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Uso excessivo de computador aumenta as chances de dores de cabeça na infância

Uso excessivo da tecnologia faz com que a incidência salte de 1% para  30% na infância

Da Redação, com assessoria

25/10/2017 | 11:05


A dor de cabeça é uma das principais causas das consultas oftalmológicas entre crianças. De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, quando um filho se queixa, essa é a primeira especialidade consultada pelos pais. A boa notícia é que os problemas oftalmológicos só causam 1% da cefaleia na infância. Contudo, atenção, pois um dos principais vilões nessa história é o computador, por todo o esforço ocular provocado pelo esforço visual.

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Só para se ter uma ideia, o uso excessivo da tecnologia faz com que a incidência da dor de cabeça relacionada à visão salte de 1% para  30% na infância. É o que mostra um estudo feito pelo médico com 360 pacientes de 9 a 12 anos que chegavam a ficar 6 horas ininterruptas na frente do computador, videogame e outras tecnologias.

Identificação e prevenção
“É fácil identificar a cefaléia relacionada ao excesso de computador”, afirma Queiroz Neto. Ele explica que geralmente surge depois de duas horas em frente a telinha. Ela é caracterizada por uma dor tensional nas têmporas e pescoço. Cabe aos país, observa, orientar a criança para evitar as crises. Na maior parte dos casos, a dor desaparece com descanso ou olhando para o horizonte de 15 a 30 minutos a cada hora na frente do monitor. Se ela não desaparecer, a recomendação é consultar um especialista.

Risco de miopia
O estudo também mostra que o excesso de computador pode estar relacionado ao aumento da miopia. Isso porque o esforço visual prolongado para enxergar de perto causou miopia em 21% das crianças contra a prevalência de 12% apontada pelo CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia).

O médico afirma que, em crianças, a visão está em desenvolvimento e a contração prolongada dos músculos ciliares para focar as telas eletrônicas inibe o relaxamento dessa musculatura e leva à miopia acomodativa.”Ela pode ser revertida com descanso dos olhos, mas pode se torna um mal permanente se a criança ficar diariamente por mais duas horas olhando para as telas eletrônicas”, afirma.

Hereditariedade
Queiroz neto ressalta que quando o assunto é miopia, a hereditariedade determina, enquanto os fatores ambientais favorecem ou impedem o desenvolvimento. Embora a genética seja determinante, não significa que necessariamente a miopia seja passada de pai para filho.

Isso porque quando uma criança nasce, suas características físicas são determinadas em 50% pelos cromossomos da mãe e em 50% pelos cromossomos do pai.  Se apenas um dos pais é míope e o filho herda o gene dominante da miopia, tem 50% de chance de tornar-se míope.  No caso dos pais serem portadores do gene, mas não apresentarem a doença, a probabilidade de o filho ser míope cai para 25%. É isso que explica porque uma criança pode ter olhos normais mesmo que os pais tenham miopia.

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