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Depois de ano sem aumento, Sindema pede 10% de reajuste

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Sindicato dos Servidores Públicos de Diadema cita melhora nas contas para reivindicar alta


Humberto Domiciano
Do Diário do Grande ABC

16/03/2018 | 07:00


Após a categoria não ter recebido reajuste em 2017, o Sindema (Sindicato dos Servidores Públicos de Diadema) oficializou pedida de 10% de aumento nos salários neste ano. A proposta foi apresentada ontem, na Câmara, e a assembleia para decidir a proposta final que será encaminhada ao governo do prefeito Lauro Michels (PV) acontece no dia 22.

Na lista de itens pautados pela entidade estão o acréscimo para R$ 450 do vale-alimentação (atualmente é de R$ 304,98) e do vale-refeição para R$ 31 por dia (hoje são R$ 7 diários).

Além disso, o Sindema reivindica o pagamento das férias proporcionais à jornada de trabalho suplementar e horas extras exercidos pelos servidores estatutários.

Por outro lado, o próprio sindicato reconhece que as negociações podem girar em torno da reposição da inflação dos anos de 2016 e 2017, com um pequeno aumento real. Neste caso, o reajuste seria de 7,43% para os servidores.

O presidente do Sindema, José Aparecido da Silva, o Neno, destacou que a redução das despesas com a folha de pagamento, para 50,45% da receita corrente, pode melhorar o cenário das negociações.

“Acreditamos que esse alívio nas contas da Prefeitura torna o reajuste possível. Ainda terá o impacto, de janeiro a abril, do PDV (Programa de Demissão Voluntária) e do cálculo das férias de boa parte dos professores”, pontuou.

Neno também acusou o governo Lauro de ter mudado a base de cálculo da jornada suplementar dos professores da rede municipal. “Houve uma queda forte nos vencimentos. O cálculo deveria ser feito sobre o salário já com as horas suplementares, mas está sendo feito sobre o salário base. A Prefeitura alegou que o estatuto do magistério não previa o modelo anterior”, analisou.

A estimativa do Sindema é que pelo menos 1.200 professores tenham sido prejudicados com essa medida, que afeta o pagamento de férias e do 13º salário.

Em fevereiro, o sindicato havia criticado a gestão do verde por supostamente ter realizado manobra para reduzir os valores das férias pagas aos servidores estatutários.

Segundo o sindicato, o Paço diademense modificou a fórmula do cálculo que incide sobre as férias, fazendo com que a quantia final do direito de parte dos funcionários fosse reduzida. Antes, o abono de um terço de férias dos funcionários era computado sobre a remuneração final do trabalhador, levando em consideração também as horas extras e jornadas suplementares.

O Sindema alega que, em dezembro, governo Lauro efetuou o pagamento do abono em cima do salário base dos servidores. Ou seja, excluiu do cômputo as horas extras, encolhendo a remuneração final que o trabalhador recebe quando tira os 30 dias de descanso. 



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