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HQ traz crônicas ilustradas


Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

04/07/2011 | 07:06


O mundo comum e os universos de diferentes realidades e regiões do Brasil chamam a atenção do quadrinista Marcello Quintanilha. Suas observações sentimentais do cotidiano das periferias se transformam em interessantes crônicas desenhadas. Parte de sua obra serve de recheio para as páginas de 'Almas Públicas' (Conrad, 72 páginas, R$ 39,90).

O autor mistura poesia e sentimentalismo nos sete contos que fazem parte do álbum. A HQ traz três histórias inéditas e outras obras publicadas em 'Fealdade de Fabiano Gorila', lançado em 1999, além de relembrar 'Listras de Fevereiro', um dos primeiros projetos de Quintanilha.

A maioria dos contos se passa no Rio de Janeiro. Apesar de mostrar problemas atuais em alguns momentos, o quadrinista também usa a imaginação para circular pelas ruas cariocas de diferentes décadas. As páginas em preto e branco remetem a essa viagem por momentos do passado, como as confusões que chegaram às ruas após a morte do então presidente Getúlio Vargas.

Um dos principais atrativos de 'Almas Públicas' são que os desenhos buscam representar ao máximo o mundo real. Em muitos momentos, os traços mais lembram fotografias do que ilustrações em quadrinhos. Para tanto, as referências utilizadas nas artes nascem de objetos, situações e locais corriqueiros, casos dos carros populares nas ruas, lotações que buscam passageiros, bares com propaganda de cervejas e camisetas de futebol utilizadas em campinhos.

Alguns leitores podem se incomodar com o fato de que os diálogos entre os personagens abusam da linguagem coloquial, repleta de gírias e termos populares. Mas o estilo tem relevância nas crônicas, que levam a um ambiente familiar que, muitas vezes, acaba por se banalizar.



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HQ traz crônicas ilustradas

Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

04/07/2011 | 07:06


O mundo comum e os universos de diferentes realidades e regiões do Brasil chamam a atenção do quadrinista Marcello Quintanilha. Suas observações sentimentais do cotidiano das periferias se transformam em interessantes crônicas desenhadas. Parte de sua obra serve de recheio para as páginas de 'Almas Públicas' (Conrad, 72 páginas, R$ 39,90).

O autor mistura poesia e sentimentalismo nos sete contos que fazem parte do álbum. A HQ traz três histórias inéditas e outras obras publicadas em 'Fealdade de Fabiano Gorila', lançado em 1999, além de relembrar 'Listras de Fevereiro', um dos primeiros projetos de Quintanilha.

A maioria dos contos se passa no Rio de Janeiro. Apesar de mostrar problemas atuais em alguns momentos, o quadrinista também usa a imaginação para circular pelas ruas cariocas de diferentes décadas. As páginas em preto e branco remetem a essa viagem por momentos do passado, como as confusões que chegaram às ruas após a morte do então presidente Getúlio Vargas.

Um dos principais atrativos de 'Almas Públicas' são que os desenhos buscam representar ao máximo o mundo real. Em muitos momentos, os traços mais lembram fotografias do que ilustrações em quadrinhos. Para tanto, as referências utilizadas nas artes nascem de objetos, situações e locais corriqueiros, casos dos carros populares nas ruas, lotações que buscam passageiros, bares com propaganda de cervejas e camisetas de futebol utilizadas em campinhos.

Alguns leitores podem se incomodar com o fato de que os diálogos entre os personagens abusam da linguagem coloquial, repleta de gírias e termos populares. Mas o estilo tem relevância nas crônicas, que levam a um ambiente familiar que, muitas vezes, acaba por se banalizar.

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