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México celebra Dia dos Mortos

Divulgação / Visit México  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

País se prepara para grande festa tradicional; versões em São Paulo também atraem turistas


Marcela Munhoz

26/10/2017 | 07:00


 O Dia dos Mortos, no México, tem tanta cor, música e alegria quanto o Carnaval, no Brasil. É uma das principais comemorações dos mexicanos, reconhecida em 2003 pela Unesco como patrimônio oral e intangível da humanidade. É tão marcante que em 4 de janeiro chega por aqui a animação Viva: A Vida é Uma Festa (nome original Coco), com história de um músico de 12 anos que viaja para a Terra dos Mortos em busca de seus antepassados.

Quem já quer entrar no clima das caveiras coloridas pode aproveitar a próxima comemoração, que acontece de terça-feira (31) e segue até dia 2, Finados no Brasil. Durante a data, as cidades são enfeitadas e a população sai às ruas para expressar sua religiosidade e tradições culturais-gastronômicas. Para eles, é a chance de agradar os mortos que visitam o mundo dos vivos uma vez ao ano. As pessoas preparam oferendas, usando elementos simbólicos (confira cada um no dicionário acima).

EM SÃO PAULO
Para resgatar e trazer para os brasileiros um pouco da tradição mexicana, algumas festas nos moldes da tradicional foram agendadas para acontecer na Capital. No sábado (das 12h às 22h) e domingo (das 12h às 20h), o Memorial da América Latina (ao lado do Metrô Barra Funda) vai fazer a sua. O evento terá espaço interativo baseado em Viva – A Vida é uma Festa. A The Walt Disney Company Brasil convidou dez artistas brasileiros para expressar seu talento por meio da customização de caveiras. Entre eles estão Alexandre Herchcovitch, Nady Máximo, Os Barbixas e Simone Siss.

A festa, organizada pelo Consulado Geral do México em São Paulo, terá apresentações de mariachis, shows de escola de samba, concurso de fantasia e homenagens ao artista plástico mexicano Felipe Ehrenberg (1943-2017), a atriz brasileira Ruth Escobar (1935-2017) e as vítimas dos terremotos de setembro (1985 e 2017) no México. A entrada é gratuita.

DICIONÁRIO
Água: A fonte da vida é oferecida às almas para saciar sua sede após a longa jornada. Simboliza a pureza da alma.

Sal: Esse elemento de purificação serve para que o corpo não seja corrompido em sua ida e volta entre os mundos e possa retornar no ano seguinte.

Velas: Os antigos mexicanos usavam tochas. Atualmente, a vela é usada em suas diferentes formas. A chama significa luz, fé e esperança. Atua como um guia para que as almas alcancem seus antigos lares.
Incenso: Sublima a oração.

Arco de Flores: Símbolo do festival por suas cores e aromas que representam o portal de entrada dos mortos.

El Petate: É tapete que, neste dia em particular, ajuda as almas a descansarem.

El Izcuintle: O cachorrinho não pode faltar nos altares para as almas das crianças. O brinquedo faz com que elas se sintam felizes ao chegar ao banquete.

Pão: Elaborado de diferentes maneiras, o pão é um dos elementos mais preciosos do altar, pois simboliza oferta fraterna.

Fotografia: O retrato sugere a alma que nos visitará, mas deve estar escondido, de modo que só pode ser visto com um espelho, para implicar que o ente querido pode ser visto, mas não existe mais.

Caveiras: Objetos fazem alusão à morte, que estará sempre presente.

Licor: Serve para lembrar os mortos dos agradáveis eventos que tiveram em vida.

(Fonte: www.visitmexico.com)



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México celebra Dia dos Mortos

País se prepara para grande festa tradicional; versões em São Paulo também atraem turistas

Marcela Munhoz

26/10/2017 | 07:00


 O Dia dos Mortos, no México, tem tanta cor, música e alegria quanto o Carnaval, no Brasil. É uma das principais comemorações dos mexicanos, reconhecida em 2003 pela Unesco como patrimônio oral e intangível da humanidade. É tão marcante que em 4 de janeiro chega por aqui a animação Viva: A Vida é Uma Festa (nome original Coco), com história de um músico de 12 anos que viaja para a Terra dos Mortos em busca de seus antepassados.

Quem já quer entrar no clima das caveiras coloridas pode aproveitar a próxima comemoração, que acontece de terça-feira (31) e segue até dia 2, Finados no Brasil. Durante a data, as cidades são enfeitadas e a população sai às ruas para expressar sua religiosidade e tradições culturais-gastronômicas. Para eles, é a chance de agradar os mortos que visitam o mundo dos vivos uma vez ao ano. As pessoas preparam oferendas, usando elementos simbólicos (confira cada um no dicionário acima).

EM SÃO PAULO
Para resgatar e trazer para os brasileiros um pouco da tradição mexicana, algumas festas nos moldes da tradicional foram agendadas para acontecer na Capital. No sábado (das 12h às 22h) e domingo (das 12h às 20h), o Memorial da América Latina (ao lado do Metrô Barra Funda) vai fazer a sua. O evento terá espaço interativo baseado em Viva – A Vida é uma Festa. A The Walt Disney Company Brasil convidou dez artistas brasileiros para expressar seu talento por meio da customização de caveiras. Entre eles estão Alexandre Herchcovitch, Nady Máximo, Os Barbixas e Simone Siss.

A festa, organizada pelo Consulado Geral do México em São Paulo, terá apresentações de mariachis, shows de escola de samba, concurso de fantasia e homenagens ao artista plástico mexicano Felipe Ehrenberg (1943-2017), a atriz brasileira Ruth Escobar (1935-2017) e as vítimas dos terremotos de setembro (1985 e 2017) no México. A entrada é gratuita.

DICIONÁRIO
Água: A fonte da vida é oferecida às almas para saciar sua sede após a longa jornada. Simboliza a pureza da alma.

Sal: Esse elemento de purificação serve para que o corpo não seja corrompido em sua ida e volta entre os mundos e possa retornar no ano seguinte.

Velas: Os antigos mexicanos usavam tochas. Atualmente, a vela é usada em suas diferentes formas. A chama significa luz, fé e esperança. Atua como um guia para que as almas alcancem seus antigos lares.
Incenso: Sublima a oração.

Arco de Flores: Símbolo do festival por suas cores e aromas que representam o portal de entrada dos mortos.

El Petate: É tapete que, neste dia em particular, ajuda as almas a descansarem.

El Izcuintle: O cachorrinho não pode faltar nos altares para as almas das crianças. O brinquedo faz com que elas se sintam felizes ao chegar ao banquete.

Pão: Elaborado de diferentes maneiras, o pão é um dos elementos mais preciosos do altar, pois simboliza oferta fraterna.

Fotografia: O retrato sugere a alma que nos visitará, mas deve estar escondido, de modo que só pode ser visto com um espelho, para implicar que o ente querido pode ser visto, mas não existe mais.

Caveiras: Objetos fazem alusão à morte, que estará sempre presente.

Licor: Serve para lembrar os mortos dos agradáveis eventos que tiveram em vida.

(Fonte: www.visitmexico.com)

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