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Quase um amigo real

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Pequenos leitores brasileiros se sentem próximos da série 'Diário de Um Banana' há dez anos


Tauana Marin
Diário do Grande ABC

04/02/2018 | 07:00


Quem não se diverte com as trapalhadas dos outros? E quando, além das risadas, nos identificamos com uma pessoa azarada? É justamente esse o motivo que levou o estudante Henrique Carro Tomaz Ramos, 10 anos, de São Bernardo, a ser fã de Diário de um Banana, lançado há dez anos no Brasil.

“Fiquei sabendo do livro na escola pelos amigos. Mas não comecei pela primeira edição. Li o quarto e o sexto exemplares”, conta. “Greg é como nós. Não é um herói, muito pelo contrário. As coisas dão errado e tudo bem falar sobre elas. E a forma como ele escreve no seu diário faz os desastres parecerem piada”, diz o menino, que coleciona os 11 livros da série e já pediu para a mãe o novo volume recém-chegado ao País.

Ele ainda conta que chega a ler cada exemplar em, no máximo, dois dias. Também acompanha as falas do autor, sempre presente nas páginas finais. “Além de escrever esses livros, ele também já fez jogos, games. Outra coisa que amo.”

Seus colegas do Colégio Iesp, de São Bernardo, também acompanham a série. Detalhe que estão ansiosos para o segundo bimestre, quando deverão ler o 12º livro para projeto especial no qual apresentarão a história como peça teatral para todos os estudantes da escola.

“A verdade nua e crua de Greg é o que faz com que muitos se identifiquem. Os livros relatam as mudanças no corpo dele, as férias frustradas, as amizades na pré-adolescência e as responsabilidades que adquirimos em casa e no colégio”, comenta Gabriela Manzi Demenis, 12.

Sarah Pacheco Rocha Amâncio, 11, destaca a mescla entre texto e ilustrações na diagramação dos exemplares. “Sempre amei ler gibis e acredito que os Diário de Um Banana têm alguma semelhança. Os desenhos tem espaço e facilitam a leitura, que não fica pesada. A linguagem informal também deixa o personagem mais próximo.”

Encontrar uma história interessante é importante para alimentar o gosto pelo hábito de ler na infância. “Ler a série só aumentou minha paixão por leitura, muito incentivada por minha tia, que é escritora. Em casa tenho mais de 50 livros que li e as aventuras do Greg estão entre minhas preferidas”, revela Gabriel Silva Cônego, 11, que acompanhou os filmes no cinema.

Novo livro narra confusões em torno de viagem de avião

Lançado em novembro no Brasil, Diário de Um Banana: Apertem os Cintos (V&R Editoras, 224 páginas, R$ 38,90, em média) narra momento atípico na vida da família Heffley. Diferentemente de todos os outros anos, a mãe de Greg deseja passar o Natal em outro lugar e o destino desejado é longe do frio e perto do tempo quente.

O 12º livro da série literária mostra a primeira vez em que o protagonista realiza viagem de avião – fato que inspira o nome da publicação. Como o público já espera, as confusões aparecem logo no começo, incluindo no caminho para o aeroporto. A dúvida que fica é saber se a família irá conseguir descansar nas novas férias.

AUTOR. O escritor e cartunista norte-americano Jeff Kinney, 46 anos, utiliza diversas experiências pessoais para desenvolver as histórias publicadas. A série infanto-juvenil, iniciada em 2007, é traduzida para 53 línguas diferentes, tendo vendido mais de 150 milhões de unidades em todo o mundo.

DIÁRIO NO CINEMA.

DIÁRIO DE UM BANANA (2010). O primeiro livro inspirou aguardado filme nas telonas e apresentou versão em carne e osso do azarado Greg e sua vida de pré-adolescente;

RODRICK É O CARA (2011). Baseado no segundo livro, Greg é obrigado a tentar se dar bem com o irmão mais velho e uma inesperada festa em casa causa muitas confusões;

DIAS DE CÃO (2012). Em um péssimo verão, Greg é expulso do clube e não irá viajar com a família por falta de dinheiro, tendo que se aventurar na bagunçada piscina pública;

CAINDO NA ESTRADA (2017). O remake da cinessérie mostra Greg partindo em viagem em família para celebrar os 90 anos da bisavó e a jornada é recheada de problemas. 



