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Santo André vai investir R$ 230 milhões em moradia

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Meta é construir 2.036 unidades até o fim de 2019, além de entregar 1.030 residências já em obras


Bia Moço
Especial para o Diário

15/12/2017 | 07:00


 Com a meta de diminuir o deficit habitacional, estimado hoje em 32 mil imóveis, a Prefeitura de Santo André anunciou, na tarde de ontem, a entrega de 3.066 unidades até o fim de 2019. Destas, 1.030 correspondem a apartamentos cujas obras serão retomadas, com conclusão prevista para abril de 2018. Já as 2.036 restantes se referem a moradias que serão construídas a partir do segundo semestre do próximo ano e finalizadas até dezembro de 2019. O conjunto de obras – 11 no total – demandará investimento de R$ 230 milhões, oriundos do governo federal por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida.

Segundo a administração, para os novos projetos já foram lançados quatro editais de chamamento para definir as empresas que construirão as 2.036 unidades e, até o fim do mês, outros quatro devem ser abertos. A previsão é a de que as construções demandem de 12 a 15 meses de obras. Os projetos beneficiam moradores de núcleos localizados no Parque das Nações, Jardim Cipreste, Camilópolis, Homero Thon, Jardim Stella, Jardim Jamaica, Cidade São Jorge e Vila João Ramalho.

Secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Fernando Marangoni destacou que o modelo das construções é pioneiro no Grande ABC. “Os chamamentos de faixa 1,5 lançados agora são inéditos na Região Metropolitana, o primeiro modelo em terreno público”, disse o secretário. Por meio do chamamento, empresas apresentam seus projetos de construção, que são selecionados por critérios de pontuação.

Já as 1.030 unidades cujas obras foram iniciadas na gestão anterior – do prefeito Carlos Grana (PT) – estão divididas entre os conjuntos Novo Pinheirinho (410 moradias), Nova Conquista (120) e Santo Dias (500). A expectativa é a de que as construções sejam finalizadas em fevereiro, março e abril de 2018, respectivamente.

No caso do Novo Pinheirinho, as 410 unidades com entrega confirmada são de responsabilidade do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), após acordo firmado entre gestão municipal e o movimento em 2014. O empreendimento, no Jardim do Estádio, prevê ainda a entrega de 500 apartamentos para famílias cadastradas no aluguel social, estes sem data prevista.

O conjunto Nova Conquista estava com intervenções paralisadas há pelo menos dois anos por falta de verba. A obra, de responsabilidade da ONG Amova, deveria ter sido concluída em 2015. Já no caso do conjunto Santo Dias, também no Jardim do Estádio, será possível acelerar o andamento dos trabalhos, que estão em ritmo lento desde o início do ano.

O prefeito Paulo Serra (PSDB) garantiu que as obras serão entregues. “Não vamos enganar ninguém. O que está sendo anunciado está certo, cravado e garantido”, ressaltou.

 

Prefeitura regularizou 4.767 domicílios

Problemas com a regularização fundiária já não são novidade em Santo André, porém a Prefeitura anunciou que vai fechar o ano com 4.767 domicílios com documentação em dia. O investimento municipal para entrega desses títulos até o primeiro semestre de 2018 foi de R$ 5 milhões.

No dia 3, a conquista foi a entrega das primeiras 202 escrituras do conjunto habitacional José Nancy, no Parque Erasmo Assunção, o que simbolizou fim de espera de 30 anos para algumas famílias.

O principal entrave na cidade ainda é no Centreville. O transtorno, que já dura 35 anos, está prestes a chegar ao fim. A novidade é que o processo está no cartório, e, assim que liberado, permitirá a entrega das escrituras de 1.300 famílias.

De acordo com a Prefeitura, mais 12,3 mil domicílios precisam ser regularizados no município. Neste caso, o processo deverá ser concluído até 2020, investimento de R$ 23 milhões.

