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Estrutura de ruas no Jd.Oratório, Mauá, dificulta tráfego

André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Problema se arrasta há dois anos e afeta de motoristas a pedestres; governo afirma que obras serão executadas na terceira etapa do PAC


Matheus Angioleto
Especial para o Diário

05/07/2017 | 07:00


 Buracos, lama e falta de medidas para a solução de problemas. É praticamente impossível circular pelo entroncamento das ruas Foz do Iguaçu e Zoaldo Ferreira da Silva, no Jardim Oratório, em Mauá. Os inúmeros buracos e as pedras colocadas para solucionar o problema paliativamente complicam o trânsito de veículos e pedestres no espaço.

As vias que servem de acesso para a parte alta do bairro ou para a saída no sentido Santo André estão há pelo menos dois anos sem obra. A população tomou providências e, há alguns meses, coloca entulho para tentar minimizar os efeitos dos problemas. No entanto, é possível visualizar o barro diariamente presente às portas de casas e de comércios.

O proprietário de serralheria Valdemir de Jesus, 36 anos, contou à equipe de reportagem do Diário que o veículo que possui está na oficina. “É um absurdo. As crianças passam aqui para ir à escola, deveria ser arrumado. Tem muito buraco mesmo, é ruim para todo mundo. Meu carro, quase toda semana, está no mecânico”, relata o munícipe, que mora no local há 16 anos.

Na visão do desempregado Janairan José Vieira dos Santos, 20, a situação precisa melhorar urgentemente. No bairro há 17 anos, Santos acredita que a qualidade das vias não está de acordo com o merecimento da população. “Todo mundo paga imposto e a rua é desse jeito. Passo aqui e todo dia é a mesma coisa, buraco em cima de buraco e não tem nem como desviar”, aponta.

“Tem escola, passa criança e o pessoal não está nem aí. Já chamamos a Prefeitura diversas vezes. Veio vereador olhar, tirar foto e foi embora. Quando chove é desse jeito, cheio de pedra, barro e lama”, avalia o serralheiro Thiago de Jesus Rocha, 30.

Segundo a Prefeitura de Mauá, o Jardim Oratório foi recentemente incluso em ação de governo chamada de Pintou Limpeza. “As ruas citadas pelos munícipes serão contempladas futuramente pelo PAC reurbanização de favelas. As obras serão executadas na terceira etapa do PAC, que está para aprovação da Caixa Econômica”, ressaltou, em nota, o poder público.  



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Estrutura de ruas no Jd.Oratório, Mauá, dificulta tráfego

Problema se arrasta há dois anos e afeta de motoristas a pedestres; governo afirma que obras serão executadas na terceira etapa do PAC

Matheus Angioleto
Especial para o Diário

05/07/2017 | 07:00


 Buracos, lama e falta de medidas para a solução de problemas. É praticamente impossível circular pelo entroncamento das ruas Foz do Iguaçu e Zoaldo Ferreira da Silva, no Jardim Oratório, em Mauá. Os inúmeros buracos e as pedras colocadas para solucionar o problema paliativamente complicam o trânsito de veículos e pedestres no espaço.

As vias que servem de acesso para a parte alta do bairro ou para a saída no sentido Santo André estão há pelo menos dois anos sem obra. A população tomou providências e, há alguns meses, coloca entulho para tentar minimizar os efeitos dos problemas. No entanto, é possível visualizar o barro diariamente presente às portas de casas e de comércios.

O proprietário de serralheria Valdemir de Jesus, 36 anos, contou à equipe de reportagem do Diário que o veículo que possui está na oficina. “É um absurdo. As crianças passam aqui para ir à escola, deveria ser arrumado. Tem muito buraco mesmo, é ruim para todo mundo. Meu carro, quase toda semana, está no mecânico”, relata o munícipe, que mora no local há 16 anos.

Na visão do desempregado Janairan José Vieira dos Santos, 20, a situação precisa melhorar urgentemente. No bairro há 17 anos, Santos acredita que a qualidade das vias não está de acordo com o merecimento da população. “Todo mundo paga imposto e a rua é desse jeito. Passo aqui e todo dia é a mesma coisa, buraco em cima de buraco e não tem nem como desviar”, aponta.

“Tem escola, passa criança e o pessoal não está nem aí. Já chamamos a Prefeitura diversas vezes. Veio vereador olhar, tirar foto e foi embora. Quando chove é desse jeito, cheio de pedra, barro e lama”, avalia o serralheiro Thiago de Jesus Rocha, 30.

Segundo a Prefeitura de Mauá, o Jardim Oratório foi recentemente incluso em ação de governo chamada de Pintou Limpeza. “As ruas citadas pelos munícipes serão contempladas futuramente pelo PAC reurbanização de favelas. As obras serão executadas na terceira etapa do PAC, que está para aprovação da Caixa Econômica”, ressaltou, em nota, o poder público.  

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