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Em S.Caetano, veículos são abandonados nas vias públicas

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Moradores cobram solução para problema antigo nos bairros São José e Fundação


Matheus Angioleto
Especial para o Diário

11/10/2017 | 07:00


 Os bairros São José e Fundação, em São Caetano, acumulam problemas relacionados ao abandono de veículos. No primeiro, foi possível verificar 11 carros estacionados na Rua Humberto Fernandes Fortes. Já na Rua Luiz D’Agostini, automóvel está parado na via há pelo menos cinco anos, conforme moradores.
Ao chegar na Rua Humberto Fernandes Fortes, no bairro São José, a equipe do Diário se deparou com agentes de trânsito da Prefeitura, que afirmaram estar no local para notificar os proprietários dos 11 veículos estacionados na via. Os carros apresentam sinais de abandono, como sujeira expressiva.
Idoso que mora em condomínio residencial na mesma via há 29 anos afirmou que a situação de carros abandonados persiste há pelo menos dez anos e é atitude tomada, normalmente, pelos próprios moradores. Outra moradora que vive no conjunto de apartamentos há 20 anos e que também não quis se identificar destacou ainda que a área passou a ser utilizada para o consumo de drogas, tendo em vista que a visão é ofuscada pelos veículos parados.
Já no caso da Rua Luiz D’Agostini, no bairro Fundação, carro estacionado há pelo menos cinco anos se tornou problema para a comunidade. A estrutura comprometida e enferrujada, tanto que impossibilita identificar o modelo do veículo, é responsável pelo acúmulo de água parada, tendo em vista que está com vidros estilhaçados. “Desmontaram ele (automóvel) inteiro e tiraram as peças. Os vidros estão estourados, a água está parada e ninguém está nem aí. Isso pode gerar dengue e a gente se preocupa com isso. Inclusive, um rapaz que era usuário de drogas chegou a morar dentro do carro”, relata o torneiro mecânico Alberto da Silva Nogueira, 29.
A ajudante de cozinha Claudia Oliveira, 45, mora praticamente em frente ao veículo. Para ela, a situação deve ser resolvida o quanto antes. “Faz muito tempo que está aí e acho ruim, porque acumula lixo. O pessoal tirava as peças para vender. A gente não sabe se alguém pode se esconder aí dentro do carro”, observa.
A PM (Polícia Militar) e a Prefeitura de São Caetano não se pronunciaram a respeito do problema.



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Em S.Caetano, veículos são abandonados nas vias públicas

Moradores cobram solução para problema antigo nos bairros São José e Fundação

Matheus Angioleto
Especial para o Diário

11/10/2017 | 07:00


 Os bairros São José e Fundação, em São Caetano, acumulam problemas relacionados ao abandono de veículos. No primeiro, foi possível verificar 11 carros estacionados na Rua Humberto Fernandes Fortes. Já na Rua Luiz D’Agostini, automóvel está parado na via há pelo menos cinco anos, conforme moradores.
Ao chegar na Rua Humberto Fernandes Fortes, no bairro São José, a equipe do Diário se deparou com agentes de trânsito da Prefeitura, que afirmaram estar no local para notificar os proprietários dos 11 veículos estacionados na via. Os carros apresentam sinais de abandono, como sujeira expressiva.
Idoso que mora em condomínio residencial na mesma via há 29 anos afirmou que a situação de carros abandonados persiste há pelo menos dez anos e é atitude tomada, normalmente, pelos próprios moradores. Outra moradora que vive no conjunto de apartamentos há 20 anos e que também não quis se identificar destacou ainda que a área passou a ser utilizada para o consumo de drogas, tendo em vista que a visão é ofuscada pelos veículos parados.
Já no caso da Rua Luiz D’Agostini, no bairro Fundação, carro estacionado há pelo menos cinco anos se tornou problema para a comunidade. A estrutura comprometida e enferrujada, tanto que impossibilita identificar o modelo do veículo, é responsável pelo acúmulo de água parada, tendo em vista que está com vidros estilhaçados. “Desmontaram ele (automóvel) inteiro e tiraram as peças. Os vidros estão estourados, a água está parada e ninguém está nem aí. Isso pode gerar dengue e a gente se preocupa com isso. Inclusive, um rapaz que era usuário de drogas chegou a morar dentro do carro”, relata o torneiro mecânico Alberto da Silva Nogueira, 29.
A ajudante de cozinha Claudia Oliveira, 45, mora praticamente em frente ao veículo. Para ela, a situação deve ser resolvida o quanto antes. “Faz muito tempo que está aí e acho ruim, porque acumula lixo. O pessoal tirava as peças para vender. A gente não sabe se alguém pode se esconder aí dentro do carro”, observa.
A PM (Polícia Militar) e a Prefeitura de São Caetano não se pronunciaram a respeito do problema.

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