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Economia verde como resposta à crise?

A economia verde foi amplamente discutida ao longo de 2012 por ocasião da Rio+20...


Dgabc

02/04/2013 | 00:00


Artigo

A economia verde foi amplamente discutida ao longo de 2012 por ocasião da Rio+20. Considerando a estimativa de se atingir a população mundial de 9 bilhões de pessoas, em 2050, e que elas devam viver bem, dentro dos limites do planeta, a sustentabilidade indica modelos de negócios baseados em produtos e serviços ‘verdes' que atendam demandas socioambientais nas cidades, no lazer, esportes, energia e outras dimensões das nossas vidas.

Desde já as empresas podem desenvolver outros meios de geração de ‘lucro admirado'. Considerando apenas a geração de emprego, o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) relatou que, até 2008, mais de 2,3 milhões de pessoas foram empregadas no setor de baixo carbono em apenas países líderes em empregos verdes. Na cadeia de valor do alumínio há soluções efetivas de economia verde. No campo das aplicações, por exemplo, em mobilidade, demonstra-se que o uso do alumínio nos transportes reduz o peso de aviões, carros e caminhões, e aumenta a eficiência de 6% a 10% no uso de combustível, reduzindo emissões.

No Brasil, a Alcoa, que neste ano completa 125 anos de história, tem experimentado casos muito consistentes de ecoeficiência na produção, aliando economicidade e redução de pegada ecológica. Em Poços de Caldas, Minas Gerais, a fábrica substituiu o óleo combustível por gás natural na geração de energia na refinaria de alumina. Isso permitiu reduzir em 36% a emissão direta de gás carbônico (CO2) em 2011 em comparação com 2005, que é nossa linha de base, e zerou emissões de dióxido de enxofre (SO2).

Em São Luís, no Maranhão, a Alumar transformou resíduos da refinaria (cinzas leves) em insumo para fabricação de cimento, em parceria com outra empresa desse setor e universidades. Como resultados, além de gerar faturamento e reduzir custos de transportes e de áreas de armazenamento de resíduos, reduziram-se 45 mil toneladas de cinzas da fábrica, emissões de particulados nas áreas internas e emissão de CO2 no transporte interno.

Enfim, a economia verde entendida como ferramenta de ecoeficiência e inclusão social, aliando prosperidade ao bem viver e à ética, pode gerar respostas efetivas à crise financeira. Obviamente há muitos desafios a superar, mas igualmente inúmeras oportunidades.

Fabio Abdala é gerente empresarial.

Palavra do Leitor

Muito cara!

Considero verdadeiro estelionato a nossa conta de luz da AES Eletropaulo. Em minha casa, todas as lâmpadas são eletrônicas, para economizar, mas são tantos itens cobrados. Em 111 kwh, consumo em minha casa: consumo TSUD, R$ 11,49; consumo TE, R$ 14,92; PIS/Pasep, R$ 0,32; Cofins, R$ 1,54; ICMS, R$ 3,84; CIP em São Bernardo, R$ 7,64. Total: R$ 39,75. Primeiro que não compreendo ter dois tipos de valor para consumo. Desse total, R$ 13,34 são taxas, que somam 33,5% , além do consumo. Acho uma vergonha tantas taxas em uma só conta de luz! Talvez seja por isso que centenas de pessoas de baixa renda fazem gatos. Se o preço fosse apenas o valor do consumo teríamos muito mais pessoas pagando corretamente.

Ivanir de Lima

São Bernardo

Cemitério

Procurado por uma amiga, domingo, que perdera um afeto seu, além de sua tristeza, pude ouvir suas lamentações sobre o estado lamentável e de abandono do Cemitério Vila Assunção e seu entorno. As ruas do local estão com limbo verde, oferecendo insegurança aos que ali precisam estar. Fui conferir. Foi quando procurei por atendente, no escritório no interior do mesmo, e pedi informações sobre como poderia agir para reformar um túmulo familiar. O atendente disse-me que não poderia usar meu pedreiro, pois teria que usar os credenciados pela administração do cemitério Assunção, ao custo de R$ 1.645,44 só de mão de obra, mais taxa de R$ 52,07. Sem contar que o material deveria ser comprado por mim. Prefeito, se estou sendo impróprio, permita-me ao menos compreender o fato, por sua explicação ou pelo secretário que responde por esse segmento.

