Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 20 de Fevereiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

|

Deficiência de molibdênio - Dr. Leo Kahn


Léo Kahn

21/07/2017 | 07:00


Elemento mineral absorvido pelo estômago e intestino delgado, é encontrado especialmente no fígado, sendo excretado pela urina e também pela bile.

Atua na síntese metabólica de hidratos de carbono, gorduras e proteínas, através da sua função enzimática, auxiliando também na formação dos ossos e esmalte do dente.

Esse oligoelemento é um poderoso antioxidante e desintoxicante do organismo, diminuindo a formação de radicais livres, auxiliando como antiaging, na libido, fertilidade, anemia e formação de enzimas digestivas.

Apesar de ser raro, o deficit genético no cofator que acompanha esse mineral nas reações bioquímicas pode causar distúrbios neurológicos severos e oftálmicos em crianças.

O molibdênio está presente na liberação do ferro transportado pela ferritina e no metabolismo do cobre.

O seu excesso no organismo está associado à hipercolesterolemia, hipertensão arterial, gota, hipoparatireoidismo, baixa relação entre estrógeno e progesterona quando há deficiência conjunta de cobre, perda de elasticidade de tendões e níveis elevados de ácido úrico.

Sinais e sintomas:

Taquicardia.

Letargia.

Cefaleia.

Taquipnéia.

Náuseas.

Vômitos.

Desorientação.

Coma.

O diagnóstico é realizado pela história clínica, exames físico e, principalmente, pelo laboratorial do nível sérico de molibdênio com referência de até 3 ug/L.

Saiba mais:

Existem cerca de 50 enzimas no corpo que necessitam do mineral.

Nitrito oxidase é especialmente ativo no trato gastrointestinal.

Oxidase de sulfito é especialmente ativa no coração, rins e fígados.

Xantina oxidase é importante para o metabolismo de uma classe de substâncias alimentares conhecidas como purinas.

Também se combina com aminoácidos portadores de enxofre para capturar cobre em excesso, estando envolvido na angiogênese.

Por fazer parte do esmalte dentário é capaz de prevenir a cárie dentária.

Favorece a retenção de flúor no organismo.

Auxilia no tratamento da impotência sexual.

Age na prevenção e profilaxia de alguns tipos de anemia.

Oxidante de gordura.

Auxilia no metabolismo de carboidratos e gorduras.

Fontes alimentares:

Carnes.

Vísceras.

Verduras de coloração verde escura.

Alguns tipos de ervilhas.

Legumes.

Feijão.

Pão.

Leite.

Grãos em geral.

Casos de intoxicação humana por molibdênio são raros.

Compostos insolúveis têm baixa toxicidade, contudo o trióxido de molibdênio é um irritante por via respiratória.

Procure seu médico.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Deficiência de molibdênio - Dr. Leo Kahn

Léo Kahn

21/07/2017 | 07:00


Elemento mineral absorvido pelo estômago e intestino delgado, é encontrado especialmente no fígado, sendo excretado pela urina e também pela bile.

Atua na síntese metabólica de hidratos de carbono, gorduras e proteínas, através da sua função enzimática, auxiliando também na formação dos ossos e esmalte do dente.

Esse oligoelemento é um poderoso antioxidante e desintoxicante do organismo, diminuindo a formação de radicais livres, auxiliando como antiaging, na libido, fertilidade, anemia e formação de enzimas digestivas.

Apesar de ser raro, o deficit genético no cofator que acompanha esse mineral nas reações bioquímicas pode causar distúrbios neurológicos severos e oftálmicos em crianças.

O molibdênio está presente na liberação do ferro transportado pela ferritina e no metabolismo do cobre.

O seu excesso no organismo está associado à hipercolesterolemia, hipertensão arterial, gota, hipoparatireoidismo, baixa relação entre estrógeno e progesterona quando há deficiência conjunta de cobre, perda de elasticidade de tendões e níveis elevados de ácido úrico.

Sinais e sintomas:

Taquicardia.

Letargia.

Cefaleia.

Taquipnéia.

Náuseas.

Vômitos.

Desorientação.

Coma.

O diagnóstico é realizado pela história clínica, exames físico e, principalmente, pelo laboratorial do nível sérico de molibdênio com referência de até 3 ug/L.

Saiba mais:

Existem cerca de 50 enzimas no corpo que necessitam do mineral.

Nitrito oxidase é especialmente ativo no trato gastrointestinal.

Oxidase de sulfito é especialmente ativa no coração, rins e fígados.

Xantina oxidase é importante para o metabolismo de uma classe de substâncias alimentares conhecidas como purinas.

Também se combina com aminoácidos portadores de enxofre para capturar cobre em excesso, estando envolvido na angiogênese.

Por fazer parte do esmalte dentário é capaz de prevenir a cárie dentária.

Favorece a retenção de flúor no organismo.

Auxilia no tratamento da impotência sexual.

Age na prevenção e profilaxia de alguns tipos de anemia.

Oxidante de gordura.

Auxilia no metabolismo de carboidratos e gorduras.

Fontes alimentares:

Carnes.

Vísceras.

Verduras de coloração verde escura.

Alguns tipos de ervilhas.

Legumes.

Feijão.

Pão.

Leite.

Grãos em geral.

Casos de intoxicação humana por molibdênio são raros.

Compostos insolúveis têm baixa toxicidade, contudo o trióxido de molibdênio é um irritante por via respiratória.

Procure seu médico.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;