URBANIZAÇÃO

Outra conquista destacada foi a liberação, pela Caixa Econômica Federal, de verba para finalização das obras dos núcleos Santa Cristina, Cassaquera, Pedro Américo, Jardim Santo André e Homero Thon, com R$ 40 milhões investidos



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Santo André vai investir R$ 230 milhões em moradia

Meta é construir 2.036 unidades até o fim de 2019, além de entregar 1.030 residências já em obras

Bia Moço
Especial para o Diário

15/12/2017 | 07:00


 Com a meta de diminuir o deficit habitacional, estimado hoje em 32 mil imóveis, a Prefeitura de Santo André anunciou, na tarde de ontem, a entrega de 3.066 unidades até o fim de 2019. Destas, 1.030 correspondem a apartamentos cujas obras serão retomadas, com conclusão prevista para abril de 2018. Já as 2.036 restantes se referem a moradias que serão construídas a partir do segundo semestre do próximo ano e finalizadas até dezembro de 2019. O conjunto de obras – 11 no total – demandará investimento de R$ 230 milhões, oriundos do governo federal por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida.

Segundo a administração, para os novos projetos já foram lançados quatro editais de chamamento para definir as empresas que construirão as 2.036 unidades e, até o fim do mês, outros quatro devem ser abertos. A previsão é a de que as construções demandem de 12 a 15 meses de obras. Os projetos beneficiam moradores de núcleos localizados no Parque das Nações, Jardim Cipreste, Camilópolis, Homero Thon, Jardim Stella, Jardim Jamaica, Cidade São Jorge e Vila João Ramalho.

Secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Fernando Marangoni destacou que o modelo das construções é pioneiro no Grande ABC. “Os chamamentos de faixa 1,5 lançados agora são inéditos na Região Metropolitana, o primeiro modelo em terreno público”, disse o secretário. Por meio do chamamento, empresas apresentam seus projetos de construção, que são selecionados por critérios de pontuação.

Já as 1.030 unidades cujas obras foram iniciadas na gestão anterior – do prefeito Carlos Grana (PT) – estão divididas entre os conjuntos Novo Pinheirinho (410 moradias), Nova Conquista (120) e Santo Dias (500). A expectativa é a de que as construções sejam finalizadas em fevereiro, março e abril de 2018, respectivamente.

No caso do Novo Pinheirinho, as 410 unidades com entrega confirmada são de responsabilidade do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), após acordo firmado entre gestão municipal e o movimento em 2014. O empreendimento, no Jardim do Estádio, prevê ainda a entrega de 500 apartamentos para famílias cadastradas no aluguel social, estes sem data prevista.

O conjunto Nova Conquista estava com intervenções paralisadas há pelo menos dois anos por falta de verba. A obra, de responsabilidade da ONG Amova, deveria ter sido concluída em 2015. Já no caso do conjunto Santo Dias, também no Jardim do Estádio, será possível acelerar o andamento dos trabalhos, que estão em ritmo lento desde o início do ano.

O prefeito Paulo Serra (PSDB) garantiu que as obras serão entregues. “Não vamos enganar ninguém. O que está sendo anunciado está certo, cravado e garantido”, ressaltou.

 

Prefeitura regularizou 4.767 domicílios

Problemas com a regularização fundiária já não são novidade em Santo André, porém a Prefeitura anunciou que vai fechar o ano com 4.767 domicílios com documentação em dia. O investimento municipal para entrega desses títulos até o primeiro semestre de 2018 foi de R$ 5 milhões.

No dia 3, a conquista foi a entrega das primeiras 202 escrituras do conjunto habitacional José Nancy, no Parque Erasmo Assunção, o que simbolizou fim de espera de 30 anos para algumas famílias.

O principal entrave na cidade ainda é no Centreville. O transtorno, que já dura 35 anos, está prestes a chegar ao fim. A novidade é que o processo está no cartório, e, assim que liberado, permitirá a entrega das escrituras de 1.300 famílias.

De acordo com a Prefeitura, mais 12,3 mil domicílios precisam ser regularizados no município. Neste caso, o processo deverá ser concluído até 2020, investimento de R$ 23 milhões.

URBANIZAÇÃO

Outra conquista destacada foi a liberação, pela Caixa Econômica Federal, de verba para finalização das obras dos núcleos Santa Cristina, Cassaquera, Pedro Américo, Jardim Santo André e Homero Thon, com R$ 40 milhões investidos

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