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Quase um amigo real

Pequenos leitores brasileiros se sentem próximos da série 'Diário de Um Banana' há dez anos

Tauana Marin
Diário do Grande ABC

04/02/2018 | 07:00


Quem não se diverte com as trapalhadas dos outros? E quando, além das risadas, nos identificamos com uma pessoa azarada? É justamente esse o motivo que levou o estudante Henrique Carro Tomaz Ramos, 10 anos, de São Bernardo, a ser fã de Diário de um Banana, lançado há dez anos no Brasil.

“Fiquei sabendo do livro na escola pelos amigos. Mas não comecei pela primeira edição. Li o quarto e o sexto exemplares”, conta. “Greg é como nós. Não é um herói, muito pelo contrário. As coisas dão errado e tudo bem falar sobre elas. E a forma como ele escreve no seu diário faz os desastres parecerem piada”, diz o menino, que coleciona os 11 livros da série e já pediu para a mãe o novo volume recém-chegado ao País.

Ele ainda conta que chega a ler cada exemplar em, no máximo, dois dias. Também acompanha as falas do autor, sempre presente nas páginas finais. “Além de escrever esses livros, ele também já fez jogos, games. Outra coisa que amo.”

Seus colegas do Colégio Iesp, de São Bernardo, também acompanham a série. Detalhe que estão ansiosos para o segundo bimestre, quando deverão ler o 12º livro para projeto especial no qual apresentarão a história como peça teatral para todos os estudantes da escola.

“A verdade nua e crua de Greg é o que faz com que muitos se identifiquem. Os livros relatam as mudanças no corpo dele, as férias frustradas, as amizades na pré-adolescência e as responsabilidades que adquirimos em casa e no colégio”, comenta Gabriela Manzi Demenis, 12.

Sarah Pacheco Rocha Amâncio, 11, destaca a mescla entre texto e ilustrações na diagramação dos exemplares. “Sempre amei ler gibis e acredito que os Diário de Um Banana têm alguma semelhança. Os desenhos tem espaço e facilitam a leitura, que não fica pesada. A linguagem informal também deixa o personagem mais próximo.”

Encontrar uma história interessante é importante para alimentar o gosto pelo hábito de ler na infância. “Ler a série só aumentou minha paixão por leitura, muito incentivada por minha tia, que é escritora. Em casa tenho mais de 50 livros que li e as aventuras do Greg estão entre minhas preferidas”, revela Gabriel Silva Cônego, 11, que acompanhou os filmes no cinema.

Novo livro narra confusões em torno de viagem de avião

Lançado em novembro no Brasil, Diário de Um Banana: Apertem os Cintos (V&R Editoras, 224 páginas, R$ 38,90, em média) narra momento atípico na vida da família Heffley. Diferentemente de todos os outros anos, a mãe de Greg deseja passar o Natal em outro lugar e o destino desejado é longe do frio e perto do tempo quente.

O 12º livro da série literária mostra a primeira vez em que o protagonista realiza viagem de avião – fato que inspira o nome da publicação. Como o público já espera, as confusões aparecem logo no começo, incluindo no caminho para o aeroporto. A dúvida que fica é saber se a família irá conseguir descansar nas novas férias.

AUTOR. O escritor e cartunista norte-americano Jeff Kinney, 46 anos, utiliza diversas experiências pessoais para desenvolver as histórias publicadas. A série infanto-juvenil, iniciada em 2007, é traduzida para 53 línguas diferentes, tendo vendido mais de 150 milhões de unidades em todo o mundo.

DIÁRIO NO CINEMA.

DIÁRIO DE UM BANANA (2010). O primeiro livro inspirou aguardado filme nas telonas e apresentou versão em carne e osso do azarado Greg e sua vida de pré-adolescente;

RODRICK É O CARA (2011). Baseado no segundo livro, Greg é obrigado a tentar se dar bem com o irmão mais velho e uma inesperada festa em casa causa muitas confusões;

DIAS DE CÃO (2012). Em um péssimo verão, Greg é expulso do clube e não irá viajar com a família por falta de dinheiro, tendo que se aventurar na bagunçada piscina pública;

CAINDO NA ESTRADA (2017). O remake da cinessérie mostra Greg partindo em viagem em família para celebrar os 90 anos da bisavó e a jornada é recheada de problemas. 

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