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Londres expõe coleção de arte da imperatriz Josefina


Da AFP

24/07/2007 | 12:44


A imperatriz Josefina, uma das mulheres mais influentes da história da Europa, era uma grande colecionadora de arte, que aproveitou dos saques cometidos por seu marido, Napoleão Bonaparte, em vários países, revela uma exposição que será inaugurada nesta quarta-feira, em Londres.

As obras expostas na Somerset House provêm principalmente da grande coleção que Josefina tinha em seu castelo de Malmaison, a uma hora de Paris, grande parte da qual foi adquirida por czares russos e agora pertencente ao museu Ermitage de São Petersburgo.

A mostra revela uma Josefina melancólica, obcecada pela morte e com medo de uma separação de Napoleão, afirmou Bernard Chevallier, que dirige há 28 anos o museu do castelo de Malmaison. Segundo ele, Josefina era uma amante das artes. Começou comprando algumas peças para adornar o castelo que era a residência favorita do casal.

Uma das peças favoritas de Josefina - que morreu em 1814, aos 51 anos, cinco anos depois de seu divórcio - era "La Danseuse", uma escultura de mármore translúcido de Antonio Canova.

Josefina também foi uma mecenas, que protegeu artistas jovens. Mas a imperatriz acumulou uma dívida de 3 milhões de francos, uma soma absurda na época, e por isso teve de vender muitas de suas obras para a Rússia.

Posteriormente, depois da revolução de 1917, as obras em mãos dos czares foram nacionalizadas e entregues ao Ermitage.



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