Cecél Garcia

Santo André

Posto de Saúde

Imploro ao prefeito de Santo André e à Secretaria de Saúde providências. Minha mãe, Alice Rosalem Bruneto, 80 anos, sofre de duas úlceras varicosas nas pernas, e vem sendo tratada no posto de Saúde do Clube de Campo. Ela necessita de uma placa chamada ‘espuma de prata', a única que consegue amenizar suas dores terríveis, bem como no processo de cicatrização, que é muito lento. Só que essa placa não está sendo enviada ao posto, e colocam uma que faz com que a cada dia piore. Estou clamando ajuda das autoridades para uma senhora de 80 anos, que chora dia e noite de dor. Pelo amor de Deus, prefeito Carlos Grana, intervenha, não se omita. Não estou pedindo muito!Meu coração agradece!

Wagner Bruneto

Santo André

Resposta

Em resposta à carta do leitor Maurício Goduto (Segurança, dia 27), a Prefeitura de Santo André informa que em pesquisa nos registros da Guarda Civil Municipal e polícias Militar e Civil não foi localizada nenhuma ocorrência nos últimos meses envolvendo ameaças próximo e no interior do Parque Celso Daniel. Visando melhorar as condições de segurança para o público frequentador, desde o dia 20 de março a GCM vem desencadeando operações nos horários críticos, que ocorrem geralmente entre 19h e 22h. No período diurno os patrulheiros do local buscam se orientar de acordo com a frequência de público, observando horários de corrida, descanso, almoço etc, da população que ali frequenta. Ambas operações contam com apoio da Romo (Rondas Ostensiva com Motocicletas).

Prefeitura de Santo André

Monte Santo

Monte Santo, sertão baiano, região linda, abençoada por Deus! Lá, sob os auspícios de um frade, muitos anos atrás foi construído caminho de pedras onde hoje existem 23 capelas! Por que o frade benfeitor não teve a ideia de construir poços artesianos, no lugar do caminho Via Crucis? Não teriam sido os poços de maior valia para o povo, que precisa de água para beber e comer? Não seria questão de inteligência levar a sério o jargão: ‘ajuda-te, que Deus te ajudará'? Sinceramente, não dá para acreditar num País onde governo e igrejas conspiram para manter as pessoas na era da Pedra Lascada!

Anita M. S. Driemeier

Campo Grande (MS)



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Economia verde como resposta à crise?

A economia verde foi amplamente discutida ao longo de 2012 por ocasião da Rio+20...

Dgabc

02/04/2013 | 00:00


Artigo

A economia verde foi amplamente discutida ao longo de 2012 por ocasião da Rio+20. Considerando a estimativa de se atingir a população mundial de 9 bilhões de pessoas, em 2050, e que elas devam viver bem, dentro dos limites do planeta, a sustentabilidade indica modelos de negócios baseados em produtos e serviços ‘verdes' que atendam demandas socioambientais nas cidades, no lazer, esportes, energia e outras dimensões das nossas vidas.

Desde já as empresas podem desenvolver outros meios de geração de ‘lucro admirado'. Considerando apenas a geração de emprego, o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) relatou que, até 2008, mais de 2,3 milhões de pessoas foram empregadas no setor de baixo carbono em apenas países líderes em empregos verdes. Na cadeia de valor do alumínio há soluções efetivas de economia verde. No campo das aplicações, por exemplo, em mobilidade, demonstra-se que o uso do alumínio nos transportes reduz o peso de aviões, carros e caminhões, e aumenta a eficiência de 6% a 10% no uso de combustível, reduzindo emissões.

No Brasil, a Alcoa, que neste ano completa 125 anos de história, tem experimentado casos muito consistentes de ecoeficiência na produção, aliando economicidade e redução de pegada ecológica. Em Poços de Caldas, Minas Gerais, a fábrica substituiu o óleo combustível por gás natural na geração de energia na refinaria de alumina. Isso permitiu reduzir em 36% a emissão direta de gás carbônico (CO2) em 2011 em comparação com 2005, que é nossa linha de base, e zerou emissões de dióxido de enxofre (SO2).

Em São Luís, no Maranhão, a Alumar transformou resíduos da refinaria (cinzas leves) em insumo para fabricação de cimento, em parceria com outra empresa desse setor e universidades. Como resultados, além de gerar faturamento e reduzir custos de transportes e de áreas de armazenamento de resíduos, reduziram-se 45 mil toneladas de cinzas da fábrica, emissões de particulados nas áreas internas e emissão de CO2 no transporte interno.

