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Nilton Valentim
Do Diário do Grande ABC

16/02/2018 | 07:45


Da dor veio a ideia que poderia ajudar muitas pessoas. Quando perdeu a amiga Anariá Recchia, vítima de atropelamento nas ruas de São Paulo, em 2016, a médica emergencista Adriana Mallet teve a ideia de criar um aplicativo capaz de auxiliar as pessoas e, ao mesmo tempo, facilitar o trabalho das equipes de socorro. Assim surgiu o 192Smart.

“A maioria dos solicitantes de serviços de urgência tem poucas informações sobre as vítimas e não é raro desconhecerem o endereço da ocorrência. Isso atrasa o atendimento em minutos decisivos em casos de trauma grave”, explica a médica.

O aplicativo, que funciona nos sistemas Android e iOS, pode ser baixado gratuitamente no Google Play e App Store. Ele detecta colisões de forma automática, faz um chamado em viva voz para o serviço de resgate – Samu ou Corpo de Bombeiros – e envia a localização e a ficha médica do usuário.
“Em situações de traumas, falamos nos conceitos de ‘hora de ouro’ e ‘dez minutos de platina’, em referência ao tempo como fator decisivo para evitar a morte e reduzir sequelas”, explica a médica.

O 192Smart foi lançado durante o Maio Amarelo (mês em que são desenvolvidas atividades de conscientização dos periogos do trânsito) de 2017.

Ao baixar o app, o usuário preenche uma ficha com dados médicos básicos, como alergias, tipo sanguíneo, contatos de emergência etc. A partir daí, não precisa ter qualquer outra interação com a tecnologia. O programa roda em segundo plano e entende automaticamente quando o usuário está em movimento.

Além de informar as coordenadas da ocorrência, o aplicativo ainda registra a última velocidade antes da colisão, ajudando os resgatistas a entender a gravidade do acidente e da situação das vítimas. “Nossa intenção é dar à equipe do serviço de resgate as melhores condições possíveis para um atendimento de qualidade em casos graves, ao evitar, por exemplo, que o desconhecimento do endereço atrase a chegada do socorro”, afirma Adriana.

Por meio de uma integração bastante simples, os dados captados são enviados para a plataforma implementada nas centrais de regulação dos serviços de emergência. O aplicativo tem ainda um botão que pode ser acionado se o usuário presenciar uma ocorrência médica de qualquer tipo: além dos acidentes de trânsito, casos como traumas, engasgamentos ou paradas cardiorrespiratórias, por exemplo.  



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Nilton Valentim
Do Diário do Grande ABC

16/02/2018 | 07:45


Da dor veio a ideia que poderia ajudar muitas pessoas. Quando perdeu a amiga Anariá Recchia, vítima de atropelamento nas ruas de São Paulo, em 2016, a médica emergencista Adriana Mallet teve a ideia de criar um aplicativo capaz de auxiliar as pessoas e, ao mesmo tempo, facilitar o trabalho das equipes de socorro. Assim surgiu o 192Smart.

“A maioria dos solicitantes de serviços de urgência tem poucas informações sobre as vítimas e não é raro desconhecerem o endereço da ocorrência. Isso atrasa o atendimento em minutos decisivos em casos de trauma grave”, explica a médica.

O aplicativo, que funciona nos sistemas Android e iOS, pode ser baixado gratuitamente no Google Play e App Store. Ele detecta colisões de forma automática, faz um chamado em viva voz para o serviço de resgate – Samu ou Corpo de Bombeiros – e envia a localização e a ficha médica do usuário.
“Em situações de traumas, falamos nos conceitos de ‘hora de ouro’ e ‘dez minutos de platina’, em referência ao tempo como fator decisivo para evitar a morte e reduzir sequelas”, explica a médica.

O 192Smart foi lançado durante o Maio Amarelo (mês em que são desenvolvidas atividades de conscientização dos periogos do trânsito) de 2017.

Ao baixar o app, o usuário preenche uma ficha com dados médicos básicos, como alergias, tipo sanguíneo, contatos de emergência etc. A partir daí, não precisa ter qualquer outra interação com a tecnologia. O programa roda em segundo plano e entende automaticamente quando o usuário está em movimento.

Além de informar as coordenadas da ocorrência, o aplicativo ainda registra a última velocidade antes da colisão, ajudando os resgatistas a entender a gravidade do acidente e da situação das vítimas. “Nossa intenção é dar à equipe do serviço de resgate as melhores condições possíveis para um atendimento de qualidade em casos graves, ao evitar, por exemplo, que o desconhecimento do endereço atrase a chegada do socorro”, afirma Adriana.

Por meio de uma integração bastante simples, os dados captados são enviados para a plataforma implementada nas centrais de regulação dos serviços de emergência. O aplicativo tem ainda um botão que pode ser acionado se o usuário presenciar uma ocorrência médica de qualquer tipo: além dos acidentes de trânsito, casos como traumas, engasgamentos ou paradas cardiorrespiratórias, por exemplo.  

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