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Problema em cemitério gerou multa de R$ 200 mil


Daniel Tossato

12/10/2017 | 07:00


 Por não cumprir exigências da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) em relação ao Cemitério Municipal São José, a Prefeitura de Ribeirão Pires já foi multada em R$ 202.495,44, desde 2014. A administração também já foi advertida em outras cinco oportunidades, neste caso sem autuações financeiras.

Das três multas que a administração recebeu, duas foram no mesmo dia, 16 de julho de 2014, sendo uma no valor de R$ 150,8 mil e outra de R$ 2.250. A terceira autuação foi emitida em 20 de maio de 2015, no valor de R$ 49.445,44. Já as advertências foram entregues em 20 de março de 2012, 13 de novembro de 2012, 4 de junho de 2014, 15 de julho de 2014 e 6 de julho deste ano.

Segundo explicou a Cetesb, as penalidades têm relação com o não cumprimento de exigências técnicas, como apresentação de estudo de passivo ambiental da necrópole.

A Cetesb também explicou que parte das punições tem relação com retirada de vegetação localizada em área de preservação permanente e movimentação de terra em espaço de proteção aos mananciais sem as devidas autorizações e aprovações da companhia.

Apesar de o órgão estadual afirmar que a Prefeitura de Ribeirão Pires foi advertida e multada, detalhando, inclusive, os respectivos valores, o Paço declarou que recebeu somente um auto de infração com imposição de penalidade de advertência, o que não implicou em multa, desde o início do ano.

RECLAMAÇÕES

Os problemas elencados pelo Diário em relação ao Cemitério Municipal São José desde domingo se arrastam há nos. Alguns deles, inclusive, assombram vizinhos da necrópole, como mau cheiro e aumento de insetos nas residências próximas.

A moradora Maria Lucia Domingues, 63 anos, reclama que a situação da cidade como um todo não é boa. Para ela, a necrópole agravou alguns transtornos, como o aumento de insetos nas calçadas e dentro das residências. “No calor, aparece muita barata e eu preciso limpar. À noite, elas também persistem por conta do cemitério”, afirma.

Já o motorista Cleber da Silva França, 37, reclama do mau cheiro que ronda o local. “Isso sempre existiu e nós, infelizmente, já nos acostumamos com a situação”, lamentou.

(colaborou Catarina Armelin)



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