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Governo andreense inicia serviços para demolir ponte na Av.dos Estados

Trabalhadores de empresa terceirizada devem retirar estrutura até sexta-feira


Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

10/05/2017 | 07:00


 A Prefeitura de Santo André iniciou ontem, depois de quatro meses de interdição, a demolição definitiva da ponte próxima ao Viaduto Castelo Branco, no bairro Santa Terezinha (ao lado do Sesi, no sentido São Bernardo). A expectativa é a de que os trabalhos sejam finalizados até sexta-feira, segundo previsão feita pela própria administração.

Interditada desde janeiro, quando a passagem sofreu um solapamento, a estrutura está sendo removida por empresa terceirizada contratada pelo Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) e que já é responsável por executar demais serviços de manutenção da autarquia.

O trabalho iniciado ontem pela manhã, em um primeiro momento, consistiu na preparação da área para que ainda hoje a estrutura seja demolida por completo. Segundo a Prefeitura, o “trabalho não deve causar impactos no trânsito local, pois a área de circulação de máquinas e operários já está interditada desde janeiro, com alternativas de tráfego definidas”.

O processo de demolição, que não estava previsto para ocorrer neste momento, foi uma ação emergencial adotada pela Prefeitura após diagnóstico feito na estrutura apontar que a médio prazo a ponte corria risco de desabar dentro do Rio Tamanduateí, prejudicando sua vazão e trazendo mais transtornos à região.

No entanto, na opinião de moradores, a demolição ocorre de maneira tardia. “É um absurdo eles terem iniciado as obras na outra ponte que cedeu e essa daqui ter deixado assim até agora”, afirma o ajudante geral Duarte Nardini, 47 anos.

A doméstica Rita de Cássia Nunes, 39, que passa pelo local todos os dias, disse estar aliviada com o início dos trabalhos. “Sempre tem alguém que se arrisca e passa pela ponte. Com ela demolida, com certeza isso irá acabar”, relata.

Ontem, o prefeito Paulo Serra (PSDB) chegou a realizar visita no canteiro de obras para esclarecer as ações da administração da recuperação da ponte.

A ideia é a de que, com a demolição da ponte concluída, a Prefeitura consiga adiantar o estudo sobre o local onde será construída a estrutura. Segundo o chefe do Executivo, o projeto fará parte do pacote de obras que serão realizadas por meio dos recursos do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

No momento, a Prefeitura ainda aguarda aprovação federal para obter o aporte financeiro no valor de US$ 25 milhões, o equivalente a R$ 81,7 milhões.

Paralelo à demolição da ponte próxima ao Sesi, a Prefeitura de Santo André empenha esforços para entregar até outubro a reconstrução total de outra passagem, que cedeu no mês passado e que dá acesso à Avenida Antônio Cardoso.  



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Governo andreense inicia serviços para demolir ponte na Av.dos Estados

Trabalhadores de empresa terceirizada devem retirar estrutura até sexta-feira

Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

10/05/2017 | 07:00


 A Prefeitura de Santo André iniciou ontem, depois de quatro meses de interdição, a demolição definitiva da ponte próxima ao Viaduto Castelo Branco, no bairro Santa Terezinha (ao lado do Sesi, no sentido São Bernardo). A expectativa é a de que os trabalhos sejam finalizados até sexta-feira, segundo previsão feita pela própria administração.

Interditada desde janeiro, quando a passagem sofreu um solapamento, a estrutura está sendo removida por empresa terceirizada contratada pelo Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) e que já é responsável por executar demais serviços de manutenção da autarquia.

O trabalho iniciado ontem pela manhã, em um primeiro momento, consistiu na preparação da área para que ainda hoje a estrutura seja demolida por completo. Segundo a Prefeitura, o “trabalho não deve causar impactos no trânsito local, pois a área de circulação de máquinas e operários já está interditada desde janeiro, com alternativas de tráfego definidas”.

O processo de demolição, que não estava previsto para ocorrer neste momento, foi uma ação emergencial adotada pela Prefeitura após diagnóstico feito na estrutura apontar que a médio prazo a ponte corria risco de desabar dentro do Rio Tamanduateí, prejudicando sua vazão e trazendo mais transtornos à região.

No entanto, na opinião de moradores, a demolição ocorre de maneira tardia. “É um absurdo eles terem iniciado as obras na outra ponte que cedeu e essa daqui ter deixado assim até agora”, afirma o ajudante geral Duarte Nardini, 47 anos.

A doméstica Rita de Cássia Nunes, 39, que passa pelo local todos os dias, disse estar aliviada com o início dos trabalhos. “Sempre tem alguém que se arrisca e passa pela ponte. Com ela demolida, com certeza isso irá acabar”, relata.

Ontem, o prefeito Paulo Serra (PSDB) chegou a realizar visita no canteiro de obras para esclarecer as ações da administração da recuperação da ponte.

A ideia é a de que, com a demolição da ponte concluída, a Prefeitura consiga adiantar o estudo sobre o local onde será construída a estrutura. Segundo o chefe do Executivo, o projeto fará parte do pacote de obras que serão realizadas por meio dos recursos do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

No momento, a Prefeitura ainda aguarda aprovação federal para obter o aporte financeiro no valor de US$ 25 milhões, o equivalente a R$ 81,7 milhões.

Paralelo à demolição da ponte próxima ao Sesi, a Prefeitura de Santo André empenha esforços para entregar até outubro a reconstrução total de outra passagem, que cedeu no mês passado e que dá acesso à Avenida Antônio Cardoso.  

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