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Sétimo filme da série Jogos Mortais estreia nesta sexta


Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

05/11/2010 | 07:19


 

O medo de Hollywood em perder dinheiro e a falta de ideias para novas produções faz com que populares franquias se estendam cada vez mais. A prova disso é Jogos Mortais - O Final, que estreia hoje com oito cópias nos cinemas do Grande ABC. O filme promete encerrar a cinessérie de terror com o que de melhor ela tem trazido: milaborantes armadilhas e as mais grotescas mortes.

Após o lançamento do primeiro longa em 2004, a história passou por complicadas reviravoltas que fizeram com que parte do público desistisse de entender o que realmente ocorria na tela nos outros seis longas. O bem estruturado serial killer Jigsaw (Tobin Bell) - que continua a ser chamado de assassino apesar de nunca ter matado nenhuma de suas vítimas - aparece em todas as produções como principal elo entre as tramas. A diferença é que suas complicações de saúde fazem com que o trabalho de dar escolhas aos prisioneiros seja passado para novos discípulos.

Os atuais acontecimentos são obras do policial Mark Hoffman (Costas Mandylor), que deseja se vingar das ações de Jill (Betsy Russell), ex-mulher de Jigsaw. Ela sabe que o projeto original do antigo companheiro fugiu do controle e que, cada vez mais, as armadilhas são elaboradas para que as pessoas não sejam capazes de sair dali com vida.

Em meio a isso, é desenvolvida mais a ideia de como os poucos que sobreviveram enxergam essa segunda chance. Enquanto alguns ainda sentem raiva de sua situação, outros começaram a valorizar a nova oportunidade. É o caso de Bobby (Sean Patrick Flanery), que relata seu sofrimento em livros e na televisão, mas que esconde segredo que irá colocar ele, sua noiva e seus amigos na última sessão de tortura da série.

O público que imagina que não há mais nada a ser contado tem sido o mesmo que lota as salas perto do Dia das Bruxas, quando os filmes chegam aos cinemas. Independentemente da capacidade do vilão de antecipar o passo que será dado por todos, o que atrai a atenção são as engenhosas armadilhas elaboradas pelos produtores. A mais emblemática delas é o capacete capaz de quebrar a mandíbula de uma pessoa e deixá-la desfigurada, que volta nas últimas cenas como se fosse uma homenagem prestada pelo diretor Kevin Greutert (Jogos Mortais 6).

A franquia traz à tona o sadismo inerente no ser humano e nos faz refletir sobre elaboradas questões envolvendo o valor da vida. O desenvolvimento do macabro legado de Jigsaw faz de Jogos Mortais uma das mais inteligentes sagas da nova geração de filmes de terror, que chega ao fim utilizando tecnologia 3D que não acrescenta em nada.

 



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Sétimo filme da série Jogos Mortais estreia nesta sexta

Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

05/11/2010 | 07:19


 

O medo de Hollywood em perder dinheiro e a falta de ideias para novas produções faz com que populares franquias se estendam cada vez mais. A prova disso é Jogos Mortais - O Final, que estreia hoje com oito cópias nos cinemas do Grande ABC. O filme promete encerrar a cinessérie de terror com o que de melhor ela tem trazido: milaborantes armadilhas e as mais grotescas mortes.

Após o lançamento do primeiro longa em 2004, a história passou por complicadas reviravoltas que fizeram com que parte do público desistisse de entender o que realmente ocorria na tela nos outros seis longas. O bem estruturado serial killer Jigsaw (Tobin Bell) - que continua a ser chamado de assassino apesar de nunca ter matado nenhuma de suas vítimas - aparece em todas as produções como principal elo entre as tramas. A diferença é que suas complicações de saúde fazem com que o trabalho de dar escolhas aos prisioneiros seja passado para novos discípulos.

Os atuais acontecimentos são obras do policial Mark Hoffman (Costas Mandylor), que deseja se vingar das ações de Jill (Betsy Russell), ex-mulher de Jigsaw. Ela sabe que o projeto original do antigo companheiro fugiu do controle e que, cada vez mais, as armadilhas são elaboradas para que as pessoas não sejam capazes de sair dali com vida.

Em meio a isso, é desenvolvida mais a ideia de como os poucos que sobreviveram enxergam essa segunda chance. Enquanto alguns ainda sentem raiva de sua situação, outros começaram a valorizar a nova oportunidade. É o caso de Bobby (Sean Patrick Flanery), que relata seu sofrimento em livros e na televisão, mas que esconde segredo que irá colocar ele, sua noiva e seus amigos na última sessão de tortura da série.

O público que imagina que não há mais nada a ser contado tem sido o mesmo que lota as salas perto do Dia das Bruxas, quando os filmes chegam aos cinemas. Independentemente da capacidade do vilão de antecipar o passo que será dado por todos, o que atrai a atenção são as engenhosas armadilhas elaboradas pelos produtores. A mais emblemática delas é o capacete capaz de quebrar a mandíbula de uma pessoa e deixá-la desfigurada, que volta nas últimas cenas como se fosse uma homenagem prestada pelo diretor Kevin Greutert (Jogos Mortais 6).

A franquia traz à tona o sadismo inerente no ser humano e nos faz refletir sobre elaboradas questões envolvendo o valor da vida. O desenvolvimento do macabro legado de Jigsaw faz de Jogos Mortais uma das mais inteligentes sagas da nova geração de filmes de terror, que chega ao fim utilizando tecnologia 3D que não acrescenta em nada.

 

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