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Falta de ética, ausência de verdade

No afã de querer encontrar um culpado para a falta de água na cidade...


Dgabc

27/02/2012 | 00:00


Artigo

No afã de querer encontrar um culpado para a falta de água na cidade, a deputada estadual Vanessa Damo (PMDB) escreveu neste Diário Artigo (Falta de água, falta de preparo, dia 21) no qual ela faz o que mais gosta, isso é, politizar uma situação sem apresentar alternativas e soluções, preferindo, mais uma vez, o palanque.

A deputada parece esquecer que o seu mentor político e pai, o ex-prefeito Leonel Damo, governou Mauá por duas vezes (1983 a 1988 e 2005 a 2008) e, portanto, tem responsabilidade quanto aos problemas atuais, pois quando prefeito deixou de cumprir o essencial e, na sua última passagem, além de não inaugurar nenhum equipamento público, deixar a cidade sem manutenção preventiva, Leonel Damo ainda presenteou o município com a mais terrível das heranças: uma dívida de R$ 232 milhões de restos a pagar, mais da metade do Orçamento de 2009, comprometendo assim o início e ainda causando danos à administração atual.

É lamentável, portanto, que a deputada assuma a figura de paladino da moral ao final do seu texto, afirmando que a cidade precisa e merece gente mais honesta e capacitada. A quem ela se refere? Qual o padrão ético e de honestidade que ela representa?

Num determinado trecho do texto, a deputada cita descaso como sendo o responsável pelo rompimento da adutora. Só quem tem o interesse de tirar dividendos políticos do problema pode cometer tamanho disparate. O descaso que há na história de Mauá foi patrocinado pelo grupo político da deputada, diante das malsucedidas administrações comandadas pelos Damo.

Em momentos de crise, os agentes públicos devem atuar de forma republicana, unidos pelo bem comum e deixando as diferenças restritas ao tempo das eleições. Qualquer antecipação da disputa eleitoral só trará prejuízos para o cidadão e embaraços para o funcionamento da máquina pública. Cabe, enfim, ao gestor público responsável solucionar os problemas do dia a dia, zelar e cuidar do patrimônio e verbas públicas, pautando-se, inclusive, por princípios éticos e morais, sem auferir ganhos em custa do erário.

Leandro Oliveira Dias é presidente do PT de Mauá.

PALAVRA DO LEITOR

No aguardo

Os nossos excelentíssimos políticos deveriam se preocupar mais com a cidade de Mauá. Deixar cores partidárias e egos de lado e trabalhar por melhor qualidade de vida do morador. Estamos no aguardo da Etec, Poupatempo, trânsito menos caótico, escolas municipais com professor logo no início do ano, hospital estadual etc. Na verdade, maior dinamismo dos políticos, pois a população cresce todo dia e os políticos estão preocupados com nomeação de ruas, em dar título de cidadão, procurar culpado pela falta de manutenção das adutoras etc. Senhores políticos mauaenses, seu custo-benefício para população da cidade não compensa.

Antônio Marcos Costa, Mauá

Selvageria

Samba paulistano envergonhado! Se os desfiles das escolas de samba de São Paulo continuam muito distantes da técnica e charme do Rio de Janeiro, para piorar, no quesito ética e cidadania integrantes da cúpula da Império da Casa Verde, Vai-Vai, Camisa Verde e Branco e da Gaviões deram show de anarquia e vandalismo durante a apuração no Anhembi. E está certo o prefeito Kassab, que para continuar financiando essa festa popular exige punição às agremiações citadas. Inclusive a Gaviões da Fiel, escola amiga do Lula, que ainda o reverenciou neste ano como tema do desfile. Demonstrando o ex-presidente que está mal de companheiros, além, lógico, do grupo do Mensalão.

Paulo Panossian, São Carlos (SP)

Carnaval

Lamentável a apuração do Carnaval em São Paulo! Mas é bom entender que em qualquer segmento existem pessoas de bem e outras do mal. Definitivamente o Carnaval não é briga de torcidas de escolas de samba, não deveria ser essa competição acirrada e descabida. Carnaval é samba, é bateria, é o som do surdo que em cada batida manda um recado, é o bailado da porta-bandeira com a divina proteção do mestre-sala, é brilho das pedrarias, é o rodar das baianas e a bênção da velha guarda, é o remelexo das passistas, o rebolado das mulatas, é samba no pé, é o apito do comando certeiro do mestre da bateria, é suor dos componentes, das costureiras, dos braços que empurram os carros no meio da avenida. É o som do repinique, os agogôs cantando no compasso dos chocalhos, o choro alegre da cuíca, as caixas que dão o início, tamborins que contagiam e a dança dos pandeiros. Carnaval é fantasia, é brincadeira, é democracia. Carnaval é branco, preto, velho, criança, rico, pobre, feio, bonito, gordo, magro, alto, baixo... Vá até um ensaio e fique perto da bateria, lá no meio da comunidade. Você realmente entenderá o que é Carnaval.

Malu Lopes, Santo André

Ficha Limpa

É bom os políticos no País irem botando as barbas de molho. O Carnaval para eles agora é outro: terão de provar para a Justiça que suas fichas estão limpas e que poderão participar da próxima eleição. Ninguém em sã consciência deve achar que, com a lei, vá se acabar com a corrupção ou com todos os picaretas ladrões dos cofres públicos no Brasil. Mas irá reduzir, e muito, já que a lei impede a candidatura de pessoas condenadas pela Justiça. A norma tem o propósito de tornar mais rígido o processo de candidatura, de modo a afastar aspirantes que tenham transgredido a lei em algum momento de sua carreira política. A lei vai colaborar com as eleições e é exercício democrático. Porém, não é punição como se imagina. Os eleitores são os principais beneficiados? Sim. É uma vitória, sem dúvida. E para um povo que conseguiu tal avanço, muito mais é possível. Lutar pelo fim do foro privilegiado é nosso maior desafio. Político corrupto deve pagar pelos seus erros, como qualquer um de nós, simples mortais, enquanto infrator.

Turíbio Liberatto Gasparetto, São Caetano

Malfeitores

Toda nossa sociedade brilhante e produtiva cai de joelhos pelos atos desta gentalha ignorante e mal formada que assumiu poderes. Vergonha perante a Nação, o mundo e vergonha sem fim pela insistência com que praticam o pior, a maior baixeza e ainda com lucro bilionário. O Brasil caiu entre os piores e é merecido. Recolhe as raspas desta corriola de energúmenos que ostenta títulos, medalhas, cargos e mordomias do harém. Somos hoje reféns de um grupelho de assaque, sequestro , canhestro, malfadado e cheio de gente feia, corrupta e que não sabe falar. Aonde foi que erramos?

Ronaldo Parisi, Capital



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