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Márcio sairá do PV, mas Regina sinaliza que fica

Fernando Nonato 3/10/11 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vice de Diadema encaminha filiação ao Podemos para sair a estadual; secretária virá a federal


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

30/03/2018 | 07:00


Após afirmar que não seria candidato em outubro, o vice-prefeito de Diadema, Márcio da Farmácia, acertou ontem sua saída do PV e apalavrou o ingresso no Podemos (antigo PTN) para ser postulante a deputado estadual neste ano, como antecipou o Diário. O número dois do governo Lauro Michels (PV) bateu o martelo em reunião realizada em seu gabinete com dirigentes da nova sigla.

A filiação formal de Márcio deve ocorrer na próxima semana, quando a legenda organizará ato para divulgação do ingresso do vice-prefeito. A expectativa, segundo apurou o Diário, é a de que a deputada federal e presidente nacional do partido, Renata Abreu, desembarque em Diadema para abonar a ficha de filiação do ainda verde.

A decisão de Márcio da Farmácia de sair candidato indica novo recuo do vice-prefeito desde o ano passado. Nome defendido ferrenhamente por Lauro para representar o Parque do Paço na disputa por cadeira na Assembleia Legislativa, o vice-prefeito, a princípio, trabalhou, nos bastidores, para viabilizar o projeto com apoio unânime do governo. Sem conseguir convencer o presidente da Câmara, Marcos Michels (PSB), primo do prefeito, de abrir mão de candidatura a estadual, e contrariado com o então desejo da secretária Regina Gonçalves (PV, Habitação), de também concorrer ao pleito paulista, Márcio decidiu rejeitar a candidatura. Em janeiro, o vice-prefeito chegou a falar ao Diário que estaria “fora dessa briga”. “Eu não vou disputar essa eleição com os dois (Marcos e Regina). Não adianta o Lauro lançar o candidato a estadual a contragosto (dos aliados e correligionários). Meu nome teria de ter aceitação do partido, incluindo a Regina, mas não foi o que aconteceu”, afirmou o verde, à época. Na quarta-feira, Márcio voltou a sustentar que não queria ser candidato, mas que recebeu novos convites.

Procurado ontem insistentemente pela equipe do Diário para comentar a saída do PV, onde filiou-se em 2011 ao lado de Lauro, Márcio não atendeu às ligações.

FATOR REGINA
Já a movimentação de Regina, que também tinha o nome ventilado para trocar o PV pelo Podemos para abrigar candidatura a federal, não avançou. A verde teria confidenciado a figuras próximas do governo que decidiu ficar no PV, onde está desde o início de sua carreira política. Contudo, ela teria mantido o projeto de brigar por vaga na Câmara dos Deputados.

A aposta é a de que, no pleito federal, o PV faça coligações e, consequentemente, eleve as chances de triunfo nas urnas. No mês passado, porém, a direção do PV paulista deliberou que deverá seguir adotando o critério de caminhar isolado nas disputas proporcionais. 



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