão na mais absoluta liberdade, mas preciso conversar com vocês. A consequência pode ser para nós, que a polícia venha aqui dar paulada na gente", alertou.

Mais cedo, cordão humano foi formado e manifestantes pró-Lula pediam aos gritos que o petista não se entregasse à PF. Alguns chegaram a sentar em frente ou se agarrar às grades de um dos portões laterais. A estrutura também foi alvo de chutes. Fogos de artifício foram soltos em terreno do sindicato e o clima era de tensão.

No início da tarde, o ex-presidente garantiu durante discurso de quase uma hora que iria se entregar à PF, em cumprimento à determinação do juiz federal Sérgio Moro. Ele falou ao lado de lideranças políticas e apoiadores e reafirmou ser inocente, tecendo duras críticas às autoridades e à imprensa. (Com informações de Anderson Fattori
 



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Lula tenta sair de carro, mas volta para o Sindicato dos Metalúrgicos

Militantes cercaram o veículo do ex-presidente a fim de impedir sua rendição à PF

Do Diário OnLine

07/04/2018 | 16:12


Atualizada às 18h25

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentou sair de carro do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC por volta das 17h deste sábado (7), porém retornou ao interior do prédio por conta do cerco dos militantes, que pretendem impedir sua rendição.

Carros da PF (Polícia Federal) estão no local. Outras duas vans com homens armados fecharam uma das ruas que dá acesso ao sindicato. Seis helicópteros sobrevoam a área. A PM (Polícia Militar) foi acionada. 

Ao barrar a saída de Lula, militantes chegaram a arrancar o portão do local, segurando as grades na frente do carro. "Cercar, cercar e não deixar prender", gritavam os manifestantes.

A presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann, subiu no carro de som por volta das 18h para falar com a militância. Segundo ela, a PF deu o prazo de meia hora para que Lula se entregue, caso contrário o ex-presidente será responsabilizado. A defesa teme que a prisão se converta em preventiva, o que dificultaria a situação do petista. "Não vim aqui para induzir nenhuma decisão, vocês estão aqui de livre e espontânea vontade tentando proteger o presidente Lula. Tenho que dividir um problema. Vocês estão na mais absoluta liberdade, mas preciso conversar com vocês. A consequência pode ser para nós, que a polícia venha aqui dar paulada na gente", alertou.

Mais cedo, cordão humano foi formado e manifestantes pró-Lula pediam aos gritos que o petista não se entregasse à PF. Alguns chegaram a sentar em frente ou se agarrar às grades de um dos portões laterais. A estrutura também foi alvo de chutes. Fogos de artifício foram soltos em terreno do sindicato e o clima era de tensão.

No início da tarde, o ex-presidente garantiu durante discurso de quase uma hora que iria se entregar à PF, em cumprimento à determinação do juiz federal Sérgio Moro. Ele falou ao lado de lideranças políticas e apoiadores e reafirmou ser inocente, tecendo duras críticas às autoridades e à imprensa. (Com informações de Anderson Fattori
 

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