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Santo André perde do Linense e vê degola mais próxima

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Sérgio Soares escala time com seis alterações, Aloísio perde pênalti e só milagre salva descenso


Anderson Fattori

08/03/2018 | 07:00


O Santo André está com um pé e meio na Série A-2. Ontem, no confronto mais importante do Campeonato Paulista, o time mostrou a mesma apatia de jogos anteriores, erros de passe em demasia, falta de qualidade técnica e perdeu para o Linense por 1 a 0, no Estádio Gilberto Siqueira Lopes, em Lins.

Com esse resultado, o Ramalhão chegou ao quinto jogo sem vencer – quatro derrotas e um empate – e caiu para a lanterna, com oito pontos, sendo ultrapassado justamente pelo Linense, que, em seis jogos, venceu a primeira no seu estádio.

Para se salvar, o Santo André tem de torcer por derrotas da Ponte Preta para o Red Bull e da Ferroviária para o Bragantino, hoje, no complemento da rodada. Ainda assim, terá de derrotar o Novorizontino, domingo, às 17h, no Bruno Daniel e continuar secando os rivais.

O técnico Sérgio Soares ignorou o discurso de que não dava para mudar tudo com a sequência ruim e mandou a campo time desfigurado, com quatro zagueiros e nenhum lateral de origem. Foram seis mudanças em relação ao último jogo.

Mesmo com time alto, a defesa não saía do chão e permitiu ao Linense chegar com perigo em várias bolas na área. Não fosse o goleiro Zé Carlos, uma das novidades, o Elefante teria seguido ao intervalo vencendo.

Na segunda etapa, o Santo André conquistou pênalti cavado por Hugo Cabral, logo aos sete minutos. Aloísio cobrou muito mal e Pegorari fez a defesa.

Na sequência, Héliton fez pênalti infantil em Wilson. O próprio atacante do Linense bateu muito bem e abriu o placar.

Desesperado e sem qualidade, o Santo André tentou empatar a todo custo. Hugo Cabral e Paulinho até exigiram duas boas defesas de Pegorari, mas Zé Carlos também foi salvador.

No fim, no embate dos dois piores times do campeonato, prevaleceu o que foi minimamente mais eficaz. 



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