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Garota vítima de bala perdida será operada em Portugal



24/06/2006 | 08:27


A estudante Camila Magalhães Lima, de 20 anos, tetraplégica desde os 12, quando foi atingida por bala perdida, tem nova esperança de recuperar os movimentos. Ela vai receber um implante de células-tronco graças a um estudo pioneiro realizado no Hospital Egas de Moniz, em Lisboa.

A cirurgia está marcada para 30 de setembro mas, como a jovem é estrangeira, o hospital exige o depósito de uma caução de 35 mil euros. O advogado de Camila, João Tancredo, entrou na Justiça com ação para que quatro empresas arquem com o valor da caução e o custo da viagem.

Camila foi baleada em Vila Isabel, quando voltava da escola, logo após um assalto à Joalheria Tzipora. Seguranças reagiram e houve troca de tiros. Uma bala atingiu o pescoço de Camila, que perdeu o movimento dos braços e das pernas. “Os seguranças que atuavam ali eram de empresa clandestina e confirmaram, em depoimento, que trabalhavam para Petisco da Vila Drogaria Pacheco, Sendas e a Tzipora”, afirmou Pacheco.

A pesquisa começou em 2001. Desde então, pelo menos 45 pessoas, vítimas de lesão medular, foram submetidas à técnica. Há casos de pacientes que voltaram a andar. “Tenho certeza de que alguma melhora eu vou ter”, disse Camila.

A Sendas e o Petisco da Vila informaram que nunca mantiveram seguranças armados nem contrataram empresa clandestina.


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