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PT aprova fim de prévias e fortalece candidatura de Marinho ao Estado

Encontro de delegados definirá nome da sigla na corrida ao Palácio dos Bandeirantes


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

20/02/2018 | 07:00


Por 68 votos a 11, o diretório do PT no Estado decidiu que haverá encontro de delegados para escolha do candidato do partido ao governo de São Paulo, e não mais o processo de prévias. Cerca de 1.200 delegados, definidos ainda na época do PED (Processo de Eleições Diretas), serão incumbidos de optar entre Luiz Marinho, ex-prefeito de São Bernardo e atual presidente estadual do petismo estadual, e Elói Pietá, ex-chefe do Executivo de Guarulhos.

O encontro está inicialmente agendado para o dia 24 de março. O diretório também estipulou a realização de debates dos grupos que apoiam os projetos internos.

O modelo fortalece vitória de Marinho dentro do petismo porque os delegados que definirão o candidato do partido ao Palácio dos Bandeirantes serão os mesmos que o elegeram para presidir a sigla no Estado, em maio.

A ala ligada a Pietá apostava nas prévias para tentar equilibrar a concorrência – Marinho pertence à CNB (Construindo um Novo Brasil) e tem como principal cabo eleitoral o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo apoiadores de Pietá, há corrente crescente crítica aos líderes da CNB pela ausência de consulta à militância nas últimas décadas.

Já no bloco ligado a Marinho, o questionamento é pelo atraso na condução da candidatura petista no Estado onde a legenda jamais venceu. Como há indefinição, muitos partidos que poderiam compor com o projeto petista têm aderido à candidatura certa do vice-governador Márcio França (PSB) – ontem, o socialista anunciou adesão do PSC.

Marinho até buscou antecipar sua empreitada quando, em 1º de dezembro, em ato no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e ao lado de Lula, anunciou que seria candidato do PT à sucessão de Geraldo Alckmin (PSDB). Percorreu regiões e concedeu entrevistas se portando como postulante. Mas Pietá conseguiu coletar assinaturas suficientes para provocar as prévias, dizendo que retiraria seu projeto apenas para o ex-senador e hoje vereador da Capital Eduardo Suplicy ou para o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad. 



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