Enfim, a economia verde entendida como ferramenta de ecoeficiência e inclusão social, aliando prosperidade ao bem viver e à ética, pode gerar respostas efetivas à crise financeira. Obviamente há muitos desafios a superar, mas igualmente inúmeras oportunidades.

Fabio Abdala é gerente empresarial.

Palavra do Leitor

Muito cara!

Considero verdadeiro estelionato a nossa conta de luz da AES Eletropaulo. Em minha casa, todas as lâmpadas são eletrônicas, para economizar, mas são tantos itens cobrados. Em 111 kwh, consumo em minha casa: consumo TSUD, R$ 11,49; consumo TE, R$ 14,92; PIS/Pasep, R$ 0,32; Cofins, R$ 1,54; ICMS, R$ 3,84; CIP em São Bernardo, R$ 7,64. Total: R$ 39,75. Primeiro que não compreendo ter dois tipos de valor para consumo. Desse total, R$ 13,34 são taxas, que somam 33,5% , além do consumo. Acho uma vergonha tantas taxas em uma só conta de luz! Talvez seja por isso que centenas de pessoas de baixa renda fazem gatos. Se o preço fosse apenas o valor do consumo teríamos muito mais pessoas pagando corretamente.

Ivanir de Lima

São Bernardo

Cemitério

Procurado por uma amiga, domingo, que perdera um afeto seu, além de sua tristeza, pude ouvir suas lamentações sobre o estado lamentável e de abandono do Cemitério Vila Assunção e seu entorno. As ruas do local estão com limbo verde, oferecendo insegurança aos que ali precisam estar. Fui conferir. Foi quando procurei por atendente, no escritório no interior do mesmo, e pedi informações sobre como poderia agir para reformar um túmulo familiar. O atendente disse-me que não poderia usar meu pedreiro, pois teria que usar os credenciados pela administração do cemitério Assunção, ao custo de R$ 1.645,44 só de mão de obra, mais taxa de R$ 52,07. Sem contar que o material deveria ser comprado por mim. Prefeito, se estou sendo impróprio, permita-me ao menos compreender o fato, por sua explicação ou pelo secretário que responde por esse segmento.

Cecél Garcia

Santo André

Posto de Saúde

Imploro ao prefeito de Santo André e à Secretaria de Saúde providências. Minha mãe, Alice Rosalem Bruneto, 80 anos, sofre de duas úlceras varicosas nas pernas, e vem sendo tratada no posto de Saúde do Clube de Campo. Ela necessita de uma placa chamada ‘espuma de prata', a única que consegue amenizar suas dores terríveis, bem como no processo de cicatrização, que é muito lento. Só que essa placa não está sendo enviada ao posto, e colocam uma que faz com que a cada dia piore. Estou clamando ajuda das autoridades para uma senhora de 80 anos, que chora dia e noite de dor. Pelo amor de Deus, prefeito Carlos Grana, intervenha, não se omita. Não estou pedindo muito!Meu coração agradece!

Wagner Bruneto

Santo André

Resposta

Em resposta à carta do leitor Maurício Goduto (Segurança, dia 27), a Prefeitura de Santo André informa que em pesquisa nos registros da Guarda Civil Municipal e polícias Militar e Civil não foi localizada nenhuma ocorrência nos últimos meses envolvendo ameaças próximo e no interior do Parque Celso Daniel. Visando melhorar as condições de segurança para o público frequentador, desde o dia 20 de março a GCM vem desencadeando operações nos horários críticos, que ocorrem geralmente entre 19h e 22h. No período diurno os patrulheiros do local buscam se orientar de acordo com a frequência de público, observando horários de corrida, descanso, almoço etc, da população que ali frequenta. Ambas operações contam com apoio da Romo (Rondas Ostensiva com Motocicletas).

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Monte Santo

Monte Santo, sertão baiano, região linda, abençoada por Deus! Lá, sob os auspícios de um frade, muitos anos atrás foi construído caminho de pedras onde hoje existem 23 capelas! Por que o frade benfeitor não teve a ideia de construir poços artesianos, no lugar do caminho Via Crucis? Não teriam sido os poços de maior valia para o povo, que precisa de água para beber e comer? Não seria questão de inteligência levar a sério o jargão: ‘ajuda-te, que Deus te ajudará'? Sinceramente, não dá para acreditar num País onde governo e igrejas conspiram para manter as pessoas na era da Pedra Lascada!

Anita M. S. Driemeier

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